Em cerimônia realizada em São Paulo, com a presença de vários nomes da música evangélica, Kátia Rosa e Kira Garcêz foram condecoradas com os prêmios de “Melhor Compositora” e “Revelação” respectivamente.
Duas grandes representantes da música cristã no Brasil. De um lado, a cantora e compositora Kátia Rosa, capixaba e líder do Aliança do Tabernáculo. Um ministério tradicional e reconhecido nacionalmente há mais de 20 anos. Não é sem motivo que Kátia conquistou o prêmio de “Melhor Compositora”. Assim que começou a compor, ficou claro que suas canções eram inspiradas por Deus e que logo seriam cantadas nas igrejas do país.
Do outro lado, Kira Garcêz com uma história de vida inspiradora. A cantora sertaneja, que nasceu em Feira de Santana, Bahia, foi criada em uma família tradicionalmente circense, que, até hoje, segue nessa arte. Kira rodou o Brasil inteiro com a família fazendo várias apresentações e conhecendo muitos estados brasileiros. Iniciou sua carreira aos 16 anos, gravando o seu primeiro CD. Hoje ela se destaca na música gospel com sua potente voz. Uma das grandes revelações da música sertaneja feminina.
Ambas com milhões de visualizações no YouTube e números expressivos de players nas plataformas de streamings. As cantoras estiveram presentes em uma das maiores premiações do segmento gospel, acompanhadas pela manager, Margarida Bucater, da agência Bucater.com. A cerimônia foi realizada no dia 10 de outubro de 2022, às 19h, no auditório Simón Bólivar, em São Paulo (SP). A inscrição para o público foi gratuita por meio da plataforma Eventibrite. O prêmio “Melhores do Ano Gospel” é uma realização da RM Entretenimento, cujos idealizadores são os empresários, Raquel Modesto e Samuel Modesto.
Kátia Rosa, que faz parte do cast da Fluve Som Livre, diz o quanto significou para ela receber esse prêmio: “Estar no palco agradecendo a Deus e ao público, foi um sonho que se concretizou, pois há 20 anos recebi uma promessa de Deus para a minha vida e ministério. E agora o Senhor me fez viver essa realização. Foi tudo muito especial e emocionante. Sem dúvida, um momento ímpar na minha carreira.”
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A cantora capixaba agradece pela conquista: “Acredito piamente no meu chamado e na promessa que Deus me fez há alguns anos. Nada do que eu fale pode expressar o tamanho da gratidão que tenho a Deus e, também, à minha manager, Margarida Bucater, que foi usada por Ele para preparar esse caminho tão especial”, enfatiza Kátia que, em breve, vai inaugurar a Igreja Aliança do Tabernáculo da qual será a pastora presidente.
Kátia ainda antecipa as novidades do seu ministério para o público: “Em breve vocês vão conhecer o meu novo EP, intitulado ‘Eclésia’, com canções que se reportam à Igreja que foi chamada para anunciar as boas novas do Senhor fora das quatro paredes do templo.”
Já a cantora sertaneja Kira Garcêz, que faz parte do castraíSys Music, maior projeto sertanejo gospel do Brasil, braço da gravadora Todah Music, fala da emoção pelo prêmio recebido na categoria “Revelação”: “Poder estar ali e glorificar o nome do Senhor em uma premiação tão importante como esta foi realmente algo incrível. Fiquei como quem sonha! Este foi o primeiro troféu da minha carreira. Um privilégio dado por Deus em reconhecimento ao trabalho que eu e minha amada equipe estamos fazendo. Por isso esse prêmio significou muito para mim. Parabenizo a todos os envolvidos, em especial, aos queridos, Raquel Modesto e Samuel Modesto. Agradeço ao meu amado esposo e à minha família pelo apoio. À minha querida manager, Margarida Bucater, por toda dedicação ao meu ministério. Ela é alguém que acreditou e acredita muito em mim. Agradeço também à minha gravadora tão abençoada, Todah Music, em nome do Pr. Osmar Goulart, Alessandro Porfírio e Giovani Mandelli, por todo apoio e cuidado com a minha carreira. Gratidão resume este momento”, retribui o carinho a baiana Kira Garcêz que já está em produção dos seus próximos lançamentos: “Vem aí canções lindas, que têm falado muito comigo e tenho certeza que irão falar com vocês também. Fiquem ligados nas minhas redes sociais.”
A banda Ordonay lança neste 2 de outubro de 2026, o single “Não Subirá”, uma composição que propõe uma reflexão crítica sobre o uso de estruturas religiosas para promover projetos políticos de poder. A música chega ao público justamente durante o período eleitoral e ganha também uma versão em videoclipe. O trabalho conta ainda com a participação especial do pastor e teólogo Yago Martins, conhecido pelo canal Dois Dedos de Teologia.
A proposta de “Não Subirá” parte de uma inquietação recorrente na trajetória da Ordonay, tensionar questões consideradas problemáticas dentro do próprio ambiente cristão. Segundo Dedel Marx, vocalista da banda, a música questiona situações em que igrejas, ministérios e outras estruturas religiosas passam a ser utilizadas para favorecer determinados projetos políticos.
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A composição de Yago Martins nasceu inicialmente como uma poesia. O texto surgiu a partir da observação de situações em que pastores, na visão do teólogo, passam a associar seus ministérios a projetos de poder humano, abrindo espaços tradicionalmente religiosos para a atuação de políticos e transformando ambientes e plataformas de comunicação em espaços de discurso eleitoral.
Na letra, essa discussão é conduzida para uma perspectiva ligada à escatologia cristã. A ideia central é que muitas pessoas podem alcançar posições de destaque e poder na sociedade, mas isso não significa que estarão entre aqueles que participarão da volta de Jesus, apresentado na composição como aquele que está acima de reis, políticos e presidentes.
Yago Martins se une à Ordonay
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A participação de Yago Martins surgiu depois que o teólogo conheceu o trabalho da Ordonay por meio de vídeos recomendados em seu canal. De acordo com Dedel Marx, Yago afirmou ter escrito algo que considerava ter a identidade da banda. A partir daí, surgiu a possibilidade de transformar aquela composição em uma colaboração musical.
Para a Ordonay, a parceria representa também um encontro entre diferentes áreas de atuação dentro do universo cristão. Além da participação de Yago apresentar a banda a parte do público que acompanha seu trabalho na internet, a gravação proporcionou ao grupo a oportunidade de criar ao lado de um teólogo cuja produção alcançou grande circulação no ambiente digital brasileiro.
Musicalmente, “Não Subirá” transita pelo nu metal e pelo funkcore, estilos que, segundo Dedel, dialogam com a intensidade dos temas abordados. A escolha procura acompanhar a atmosfera de confronto e questionamento presente na composição, mantendo a identidade construída pela banda ao longo de sua trajetória no cenário independente.
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A produção foi assinada por toda a Ordonay. Fábio Augusto assume a bateria e também responde pela mixagem e masterização; Dedel Marx está nos vocais; Jimmy Bontempo toca baixo; e Thiago de Gouveia P.A. assume as guitarras. Yago Martins participa como compositor. O videoclipe foi dirigido por Zé Maurício, com edição de Juninho Vibration.
Confira o videoclipe:
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“Não Subirá” chega durante o período eleitoral
O lançamento em outubro coloca “Não Subirá” em um contexto particularmente relacionado ao tema abordado pela música. Em um momento em que o debate político ganha espaço na sociedade, a Ordonay apresenta uma obra que direciona sua crítica não a uma candidatura específica, mas à utilização de estruturas religiosas e da autoridade de lideranças para promover projetos políticos.
Para Dedel Marx, a expectativa é que a música provoque reflexão sobre aquilo que define como uma “perversão da fé em detrimento de projetos políticos de poder”. A proposta da banda é levar o ouvinte a pensar sobre os limites entre a expressão da fé e a utilização de sua estrutura, linguagem e influência para finalidades políticas.
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Com o videoclipe programado para 3 de outubro, “Não Subirá” amplia a discussão proposta pelo single para o campo audiovisual. A produção acompanha a identidade da música e reforça a intenção da Ordonay de utilizar sua produção artística para abordar questões que atravessam o cotidiano de sua comunidade de origem e do ambiente cristão.
Ordonay chega aos 15 anos de trajetória
A história da Ordonay começou em 2011, na periferia de Brasília, quando três amigos que estudavam na mesma escola e frequentavam a mesma igreja decidiram formar uma banda para participar de um festival de música promovido pelo colégio. Inicialmente chamada Newday, a formação passou a desenvolver composições próprias e a se apresentar em igrejas.
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Em 2014, o grupo lançou seu primeiro EP, gravado em um home studio em Valparaíso de Goiás. Entre 2014 e 2018, a banda ampliou sua circulação pelo cenário independente, passando por pubs, saraus, casas de show, campeonatos de skate, festas e outros eventos no Distrito Federal e entorno. Em 2018, lançou a primeira edição do “Ordonay Roots Sessions”, gravada na Igreja Assembleia de Deus no Céu Azul.
Após a saída do vocalista no final de 2019, a Ordonay entrou em hiato. As atividades foram retomadas em janeiro de 2023, com o retorno de Dedel Marx e a entrada de Fábio Augusto como baterista e membro oficial. Naquele mesmo ano, a banda lançou os EPs “Vanguarda Pacificadora” e “De nada serve a luz se não for pra iluminar”.
Em 2025, o grupo lançou “Não à toa o inferno é quente”, seu primeiro álbum completo, com uma proposta conceitual relacionada à experiência de situações associadas à ideia de um “inferno na Terra” e a temas como ira e justiça divina. Em 2026, a Ordonay apresentou a segunda edição do “Ordonay Roots Sessions” e oficializou Jimmy Bontempo e Thiago Gouveia P.A. como integrantes da formação.
Vindos do interior do Amazonas, do Paraná e do Pará, os três chegam ao escritório fundado por Jadson Aguiar dentro do movimento de revelar e desenvolver novos talentos da música cristã.
A Aguiar MultiMusic anuncia a chegada de três novos nomes ao seu casting: Jessé Brandão, Bruna Emilly e Lívia Maria. Em estágios diferentes de carreira, os três têm em comum o mesmo ponto de partida, o louvor nas igrejas, e agora passam a contar com a estrutura de um dos maiores escritórios do país no segmento gospel.
Jessé Brandão, a canção que veio antes da despedida
Nascido em Manaquiri, no interior do Amazonas, Jessé Brandão passou a cantar por volta dos oito anos, dentro da igreja. Hoje mora em Palmas, é membro da Assembleia de Deus Plenitude e reúne mais de 540 mil seguidores no Instagram. O trabalho que mais o aproximou do público carrega uma história que ele mesmo faz questão de contar: “Não Vivo Sem Tua Presença” foi escrita em novembro de 2023, depois de três dias de oração, jejum e adoração, e dias depois ele perdeu a mãe. A canção que havia nascido em um momento de busca acabou se tornando o amparo dele na maior dor que já viveu. Completam o repertório “Volta Pra Mim”, “Eis-me Aqui”, “Então Lute” e “Tudo Perda”, além do single “Imenso Amor”, lançado neste ano.
Bruna Emilly, a música que chegou antes do encontro
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A história de Bruna Emilly começa antes da conversão. Aos 10 anos, era a única da família a frequentar a igreja, e foi nesse período que a avó, já falecida, ouviu uma canção criada pela neta e reconheceu ali um dom que vinha de Deus. Bruna já compunha antes de conhecer a Jesus, e só depois entendeu que a música estava em sua história antes mesmo de ela compreender o chamado. O encontro veio com uma mudança de estado: saiu de São Paulo, foi morar no Paraná e foi lá que a vida dela mudou de direção. Hoje vive em Francisco Beltrão, é membro da Assembleia de Deus e atua como ministra de louvor, com trabalhos como “Carta Viva”, “Um Novo Dia”, “Santidade” e “Nada Além de Ti”. Na avaliação do escritório, o diferencial dela está na versatilidade vocal, transitando entre o congregacional, a linha pentecostal e até o sertanejo gospel.
Lívia Maria, do interior do Pará para a estrada
Natural de Jacundá, no sudeste do Pará, Lívia Maria foi a primeira a assinar dentro desse movimento. Antes de existir qualquer estrutura profissional, ela já cumpria agendas e ministrava em congregações e eventos cristãos. Sua identidade musical se aproxima do worship e do congregacional, com canções voltadas à adoração e à presença de Deus, e a potência vocal permite que transite também por elementos da linha pentecostal. O passo que começa agora é o de construir repertório próprio e projetos autorais. Uma frase que ela sempre cita resume o momento: “O chamado não espera você estar pronto, ele te molda no caminho”.
Três caminhadas, um mesmo propósito
Os três chegam em estágios diferentes, mas com a mesma origem: o louvor nas igrejas, longe dos holofotes. É nesse tipo de história que a Aguiar MultiMusic tem concentrado sua atenção ao investir em novos talentos, oferecendo estrutura de agenda, posicionamento e estratégia a quem já carrega ministério e mensagem.
“A gente olha para o chamado antes de olhar para o tamanho do nome. Jessé, Bruna e Lívia têm história, têm ministério e têm voz. Poder caminhar com eles nesse começo é motivo de muita gratidão a Deus”, diz Jadson Aguiar, fundador e CEO da Aguiar MultiMusic.
O primeiro single do álbum “O Salmista”, a canção fala sobre a volta de Jesus, a promessa da eternidade com Cristo e a esperança daqueles que aguardam a Nova Jerusalém.
Marquinhos Gomes apresenta “Nova Jerusalém”, primeira canção de seu novo álbum, “O Salmista”. Em collab com Samuel Messias, a canção, composta pelos dois artistas, conduz o ouvinte a uma reflexão sobre a volta de Jesus e a promessa de uma eternidade na presença de Deus.
A música surgiu a partir de uma experiência vivida por Marquinhos durante o período da pandemia. Em meio a um cenário marcado por perdas, incertezas e morte, o cantor compôs a canção em parceria com Samuel Messias, trazendo para a letra a expectativa pelo dia em que Cristo buscará Sua Igreja. A mensagem percorre temas como o encontro com Jesus, a preparação para Sua volta e a certeza de que, na eternidade, “a dor ali não haverá, todo choro cessará”. Assim, “Nova Jerusalém” transforma a expectativa pela eternidade em uma declaração de fé e esperança.
A parceria com Samuel Messias também carrega um significado especial para Marquinhos. Antes mesmo de o cantor conversar com Samuel sobre a participação no projeto, o artista havia contado que sonhara, durante a madrugada, com um álbum chamado “O Salmista”. Para Marquinhos, a experiência representou uma confirmação de Deus, já que o projeto com esse mesmo nome já estava sendo produzido em estúdio. “Foi uma resposta de Deus”, resume o cantor sobre a participação de Samuel no álbum.
“O Salmista” reúne canções inspiradas em passagens e verdades da Palavra de Deus, recebidas por Marquinhos durante um período especial vivido na Estância Paraíso, em Sabará (MG). Cercado por natureza e reservado para momentos de busca por Deus, cura e libertação, o local marcou uma fase de intensa experiência espiritual para o cantor. A partir desse período, novas composições começaram a ganhar forma e, agora, serão apresentadas ao público em uma sequência de lançamentos que contará também com participações especiais.
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Ao abrir o ciclo de lançamentos de “O Salmista”, “Nova Jerusalém” apresenta ao público uma das verdades centrais do projeto: a esperança de que a história não termina nas circunstâncias presentes, mas aponta para a eternidade com Cristo. Entre o clamor “Maranata! Ora vem, Senhor Jesus” e a expectativa de contemplar a cidade do Rei, Marquinhos Gomes e Samuel Messias convidam o público a voltar os olhos para a promessa e para o dia em que “‘a morte não terá poder, pois meu Cristo vivo… Ele Vivo está’.”
Com produção musical de Marquinhos Gomes e Tadeu Shuffs, “Nova Jerusalém” foi gravada no Estúdio Céu Music, com mixagem de Léo Simões. A produção executiva é de Sem Limites Music Produções e Labidad Music, por Márcio Moreira e Vanessa Bicalho. O videoclipe tem direção de Aquino Silva, com maquiagem de Mariana Mattos e styling de Marquinhos Gomes, assinado pela LM Custom (miloarte2022).
“‘Nova Jerusalém’ nasceu em um período marcante da minha vida e carrega uma mensagem que continua muito viva no meu coração: a esperança da volta de Jesus e da eternidade com Ele. Minha oração é que essa canção faça você olhar para essa promessa com fé e esperança e se lembrar de que, em breve, veremos a cidade do nosso Rei.” (Marquinhos Gomes)
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