Versão em português de sucesso da Bethel Music chega ao público brasileiro como um convite para declarar vida e esperança.
Foto: Alexandre Zimmermann.
O jovem cantor Rafa Couto apresenta ao público seu novo lançamento, “Deixe O Sepulcro”, uma canção que carrega uma poderosa mensagem sobre o triunfo de Cristo sobre a morte. Lançada pelo selo MPS Music, a música é a versão em português de “Come Out That Grave (Resurrection Power)”, composição de Brian Johnson e Chris Davenport que se tornou uma das expressões mais impactantes do movimento contemporâneo de adoração ao redor do mundo.
“Deixe o Sepulcro” chega ao Brasil como uma declaração de fé: “Cristo venceu a morte, por isso, o mesmo poder de ressurreição continua atuando hoje na Igreja.” A música tem uma estrutura no arranjo que envolve a Igreja conduzindo-a a um louvor baseado em declarações de ressurreição, esperança e vitória. Com beleza e profundidade, a canção é uma reflexão cantada que celebra e declara o poder de Jesus sobre a morte. Com uma progressão musical envolvente e forte vocação congregacional, “Deixe o Sepulcro” une profundidade teológica a uma linguagem acessível e facilmente cantável — características que favorecem sua execução em igrejas, eventos ao vivo e playlists de adoração.
A escolha da música para este lançamento também carrega um significado especial. Segundo Rafa, a decisão foi guiada pelo desejo de declarar vida em um período simbólico para os cristãos. “Escolhemos uma canção que declara vida justamente na época da Páscoa, que representa para nós a vitória de Cristo sobre a morte”, explica o cantor.
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Mesmo sendo ainda muito jovem, Rafa Couto tem demonstrado maturidade espiritual em sua caminhada ministerial. Natural de Goiânia (GO), ele serve no ministério de louvor de sua igreja local desde a infância e entende a música como um instrumento para anunciar o Evangelho.
Para o artista, cantar “Deixe o Sepulcro” é também uma experiência profundamente pessoal. “Essa música me lembra que Jesus venceu a morte. Também me lembra que a vida e a morte estão ao alcance dos meus lábios. Eu posso profetizar vida”, afirma.
O projeto foi gravado ao vivo nos estúdios da produtora Neres Filmes, em Goiânia, onde também foram registradas as imagens do videoclipe que acompanha o lançamento. A produção musical ficou a cargo de Luccas Barra e do próprio Rafa Couto, reunindo músicos como Samuel Bonifácio (bateria), Nizin (baixo), Fábio Alves (piano) e Luccas Barra nas guitarras. A mixagem e masterização são assinadas por Matheus Moraes.
Curiosamente, “Deixe o Sepulcro” entrou no projeto de forma inesperada. A música foi escolhida na última semana de produção, após uma sugestão do produtor executivo. A decisão acabou se tornando parte de um plano maior: a canção integra um projeto que prevê o lançamento de quatro músicas ao longo de 2026.
Com uma mensagem centrada na esperança, na vitória de Cristo e no poder da ressurreição, “Deixe o Sepulcro” chega como um convite para que a Igreja levante sua voz e declare vida onde antes havia morte. Rafa diz que a versão desse sucesso internacional tem o potencial de se tornar uma declaração profética para a Igreja brasileira. Com refrão marcante e linguagem acessível, a música reúne elementos que favorecem sua execução em igrejas, conferências e momentos de adoração coletiva.
Ao falar com o público que vai ouvir e/ou assistir ao lançamento, o cantor deixa uma mensagem que resume o coração da canção: “Somos imagem e semelhança de Deus. Não fisicamente, mas no poder que Ele colocou em nós. Nossa voz pode mudar situações e alterar o futuro. Assim como Davi derrubou o gigante com uma funda, nossa voz é a funda que lança a palavra profética. Mesmo que exista morte, ela pode se transformar em vida.”
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Ouça a canção “Deixe O Sepulcro” na sua plataforma digital preferida. Aproveite para adicioná-la à sua playlist: https://onerpm.link/130190322013
A canção reúne vitórias e testemunhos em uma declaração de fé!
Foto: Jorge Bianco.
Milagres, livramentos, curas, restauração e vidas alcançadas. Há feitos de Deus que a memória humana não consegue dimensionar — e é justamente essa percepção que dá origem a “Incontáveis (Ao Vivo)”, novo lançamento do Ministério Mergulhar pela DMG. Parte do projeto “Avivamento”, a canção conduz o ouvinte por uma sequência de acontecimentos que revelam o poder e a fidelidade do Senhor.
A união do Ministério Mergulhar com AtituD e Filipe Lancaster reforça o caráter coletivo da canção, construída como uma declaração de louvor que pode ser compartilhada por todos aqueles que reconhecem a ação de Deus em suas histórias. As participações especiais ampliam a força da interpretação e contribuem para a atmosfera congregacional de “Incontáveis (Ao Vivo)”, uma canção que transforma testemunhos em adoração.
Versão de “Count ’Em”, composta por Charles Henry Bentley, Jacob Sooter e Michael Brandon Lake, “Incontáveis” percorre diferentes momentos da ação de Deus: o sepulcro vazio, mortos que ressuscitaram, cegos que voltaram a enxergar, inimigos vencidos, mares que se abriram, profecias que se cumpriram e pessoas que encontraram uma nova chance. A letra também traz para perto a realidade de tantos testemunhos que atravessam gerações, incluindo curas que desafiam diagnósticos, vidas libertas, perdoadas e restauradas.
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Ao reunir tantas manifestações da graça e do poder de Deus, a canção propõe mais do que uma lembrança individual. Ela transforma testemunhos em louvor e convida a Igreja a reconhecer que são incontáveis as razões para declarar a soberania do Senhor. No decorrer da música, a palavra “incontáveis” ganha novos significados: são vitórias, milagres, vidas transformadas e histórias que testemunham aquilo que Deus pode fazer.
Dentro da proposta do projeto “Avivamento”, a canção chega também como um convite pessoal à gratidão. Ao olhar para trás e reconhecer os milagres, livramentos e portas abertas que marcaram sua caminhada, cada pessoa pode encontrar sua própria lista — impossível de terminar — de razões para adorar ao Senhor. Com esse lançamento, o Ministério Mergulhar convida o público a fazer o mesmo movimento proposto pela canção: lembrar, reconhecer e declarar. Porque, diante de tudo o que Deus já fez e continua fazendo, talvez a resposta mais precisa seja justamente aquela que atravessa toda a música: “Tu És Senhor!”.
A canção resgata uma composição de Paulo Cezar sobre a volta de Cristo e o reencontro com aqueles que partiram na fé.
Há canções que não envelhecem porque continuam dizendo algo essencial ao coração de quem crê. “Autor da Minha Fé” é uma delas. Interpretada agora por Arianne, a música chega pela DMG como parte do projeto “Como Cantavam os Nossos Pais Vol. 2”, revisitando um dos mais conhecidos clássicos da música cristã brasileira. Composta pelo cantor, compositor e pastor Paulo Cezar, a canção nasceu no fim dos anos 1970 e carrega uma mensagem de esperança que permanece atual: a expectativa pela volta de Jesus Cristo e pelo reencontro definitivo com aqueles que partiram na fé.
A inspiração para a composição remonta à reflexão de Paulo Cezar sobre o capítulo 4 da primeira carta aos Tessalonicenses, texto bíblico que fala sobre a ressurreição dos mortos em Cristo e o encontro dos que creem com o Senhor. A partir dessa meditação, o compositor transformou em música uma das grandes esperanças da fé cristã: a certeza de que a morte não representa a palavra final e de que haverá um dia de reencontro na presença de Cristo.
Essa perspectiva ajuda a compreender a força do título. Ao apresentar Jesus como “Autor da Minha Fé”, além de reconhecer aquele em quem a esperança está fundamentada, a canção aponta para a origem da própria fé, que sustenta o cristão diante das incertezas do futuro. A mensagem é de consolo, mas também de expectativa: há uma promessa a ser aguardada e uma história que ainda terá seu capítulo definitivo.
O projeto “Como Cantavam os Nossos Pais 2” carrega em si um grande significado, com a participação de amigos como, Eyshila, Paulo Cesar Baruk, Marco Telles, Bruna Karla, Wesley Santos… Ao interpretar “Autor da Minha Fé”, Arianne se une a esse movimento de preservação e renovação da memória musical cristã. Mais do que revisitar uma canção histórica, o lançamento reafirma uma verdade que atravessa o tempo: a fé que sustenta hoje é a mesma que aponta para o dia em que a esperança se transformará em encontro… e todos poderão estar para sempre com o Senhor.
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“Que alegria regravar uma canção tão marcante e que carrega uma mensagem tão preciosa sobre a nossa esperança em Cristo. Chegará o dia em que veremos o nosso Senhor descer e contemplaremos a Sua glória juntos! Até lá, seguimos cantando: ‘glória ao Autor da nossa fé’!” (Arianne)
A canção integra o álbum “Gratidão” e celebra o sacrifício de Jesus, que tomou o lugar dos culpados para oferecer vida e liberdade.
Foto: Jorge Bianco.
“O mundo viu um carpinteiro. O céu conhecia o Rei.” É a partir desse contraste que Nilson Junior apresenta “Carpinteiro”, parte do álbum “Gratidão”. Com uma mensagem centrada na cruz, a canção conduz o ouvinte ao acontecimento que marcou para sempre a história: o sacrifício de Jesus, o Inocente que escolheu ocupar o lugar dos culpados.
Composição assinada por Nilson Junior, Eliezer Rezende e Luciana Peixoto, “Carpinteiro” percorre os acontecimentos que cercam a morte de Cristo e revela, em cada detalhe, a dimensão do Seu amor. O preço foi de sangue, o sangue de Jesus, os pecados foram levados ao Calvário e o véu do templo se rasgou. Aquilo que representava separação deu lugar ao livre acesso a Deus. A condenação que pertencia ao homem foi assumida por Jesus e Sua morte tornou-se o caminho para uma nova vida.
Mais do que narrar a crucificação, “Carpinteiro” aponta para aquilo que nasceu dela. A morte de Cristo não foi o fim, mas o começo de uma nova realidade para aqueles que creem: reconciliação com Deus, liberdade e a possibilidade de viver uma história completamente transformada. “Tudo novo Ele fez” resume a esperança que atravessa a canção.
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Ao integrar o álbum “Gratidão”, o lançamento também ganha uma dimensão de reconhecimento. A trajetória de Nilson Junior mostra relevância que sua música vem conquistando, consolidando um alcance cada vez maior junto ao público cristão. Esse crescimento reforça a presença de Nilson no cenário da música cristã e amplia a dimensão do álbum “Gratidão”, que chega como mais um capítulo importante de sua trajetória.
Com “Carpinteiro”, Nilson Junior convida o público a olhar novamente para a cruz — não apenas como o lugar onde Jesus morreu, mas como o lugar onde a distância acabou, a condenação foi substituída pela graça e a morte deu lugar à vida. Como Nilson Junior declara, “o carpinteiro que o mundo viu era, afinal, o Rei que veio para salvar!”.
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