Uma batida que mostra que o verdadeiro ponto alto da vida é estar no centro do propósito de Cristo.
Foto: Moskitto.
O cantor e compositor O Peter lança, pela Graça Music, a canção autoral “Vivendo o Auge”. Ela mostra que uma pessoa vive o auge da vida quando escolhe Cristo e decide caminhar Sob a vontade dEle. Afinal, “é nessa entrega que encontramos propósito, direção e a verdadeira mudança de vida”.
Essa música é um funk com “uma vibe leve e contagiante”, que combina perfeitamente com o fim de ano, um período em que todos pensam em recomeço, mudança de vida e novas conquistas. Ele quis lançar algo que transmitisse a ideia, o desejo “de virar a página e viver uma nova fase.” Essa música toca primeiro o coração do seu compositor por representar exatamente o que ele está vivendo, um tempo de alinhamento com Deus e de escolha diária pela vontade dEle: “‘Vivendo o Auge’me lembra de que o verdadeiro ponto alto da vida não é sobre status, mas sobre estar no centro do propósito de Cristo. Para mim, essa canção é um marco de mudança, de maturidade espiritual e de reconhecimento desta inquestionável verdade: quando Ele guia, tudo flui. É uma música que fala comigo antes de falar com qualquer outra pessoa.”
Estes versos amostram o forte teor dessa canção que revela o poder da infinita graça e do amor transformador de Jesus Cristo: “Estão me perguntando até agora / É que um dia encontrei o Rei / não foi sorte, foi graça / Não foi grito, foi Cristo. E para Ele eu vivo.Já entreguei o meu caminho / deixei para trás tudo que me assolava e quero mais / da Tua presença.”
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A produção de “Vivendo o Auge” foi realizada na sala da casa de O Peter, por seu amigo Gabe, que veio dos Estados Unidos. O Peter compôs a música e ele realizou a produção. Em menos de uma hora, eles já haviam produzido a faixa inteira na sala de casa. O Peter diz que tudo foi tão rápido e tão fluido que ele sentiu claramente “que Deus estava direcionando cada detalhe. Parecia que a música já existia no Céu e só estava esperando que apertássemos o ‘rec’ aqui na Terra”. As cenas do clipe foram gravadas no conhecido Viaduto do Chá, em São Paulo (SP).
O Peter tem 27 anos, é casado com Camila Heloise e pai do pequeno Liam. Ele teve fortes influências cristãs desde criança, pois cresceu no mundo gospel com a convivência diária com seu pai, que sempre foi pastor e músico. Na adolescência, O Peter já participava do ministério de louvor com uma banda de amigos. Em 2019, iniciou seu acervo de composições. No ano de 2024, O Peter assinou contrato com a Graça Music, oficializando sua estreia no gospel com lançamentos de singles e um feat.
“Minha mensagem para você que vai ouvir e/ou assistir essa canção é que Deus tem um tempo novo preparado para a sua vida. Talvez você tenha passado por processos difíceis, perdas, dúvidas ou esperas longas…, mas nada disso anulou o propósito que Ele desenhou para você. ‘Vivendo o Auge’ não é só uma música, é um convite para voltar ao centro da vontade de Cristo e descobrir que o auge não é um lugar de fama, é um lugar de entrega. Que, ao ouvir essa canção, o Espírito Santo reacenda em você a fé, a esperança e a certeza de que Deus ainda escreve histórias lindas. Se Ele o trouxe até aqui, é porque existe um ‘auge’ preparado para você e ele acontece quando você decide caminhar com Cristo. Então, comece essa caminhada agora!” (O Peter)
Ouça “Vivendo o Auge” nas plataformas digitais. Adicione as canções do cantor O Peter à sua playlist: https://onerpm.link/vivendooauge
A canção reúne vitórias e testemunhos em uma declaração de fé!
Foto: Jorge Bianco.
Milagres, livramentos, curas, restauração e vidas alcançadas. Há feitos de Deus que a memória humana não consegue dimensionar — e é justamente essa percepção que dá origem a “Incontáveis (Ao Vivo)”, novo lançamento do Ministério Mergulhar pela DMG. Parte do projeto “Avivamento”, a canção conduz o ouvinte por uma sequência de acontecimentos que revelam o poder e a fidelidade do Senhor.
A união do Ministério Mergulhar com AtituD e Filipe Lancaster reforça o caráter coletivo da canção, construída como uma declaração de louvor que pode ser compartilhada por todos aqueles que reconhecem a ação de Deus em suas histórias. As participações especiais ampliam a força da interpretação e contribuem para a atmosfera congregacional de “Incontáveis (Ao Vivo)”, uma canção que transforma testemunhos em adoração.
Versão de “Count ’Em”, composta por Charles Henry Bentley, Jacob Sooter e Michael Brandon Lake, “Incontáveis” percorre diferentes momentos da ação de Deus: o sepulcro vazio, mortos que ressuscitaram, cegos que voltaram a enxergar, inimigos vencidos, mares que se abriram, profecias que se cumpriram e pessoas que encontraram uma nova chance. A letra também traz para perto a realidade de tantos testemunhos que atravessam gerações, incluindo curas que desafiam diagnósticos, vidas libertas, perdoadas e restauradas.
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Ao reunir tantas manifestações da graça e do poder de Deus, a canção propõe mais do que uma lembrança individual. Ela transforma testemunhos em louvor e convida a Igreja a reconhecer que são incontáveis as razões para declarar a soberania do Senhor. No decorrer da música, a palavra “incontáveis” ganha novos significados: são vitórias, milagres, vidas transformadas e histórias que testemunham aquilo que Deus pode fazer.
Dentro da proposta do projeto “Avivamento”, a canção chega também como um convite pessoal à gratidão. Ao olhar para trás e reconhecer os milagres, livramentos e portas abertas que marcaram sua caminhada, cada pessoa pode encontrar sua própria lista — impossível de terminar — de razões para adorar ao Senhor. Com esse lançamento, o Ministério Mergulhar convida o público a fazer o mesmo movimento proposto pela canção: lembrar, reconhecer e declarar. Porque, diante de tudo o que Deus já fez e continua fazendo, talvez a resposta mais precisa seja justamente aquela que atravessa toda a música: “Tu És Senhor!”.
A canção resgata uma composição de Paulo Cezar sobre a volta de Cristo e o reencontro com aqueles que partiram na fé.
Há canções que não envelhecem porque continuam dizendo algo essencial ao coração de quem crê. “Autor da Minha Fé” é uma delas. Interpretada agora por Arianne, a música chega pela DMG como parte do projeto “Como Cantavam os Nossos Pais Vol. 2”, revisitando um dos mais conhecidos clássicos da música cristã brasileira. Composta pelo cantor, compositor e pastor Paulo Cezar, a canção nasceu no fim dos anos 1970 e carrega uma mensagem de esperança que permanece atual: a expectativa pela volta de Jesus Cristo e pelo reencontro definitivo com aqueles que partiram na fé.
A inspiração para a composição remonta à reflexão de Paulo Cezar sobre o capítulo 4 da primeira carta aos Tessalonicenses, texto bíblico que fala sobre a ressurreição dos mortos em Cristo e o encontro dos que creem com o Senhor. A partir dessa meditação, o compositor transformou em música uma das grandes esperanças da fé cristã: a certeza de que a morte não representa a palavra final e de que haverá um dia de reencontro na presença de Cristo.
Essa perspectiva ajuda a compreender a força do título. Ao apresentar Jesus como “Autor da Minha Fé”, além de reconhecer aquele em quem a esperança está fundamentada, a canção aponta para a origem da própria fé, que sustenta o cristão diante das incertezas do futuro. A mensagem é de consolo, mas também de expectativa: há uma promessa a ser aguardada e uma história que ainda terá seu capítulo definitivo.
O projeto “Como Cantavam os Nossos Pais 2” carrega em si um grande significado, com a participação de amigos como, Eyshila, Paulo Cesar Baruk, Marco Telles, Bruna Karla, Wesley Santos… Ao interpretar “Autor da Minha Fé”, Arianne se une a esse movimento de preservação e renovação da memória musical cristã. Mais do que revisitar uma canção histórica, o lançamento reafirma uma verdade que atravessa o tempo: a fé que sustenta hoje é a mesma que aponta para o dia em que a esperança se transformará em encontro… e todos poderão estar para sempre com o Senhor.
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“Que alegria regravar uma canção tão marcante e que carrega uma mensagem tão preciosa sobre a nossa esperança em Cristo. Chegará o dia em que veremos o nosso Senhor descer e contemplaremos a Sua glória juntos! Até lá, seguimos cantando: ‘glória ao Autor da nossa fé’!” (Arianne)
A canção integra o álbum “Gratidão” e celebra o sacrifício de Jesus, que tomou o lugar dos culpados para oferecer vida e liberdade.
Foto: Jorge Bianco.
“O mundo viu um carpinteiro. O céu conhecia o Rei.” É a partir desse contraste que Nilson Junior apresenta “Carpinteiro”, parte do álbum “Gratidão”. Com uma mensagem centrada na cruz, a canção conduz o ouvinte ao acontecimento que marcou para sempre a história: o sacrifício de Jesus, o Inocente que escolheu ocupar o lugar dos culpados.
Composição assinada por Nilson Junior, Eliezer Rezende e Luciana Peixoto, “Carpinteiro” percorre os acontecimentos que cercam a morte de Cristo e revela, em cada detalhe, a dimensão do Seu amor. O preço foi de sangue, o sangue de Jesus, os pecados foram levados ao Calvário e o véu do templo se rasgou. Aquilo que representava separação deu lugar ao livre acesso a Deus. A condenação que pertencia ao homem foi assumida por Jesus e Sua morte tornou-se o caminho para uma nova vida.
Mais do que narrar a crucificação, “Carpinteiro” aponta para aquilo que nasceu dela. A morte de Cristo não foi o fim, mas o começo de uma nova realidade para aqueles que creem: reconciliação com Deus, liberdade e a possibilidade de viver uma história completamente transformada. “Tudo novo Ele fez” resume a esperança que atravessa a canção.
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Ao integrar o álbum “Gratidão”, o lançamento também ganha uma dimensão de reconhecimento. A trajetória de Nilson Junior mostra relevância que sua música vem conquistando, consolidando um alcance cada vez maior junto ao público cristão. Esse crescimento reforça a presença de Nilson no cenário da música cristã e amplia a dimensão do álbum “Gratidão”, que chega como mais um capítulo importante de sua trajetória.
Com “Carpinteiro”, Nilson Junior convida o público a olhar novamente para a cruz — não apenas como o lugar onde Jesus morreu, mas como o lugar onde a distância acabou, a condenação foi substituída pela graça e a morte deu lugar à vida. Como Nilson Junior declara, “o carpinteiro que o mundo viu era, afinal, o Rei que veio para salvar!”.
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