Essa música marca uma fase de expansão artística, na qual a dupla retoma com força o sertanejo como instrumento para comunicar a fé, mantendo Jesus no centro das mensagens.
Foto: Jorge Bianco.
André e Felipe lançam a canção “Estações”, pela Uni Records, dando início ao projeto de mesmo nome, dividido em dois EPs: um com canções mais festivas e outro no estilo adoração/worship. O projeto, que une elementos do pop, sertanejo, piseiro, adoração e vaneira, inclui faixas como “Hoje Eu Tenho Tudo” (com Jottapê), “Era A Mão de Deus” (com Daniel), “Como Eu Te Amo Deus”, “Foi Por Mim”, “Mergulhar”, “O Rosto de Cristo”, “Recomeçar”, “Os Sonhos de Deus” e “Jesus Te Ama de Graça”.
“Estações” marca uma fase de expansão artística, na qual a dupla retoma com força o sertanejo como instrumento para comunicar a fé, mantendo Jesus no centro das mensagens. Conhecidos nacionalmente desde o início da década de 2010 com sucessos como “Chuva de Poder”, “Acelera e Pisa” e “Adore”, André e Felipe exploraram estilos congregacionais nos últimos anos, especialmente na pandemia. Agora, iniciam um novo ciclo que reafirma suas raízes sertanejas e direciona seus próximos lançamentos.
A canção “Estações” nasceu das experiências pessoais de André e Felipe com Deus e das diferentes situações que já enfrentaram. Durante um devocional, enquanto pediam a Deus uma música que expressasse os dilemas, as dificuldades e mudanças das “estações” da vida, a melodia e a letra começaram a surgir de forma natural. Assim como as demais faixas do projeto, essa canção foi inspirada diretamente na oração e na busca pela direção de Deus.
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Inspirados em Daniel 2:21, que diz, “[…] é ele quem muda os tempos e as estações”, André e Felipe creem que Deus está conduzindo a dupla a uma nova estação ministerial. Eles afirmam que esse projeto representa esse novo tempo, marcado pelo retorno ao estilo sertanejo — suas raízes e preferência musical. A dupla vive grande expectativa sobre o que Deus fará por meio dessas canções e se mantém firme na promessa de um tempo novo e surpreendente da parte de Deus para o ministério, realmente uma nova estação ministerial.
O nome do projeto surgiu naturalmente a partir da primeira canção, “Estações”, que fala sobre os diferentes períodos da vida cristã. A dupla explica que, por vezes, as pessoas enfrentam “invernos” de lutas e silêncio, como se o céu fosse de bronze e Deus não estivesse ouvindo as nossas orações, mas que Ele sempre nos conduz à “primavera”, quando tudo volta a florescer e se mover.
Nos bastidores, a dupla viveu momentos marcantes. Tanto a equipe quanto eles mesmos estavam muito sensíveis, resultado de um longo período de oração e preparo. No dia da gravação, perceberam claramente o cuidado de Deus: o ambiente estava leve, agradável e tudo fluiu de forma natural.
“Desejamos profundamente que as pessoas se identifiquem com esse repertório, que é alegre, para cima e traz também algumas canções clássicas em nova roupagem, como a que fala sobre o rosto de Cristo. O resultado é um repertório diferente de tudo o que já gravamos, mas totalmente alinhado com a nossa identidade, especialmente agora que retomamos o sertanejo, estilo que é a nossa essência. Nosso desejo é que, aonde essas canções chegarem, haja transformação, milagres, renovo, esperança e alegria no coração daquele que está triste.” (André e Felipe)
Lançado pela Uni Records, o álbum audiovisual reúne grandes participações e traz “Grande Jeová” como faixa de encerramento, destacando a fidelidade do Deus que nunca perde batalhas.
Foto: Garagem 133.
Rodrigo de Campos apresenta ao público o álbum “Marcas”, lançado pela Uni Records. Gravado no estúdio Garagem 133, no Tatuapé (SP), o trabalho reúne seis faixas — “Anseio”, “O Ontem Já Passou”, “Sem Jesus Eu Não Tenho Nada”, “Santo pra Sempre / Oh Quão Lindo Esse Nome É”, “Marcas em Suas Mãos” e “Grande Jeová”. O álbum conta com participações especiais de nomes como Adhemar de Campos, Mari Campos, Ana Nóbrega, Paulo César Baruk e Guga Xavier.
Encerrando o álbum, a canção “Grande Jeová” ganha destaque especial ao trazer a colaboração de Paulo César Baruk, que também assina a produção musical do álbum “Marcas”. Composta por Dwan Hill, Junior Garr, Sarah Lundback e Rodrigo de Campos, a faixa carrega uma mensagem poderosa de confiança no Deus que nunca perde batalhas, reafirmando a fé em meio aos desafios e celebrando a soberania divina com intensidade e convicção.
Mais do que um lançamento, “Marcas” representa um momento significativo na caminhada de Rodrigo de Campos, sendo seu primeiro trabalho em português após anos de dedicação à música: “Nem estou acreditando que, depois de todos esses anos, finalmente meu primeiro trabalho em português está saindo do forno (Rodrigo e sua família moram na Finlândia desde 2006)! Tão grato a Deus por essa jornada e a cada um que fez parte dela!”, compartilha o artista, evidenciando a emoção por esse novo capítulo.
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O projeto também carrega um forte elemento familiar e espiritual, evidenciado na participação de seu pai, o pastor Adhemar de Campos, que celebrou o momento com palavras marcantes: “Capítulo lindo na sua história, filho. Ainda tenho viva a memória de quando você, com três anos, estava ao meu lado gravando. Eu me vejo em você. Feliz por esse momento lindo, por ter você e Mari Campos juntos, em família, adorando ao Senhor.” Já Paulo César Baruk destaca a honra de produzir o álbum e participar da faixa final: “Foi um presente dobrado. Além da produção, tive a oportunidade de cantar uma canção linda, que também faz referência à canção ‘Tributo a Iehovah’, do seu pai. Estou muito feliz por fazer parte disso.”
Com sonoridade contemporânea e profunda carga espiritual, “Marcas” imprime não apenas a musicalidade de Rodrigo de Campos, mas também testemunha uma jornada de fé que ecoa em cada canção. Como o próprio artista expressa, “é tempo de celebrar Àquele que é o mesmo ontem, hoje e eternamente — o Grande Jeová, que vai à frente e garante a vitória de Seu povo”.
Em uma atmosfera de adoração genuína, o ministério apresenta uma canção que inspira uma geração a viver com os olhos fixos em Jesus e o coração totalmente rendido aos Seus pés.
Foto: Lucas Riccio.
O ministério Cultura do Céu, liderado por Davi Fernandes ao lado de seus filhos Kaleb e Josh, apresenta ao público a canção inédita “Olhos Fixos”, um lançamento que reafirma o propósito do grupo de conduzir pessoas a uma experiência profunda de adoração e entrega a Deus. Com uma trajetória marcada por milhões de streams e canções que impactam multidões no Brasil e no exterior, o ministério segue firmando sua identidade como um instrumento que vai além da música, criando ambientes de encontro real com a presença de Deus.
Composição autoral de Kaleb Fernandes em parceria com Cassiano Corrêa, “Olhos Fixos” é um lançamento do selo Cultura do Céu. A canção carrega uma mensagem intensa e direta: a rendição completa da vida ao Senhor, sem reservas, permitindo que Sua perfeita vontade prevaleça sempre e plenamente. A canção expressa, em versos simples e profundos, o anseio de um coração que encontra sua maior glória em estar aos pés de Cristo, declarando amor e devoção incondicionais.
A pré-produção do single foi realizada no estúdio Cultura do Céu, enquanto a gravação audiovisual aconteceu durante uma conferência profética na Igreja Bola de Neve Sede, em São Paulo (SP). O ambiente congregacional contribui para transmitir, de forma autêntica, a atmosfera de adoração que marca o ministério, envolvendo o público em um momento genuíno de conexão espiritual.
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Em mensagem ao público, o ministério reforça o convite central da canção: “Que nosso foco seja sempre exaltar o nome de Jesus, com os olhos fixos na obra da cruz e o coração totalmente rendido aos Seus pés.”
Ouça na sua plataforma preferida a canção “Olhos Fixos”. Adicione à sua playlist: https://orcd.co/olhosfixos
Inspirada na oração do Pai Nosso, a canção, que encerra o EP homônimo, reforça o poder do clamor e convida a uma vida rendida à vontade de Deus.
Foto: Rodrigo Di Castro.
O cantor e compositor Israel Soares apresenta ao público a canção “O Clamor da Igreja”, lançamento pela Graça Music que marca o encerramento do EP homônimo. Escrita em parceria com Matheus Duque, a música chega como a síntese espiritual do projeto, reunindo em sua mensagem aquilo que norteou todas as faixas: a centralidade de Jesus e o poder de uma vida rendida à vontade de Deus.
Inspirada na oração do Pai Nosso, a canção destaca declarações como “Teu é o poder” e “Teu é o louvor”, reforçando a soberania divina e apontando para uma fé fundamentada naquilo que Cristo ensinou. Segundo Israel Soares, a proposta é conduzir pessoas a um lugar de dependência e entrega, onde o clamor não se resume em palavras, mas é uma expressão viva de relacionamento com Deus: “O centro é Jesus. O centro desse EP é Jesus”, afirma o cantor.
A gravação da faixa carrega também um testemunho marcante. Sendo o último clipe registrado para o projeto, a produção aconteceu depois de quase 24 horas ininterruptas de trabalho, já nas primeiras horas da manhã e em meio à correria para cumprir uma agenda em Florianópolis. Ainda assim, o resultado surpreendeu o artista: “Para mim, é o melhor clipe de todos”, destaca, evidenciando a intensidade e dedicação envolvidas em cada detalhe.
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Com uma mensagem que atravessa gerações — do novo ao mais experiente na fé — “O Clamor da Igreja” reforça o poder espiritual do clamor coletivo. Para o cantor, quando a Igreja clama na Terra, há uma resposta no Céu, refletindo um princípio bíblico presente em diversas passagens. A canção encerra o EP estabelecendo-se como um convite à prática diária da vontade de Deus e à busca por uma vida marcada pela Sua presença.
“Que vocês sejam impactados por essa mensagem e que possamos viver isso todos os dias: que a vontade de Deus prevaleça em nossa vida. Eu creio que essa canção vai abençoar casas, levando Salvação e fortalecendo o relacionamento com Deus. Que cada pessoa que ouvi-la seja alcançada e transformada pela presença dEle.” (Israel Soares)
Ouça “O Clamor da Igreja”nas plataformas digitais. Adicione as canções do cantor Israel Soares à sua playlist: https://onerpm.link/EPOClamorDaIgreja
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