Música envolvente que convida a um recálculo de rota para caminhar na presença de Deus.
Foto: Moskitto.
Muitas vezes, o maior algoz do ser humano é a sua própria consciência, que o impede de receber o perdão de Deus embora Ele já o tenha liberado. A canção autoral “Onde Eu Poderia Ir?”, que o cantor e compositor carioca Rafah lança pela gravadora Graça Music, com o collab do rapper O Peter, aborda esse assunto de forma bem direta. A música foi composta no início de 2025 já com o intuito de ser um feat., uma experiência compartilhada, “pois a letra reflete a realidade de muitas pessoas que, ao caírem, rendem-se às acusações de Satanás em vez de acreditarem que Deus deseja que elas se levantem e que, acima de tudo, Ele é poderoso para levantá-las”.
Recálculo de rota – essa é a mensagem central dessa canção ritmada e envolvente que fala da única rota para a verdadeira felicidade. Versos como, “E é por isso que eu não consigo viver longe da Tua presença, Onde eu poderia ir se eu preciso ouvir as palavras de vida eterna […] Só Tu tens as palavras de vida eterna, É por isso que eu não consigo viver longe da Tua presença”, falam sobre a importância de uma vida pautada pelas palavras de Jesus.
Dentre as músicas que Rafah tem para lançar, ele acredita que o tema de “Onde Eu Poderia Ir?” seja o de maior urgência: “Somos falhos, erramos e vamos continuar errando, o que não podemos é desistir de caminhar na presença de Deus.”
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Essa canção tem um significado muito forte para Rafah, pois ele já esteve afastado da presença de Deus depois de tê-lo conhecido: “Satanás aproveitou essa brecha e conseguiu me manter afastado um bom tempo. Ele me fez acreditar que, por causa dos meus erros, eu não era digno de voltar à presença do Senhor. Entretanto, recebemos o perdão de Deus não porque merecemos, não se trata de sermos dignos dele, pois o recebemos somente pela graça e pela misericórdia de Deus.”
O single foi gravado no home estúdio do produtor A-Jay, em Mogi das Cruzes (SP); o clipe, nas ruas de São Paulo, capital. A participação de O Peter foi muito especial para Rafah, que o considera “uma pessoa incrível, que se tornou um grande amigo”.
Durante a gravação nas ruas de São Paulo, eles foram abordados por uma pessoa que disse ter nascido em berço cristão e que fez opções muito particulares. Ela perguntou se Rafah era influencer, ao que ele respondeu que sim, mas “influencer de Jesus”. Rafa e a equipe oraram por aquela pessoa; depois, o cantor a abraçou bem forte “para que ela tivesse certeza de que Deus o ama muito”.
O cantor e compositor Rafah, Rafael Ferreira Neves, nasceu e foi criado em Madureira, Rio de Janeiro (RJ). Aos 14 anos, depois do falecimento do seu pai e de um tempo de dor e luto, encontrou na música um modo de expor seus sentimentos e buscar alívio para a tristeza pela ausência do pai. Ele compôs muitas canções e desenvolveu ainda mais o seu talento e o amor pela música. Rafah montou com amigos a Banda F292 (2002), na qual era o vocalista. Em 2008, participou do programa Ídolos, no SBT e, em 2010, foi o vencedor do Prêmio Musique 2010, tornando-se parceiro do cantor Dinho, da banda Capital Inicial, na canção “Alguém”. Em 2011, apresentou-se no festival Rock In Rio. Hoje, cumprindo o chamado musical que Deus lhe deu, Rafah segue compondo, cantando e anunciando as boas novas do Evangelho, o amor do Pai e do Seu Filho, Jesus Cristo, e a Salvação que encontramos somente nEle. Agora, fazendo parte do cast da gravadora Graça Music, ele usa seus dons e talentos para glorificar o Senhor e oferecer músicas de qualidade para o público.
“Essa música tem vários momentos e seu ambiente muda do início ao fim, vai progredindo até se tornar bem dançante. Que ela gere em seu coração reflexão, arrependimento e redenção. Que essa canção aproxime você ainda mais do Senhor.” (Rafah)
Essa música marca uma fase de expansão artística, na qual a dupla retoma com força o sertanejo como instrumento para comunicar a fé, mantendo Jesus no centro das mensagens.
Foto: Jorge Bianco.
André e Felipe lançam a canção “Estações”, pela Uni Records, dando início ao projeto de mesmo nome, dividido em dois EPs: um com canções mais festivas e outro no estilo adoração/worship. O projeto, que une elementos do pop, sertanejo, piseiro, adoração e vaneira, inclui faixas como “Hoje Eu Tenho Tudo” (com Jottapê), “Era A Mão de Deus” (com Daniel), “Como Eu Te Amo Deus”, “Foi Por Mim”, “Mergulhar”, “O Rosto de Cristo”, “Recomeçar”, “Os Sonhos de Deus” e “Jesus Te Ama de Graça”.
“Estações” marca uma fase de expansão artística, na qual a dupla retoma com força o sertanejo como instrumento para comunicar a fé, mantendo Jesus no centro das mensagens. Conhecidos nacionalmente desde o início da década de 2010 com sucessos como “Chuva de Poder”, “Acelera e Pisa” e “Adore”, André e Felipe exploraram estilos congregacionais nos últimos anos, especialmente na pandemia. Agora, iniciam um novo ciclo que reafirma suas raízes sertanejas e direciona seus próximos lançamentos.
A canção “Estações” nasceu das experiências pessoais de André e Felipe com Deus e das diferentes situações que já enfrentaram. Durante um devocional, enquanto pediam a Deus uma música que expressasse os dilemas, as dificuldades e mudanças das “estações” da vida, a melodia e a letra começaram a surgir de forma natural. Assim como as demais faixas do projeto, essa canção foi inspirada diretamente na oração e na busca pela direção de Deus.
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Inspirados em Daniel 2:21, que diz, “[…] é ele quem muda os tempos e as estações”, André e Felipe creem que Deus está conduzindo a dupla a uma nova estação ministerial. Eles afirmam que esse projeto representa esse novo tempo, marcado pelo retorno ao estilo sertanejo — suas raízes e preferência musical. A dupla vive grande expectativa sobre o que Deus fará por meio dessas canções e se mantém firme na promessa de um tempo novo e surpreendente da parte de Deus para o ministério, realmente uma nova estação ministerial.
O nome do projeto surgiu naturalmente a partir da primeira canção, “Estações”, que fala sobre os diferentes períodos da vida cristã. A dupla explica que, por vezes, as pessoas enfrentam “invernos” de lutas e silêncio, como se o céu fosse de bronze e Deus não estivesse ouvindo as nossas orações, mas que Ele sempre nos conduz à “primavera”, quando tudo volta a florescer e se mover.
Nos bastidores, a dupla viveu momentos marcantes. Tanto a equipe quanto eles mesmos estavam muito sensíveis, resultado de um longo período de oração e preparo. No dia da gravação, perceberam claramente o cuidado de Deus: o ambiente estava leve, agradável e tudo fluiu de forma natural.
“Desejamos profundamente que as pessoas se identifiquem com esse repertório, que é alegre, para cima e traz também algumas canções clássicas em nova roupagem, como a que fala sobre o rosto de Cristo. O resultado é um repertório diferente de tudo o que já gravamos, mas totalmente alinhado com a nossa identidade, especialmente agora que retomamos o sertanejo, estilo que é a nossa essência. Nosso desejo é que, aonde essas canções chegarem, haja transformação, milagres, renovo, esperança e alegria no coração daquele que está triste.” (André e Felipe)
A cantora Íris Vianna anuncia o lançamento de sua nova canção, “O Soberano”, faixa integrante do seu mais novo EP intitulado Foi Deus. Com uma atmosfera de profunda reverência e entrega, o lançamento marca um momento especial na jornada artística e espiritual da cantora, consolidando sua identidade musical dentro da adoração cristã contemporânea.
Uma composição que nasce do coração para o coração
“O Soberano” é uma composição de Michelle dy Souza, professora de canto, diretora vocal de Íris e integrante da Bonfim Music. A música carrega a essência da fé de sua compositora: a convicção de que Deus deve ser adorado não apenas por aquilo que faz, mas por quem Ele é — soberano, eterno, sábio e misericordioso.
A identificação de Íris com a obra foi imediata
“Quando a Michelle me apresentou essa canção, eu me apaixonei pela melodia e pela mensagem. Sentimos que ela conversava perfeitamente com o estilo musical e vocal deste EP”, relata a cantora.
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Mensagem central: adoração ao Deus que reina sobre tudo
A música propõe uma reflexão profunda sobre o verdadeiro sentido da adoração: reconhecer a grandeza de Deus independentemente das circunstâncias. Em sua interpretação, Íris busca trazer a emoção dessa entrega: “Essa música me leva a refletir sobre o verdadeiro sentido da minha adoração. Ela me convida a adorar ao Senhor pelo que Ele é, reconhecendo minha fragilidade diante da grandeza d’Ele.”
Produção musical e videoclipe
A canção foi gravada no StudioOn, em Angra dos Reis, com captação de voz realizada por Rafael Bitencourt. A direção vocal ficou aos cuidados de Michelle dy Souza, garantindo fidelidade à interpretação espiritual e técnica da artista. A produção musical é assinada por Léo Castro, responsável por traduzir em arranjos a atmosfera de reverência presente na composição. O videoclipe oficial foi gravado no estúdio da Bonfim Music, reforçando a estética intimista e emocional que acompanha o lançamento.
Ficha Técnica – “O Soberano”
Intérprete: Íris Vianna
Composição: Michelle dy Souza
Direção vocal: Michelle dy Souza
Produção musical: Léo Castro
Gravação de voz: Rafael Bitencourt (StudioOn – Angra dos Reis)
Videoclipe: Estúdio Bonfim Music
Mensagem da Íris Vianna ao público
“Que essa canção te envolva de forma a te levar a um outro nível de adoração, pois Deus busca quem o adore em espírito e em verdade. O Senhor merece ser adorado por tudo que Ele é, não apenas pelo que faz ou pelo que desejamos que Ele faça. Ele é O Soberano, e isso basta.”
Celebrando seus dez anos de ministério com um álbum dedicado a Deus e à Igreja, o cantor dá continuidade ao projeto com uma canção afirmando que Jesus é o centro de tudo, o foco de toda a adoração.
Foto: Trumpas.
A mensagem central de “Aleluia Santo” é afirmar que Jesus é o centro de tudo: da adoração, da Igreja, da arte e de qualquer forma de visibilidade. A canção foi escrita para transmitir a ideia de algo que não termina, refletindo o louvor eterno descrito na Bíblia. Eles precisaram diminuir o áudio, mas foi bem difícil fazê-lo: “Ela se repete, retorna e carrega a essência de continuidade, expressa também na letra, que diz: ‘Tudo passará, tudo ficará, mas nada para essa canção’. A Bíblia diz que continuaremos louvando ‘Santo, Santo, Santo’ no céu, com Jesus, com os anjos, para o Senhor. Estaremos o tempo todo cantando: ‘Aleluia Santo!’.”
Contar com Chandler Moore neste projeto foi especialmente significativo para Marcos Freire, que já admirava seu ministério e o trabalho com o Maverick City. Marcos o convidou pelo Instagram, seguindo uma direção de Deus e com palavras específicas que Ele lhe dera para esse chamado. Chandler respondeu imediatamente, dizendo que aceitava e compartilhando que estava orando para que Deus lhe mostrasse um ministro brasileiro com quem colaborar – e que o convite de Marcos foi exatamente resposta a essa oração. Logo no início, Chandler se dispôs a participar, convidando Marcos para escreverem a música juntos e gravá-la no projeto.
A participação de Chandler Moore se destacou pela espontaneidade, criatividade e alegria, que trouxeram leveza ao momento da gravação. Marcos Freire esteve em Los Angeles para compor a música com ele durante dois dias, resultando em uma canção autoral, com características tanto de Chandler quanto de Marcos. A música é universal, mas incorpora elementos típicos da música brasileira — notas, acordes e sonoridades — criando forte identificação com as igrejas do Brasil.
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Com mais de milhões de reproduções acumuladas nas plataformas digitais, Chandler Moore se consolida como uma referência global da música de adoração contemporânea. Sua trajetória tem alcançado igrejas e comunidades cristãs ao redor do mundo, conduzindo pessoas a um ambiente de intimidade com Deus por meio de canções que transcendem fronteiras culturais, idiomas e contextos.
No cenário nacional, Marcos Freire se firma como uma das vozes mais consistentes e relevantes da música cristã brasileira, o cantor e compositor mantém forte presença no meio congregacional e nas plataformas digitais, refletindo uma conexão profunda com o público cristão. Entre seus destaques, a canção “Yahweh Se Manifestará” ultrapassa 33 milhões de execuções, evidenciando o impacto de sua música na edificação da fé e na vida das igrejas.
A união desses dois ministérios vai além de uma colaboração musical, representa o encontro de expressões de adoração que compartilham um mesmo propósito – glorificar a Deus e servir à Igreja. Essa parceria reforça o poder da música cristã como instrumento de unidade, comunhão e transformação espiritual, ampliando o alcance da mensagem do Evangelho entre nações, culturas e gerações.
“Eu desejo que essa mensagem alcance verdadeiramente o nosso coração. Muitas vezes, cantamos apenas por repetir o que ouvimos, e esta canção vem para romper isso, trazendo de volta o verdadeiro sentido da adoração: colocar Jesus no centro de tudo. Em meio a tanta performance e tanto foco no mensageiro, o propósito final nunca somos nós, o foco de tudo o que fazemos é apontar para Jesus, a nossa vida deve anunciar Jesus. Que esta canção nos conduza novamente à essência da adoração: exaltar o nome de Deus e adorá-lo em espírito e em verdade.” (Marcos Freire)
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