Uma abordagem reflexiva sobre a responsabilidade do cristão de amar ao próximo como a si mesmo e cumprir o Ide de Jesus.
Foto/Luiza Machado.
A cantora Luma Elpidio, lança, pelo Selo Le Music, a bela canção autoral “Reino de Deus”, mais uma das quatro músicas que compõem o EP “Pés Descalços (Acústico)”, prévia de um álbum completo, com 10 canções inéditas, que Luma está produzindo em estúdio. A música “Reino de Deus” foi composta dentro de um barco, saindo da ilha do Marajó rumo a Belém (PA). Luma regressava de uma viagem missionária voltada para assistência a crianças em situação de abuso e negligência. Ao entrar no barco para ir embora da ilha, tendo todos os seus conceitos e prioridades questionados internamente, a cantora escreveu “quando tudo se acabar, o que eu terei construído: meu império, meu castelo ou liberdade aos cativos?”. Ela acredita que essa canção seja um convite à reflexão e um confronto para a vida de todo cristão, levando-o a se questionar se tem vivido para si mesmo ou cumprido o Ide de Jesus (Marcos 16.15), vivendo para o próximo, amando-o como a si mesmo. Baseada em Romanos 8.19, nessa versão acústica, a canção vem com voz, violão e pad.
Essa é uma canção muito especial para Luma, pois marcou um momento inesquecível da sua vida, que foi a viagem missionária à Ilha do Marajó: “O trabalho que realizamos com crianças em situação de abuso e negligência me marcou muito! Aquelas crianças me fizeram refletir sobre o nosso papel como cristãos, sobre a nossa responsabilidade de amar ao próximo como a nós mesmos e de cumprir o Ide de Jesus. Ela se tornou uma canção icônica para mim!”
O single “Reino de Deus” foi gravado em Florianópolis (SC), ao vivo, na Casa Jardim Giselle (@casajardimgiselle), em versão voz e violão, enquanto simultaneamente gravava o vídeo. Essa canção também virá em uma versão deluxe, em estúdio, e com muito mais instrumentos, no álbum da cantora que está em produção. A direção geral desse trabalho foi da própria Luma Elpidio. Direção de vídeo: Ricardo Henrique. Direção musical: Davi Martins. Captação, mixagem e masterização: Dan Mezadri. Cenário: Stephanie Cadó.
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Luma quase nunca compõe sem ter um instrumento consigo, mas no caso dessa música, ela sentia uma urgência tão grande de pôr em palavras o que Deus estava falando com ela naquela missão, que a compôs no caminho, antes mesmo de chegar em casa, e sem nenhum instrumento, apenas na voz. Só depois é que pôde pegar o violão e encontrar a harmonia para aquela letra já criada.
Luma Elpidio, pastora, cantora, compositora e escritora, 30 anos, é casada com Igor Siracusa e mãe do Henry e do Matteo. Natural de Niterói (RJ), começou a compor canções de adoração a Deus aos 13 anos de idade. Em 2014, gravou seu primeiro single, “Quem És Pra Mim”. Depois disso, movida pelo amor a Deus, à música e ao seu chamado, Luma abandonou a faculdade de Direito e se dedicou integralmente ao universo da música. Em fevereiro de 2016, lançou seu segundo single, “Liberta-me de mim”; em julho do mesmo ano, veio o seu primeiro álbum, de mesmo título, contendo 13 canções autorais. Depois vieram: “Que Amor É Esse” (single), “Tua Glória” (EP), “Pra Todo Mundo Ouvir” (EP) e, agora, Luma lança seu mais novo EP, “Pés Descalços”, entre outras canções e feats.
Desde então, com um chamado para as nações, além do Brasil, ela tem sido levada por Deus a ministrar nos mais diversos países da América do Norte, Europa e Ásia. Dentre os lugares onde já se apresentou, estão Estados Unidos, Inglaterra, Irlanda, França, Itália, Suíça, Espanha, Portugal, Turquia, Israel, Japão e Angola. Em 2019, fundou o selo musical “Le Music”, no qual mentoria e investe em novos talentos da música cristã. Em 2022, fundou a plataforma Estudantes de Deus, uma comunidade on-line de Ensino Bíblico onde a própria Luma e outros mestres dão aulas de estudo aprofundado na Palavra.
Recentemente, em agosto, iniciou seu podcast “De Tudo Um Pod”, onde fala abertamente sobre os mais diversos assuntos da vida. Junto a isso, está trabalhando na produção do seu próximo álbum, que chegará no ano de 2026.
“Com esta canção, ‘Reino de Deus’, quero lembrar a todos que o Evangelho é simples e que os dois maiores mandamentos são: amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a si mesmo. Precisamos voltar à essência do Evangelho e não fugirmos da Cruz. Assim como Jesus morreu nela por amor a nós, também devemos buscar viver pelo próximo e não apenas por nós mesmos.” (Luma Elpidio)
A canção reúne vitórias e testemunhos em uma declaração de fé!
Foto: Jorge Bianco.
Milagres, livramentos, curas, restauração e vidas alcançadas. Há feitos de Deus que a memória humana não consegue dimensionar — e é justamente essa percepção que dá origem a “Incontáveis (Ao Vivo)”, novo lançamento do Ministério Mergulhar pela DMG. Parte do projeto “Avivamento”, a canção conduz o ouvinte por uma sequência de acontecimentos que revelam o poder e a fidelidade do Senhor.
A união do Ministério Mergulhar com AtituD e Filipe Lancaster reforça o caráter coletivo da canção, construída como uma declaração de louvor que pode ser compartilhada por todos aqueles que reconhecem a ação de Deus em suas histórias. As participações especiais ampliam a força da interpretação e contribuem para a atmosfera congregacional de “Incontáveis (Ao Vivo)”, uma canção que transforma testemunhos em adoração.
Versão de “Count ’Em”, composta por Charles Henry Bentley, Jacob Sooter e Michael Brandon Lake, “Incontáveis” percorre diferentes momentos da ação de Deus: o sepulcro vazio, mortos que ressuscitaram, cegos que voltaram a enxergar, inimigos vencidos, mares que se abriram, profecias que se cumpriram e pessoas que encontraram uma nova chance. A letra também traz para perto a realidade de tantos testemunhos que atravessam gerações, incluindo curas que desafiam diagnósticos, vidas libertas, perdoadas e restauradas.
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Ao reunir tantas manifestações da graça e do poder de Deus, a canção propõe mais do que uma lembrança individual. Ela transforma testemunhos em louvor e convida a Igreja a reconhecer que são incontáveis as razões para declarar a soberania do Senhor. No decorrer da música, a palavra “incontáveis” ganha novos significados: são vitórias, milagres, vidas transformadas e histórias que testemunham aquilo que Deus pode fazer.
Dentro da proposta do projeto “Avivamento”, a canção chega também como um convite pessoal à gratidão. Ao olhar para trás e reconhecer os milagres, livramentos e portas abertas que marcaram sua caminhada, cada pessoa pode encontrar sua própria lista — impossível de terminar — de razões para adorar ao Senhor. Com esse lançamento, o Ministério Mergulhar convida o público a fazer o mesmo movimento proposto pela canção: lembrar, reconhecer e declarar. Porque, diante de tudo o que Deus já fez e continua fazendo, talvez a resposta mais precisa seja justamente aquela que atravessa toda a música: “Tu És Senhor!”.
A canção resgata uma composição de Paulo Cezar sobre a volta de Cristo e o reencontro com aqueles que partiram na fé.
Há canções que não envelhecem porque continuam dizendo algo essencial ao coração de quem crê. “Autor da Minha Fé” é uma delas. Interpretada agora por Arianne, a música chega pela DMG como parte do projeto “Como Cantavam os Nossos Pais Vol. 2”, revisitando um dos mais conhecidos clássicos da música cristã brasileira. Composta pelo cantor, compositor e pastor Paulo Cezar, a canção nasceu no fim dos anos 1970 e carrega uma mensagem de esperança que permanece atual: a expectativa pela volta de Jesus Cristo e pelo reencontro definitivo com aqueles que partiram na fé.
A inspiração para a composição remonta à reflexão de Paulo Cezar sobre o capítulo 4 da primeira carta aos Tessalonicenses, texto bíblico que fala sobre a ressurreição dos mortos em Cristo e o encontro dos que creem com o Senhor. A partir dessa meditação, o compositor transformou em música uma das grandes esperanças da fé cristã: a certeza de que a morte não representa a palavra final e de que haverá um dia de reencontro na presença de Cristo.
Essa perspectiva ajuda a compreender a força do título. Ao apresentar Jesus como “Autor da Minha Fé”, além de reconhecer aquele em quem a esperança está fundamentada, a canção aponta para a origem da própria fé, que sustenta o cristão diante das incertezas do futuro. A mensagem é de consolo, mas também de expectativa: há uma promessa a ser aguardada e uma história que ainda terá seu capítulo definitivo.
O projeto “Como Cantavam os Nossos Pais 2” carrega em si um grande significado, com a participação de amigos como, Eyshila, Paulo Cesar Baruk, Marco Telles, Bruna Karla, Wesley Santos… Ao interpretar “Autor da Minha Fé”, Arianne se une a esse movimento de preservação e renovação da memória musical cristã. Mais do que revisitar uma canção histórica, o lançamento reafirma uma verdade que atravessa o tempo: a fé que sustenta hoje é a mesma que aponta para o dia em que a esperança se transformará em encontro… e todos poderão estar para sempre com o Senhor.
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“Que alegria regravar uma canção tão marcante e que carrega uma mensagem tão preciosa sobre a nossa esperança em Cristo. Chegará o dia em que veremos o nosso Senhor descer e contemplaremos a Sua glória juntos! Até lá, seguimos cantando: ‘glória ao Autor da nossa fé’!” (Arianne)
A canção integra o álbum “Gratidão” e celebra o sacrifício de Jesus, que tomou o lugar dos culpados para oferecer vida e liberdade.
Foto: Jorge Bianco.
“O mundo viu um carpinteiro. O céu conhecia o Rei.” É a partir desse contraste que Nilson Junior apresenta “Carpinteiro”, parte do álbum “Gratidão”. Com uma mensagem centrada na cruz, a canção conduz o ouvinte ao acontecimento que marcou para sempre a história: o sacrifício de Jesus, o Inocente que escolheu ocupar o lugar dos culpados.
Composição assinada por Nilson Junior, Eliezer Rezende e Luciana Peixoto, “Carpinteiro” percorre os acontecimentos que cercam a morte de Cristo e revela, em cada detalhe, a dimensão do Seu amor. O preço foi de sangue, o sangue de Jesus, os pecados foram levados ao Calvário e o véu do templo se rasgou. Aquilo que representava separação deu lugar ao livre acesso a Deus. A condenação que pertencia ao homem foi assumida por Jesus e Sua morte tornou-se o caminho para uma nova vida.
Mais do que narrar a crucificação, “Carpinteiro” aponta para aquilo que nasceu dela. A morte de Cristo não foi o fim, mas o começo de uma nova realidade para aqueles que creem: reconciliação com Deus, liberdade e a possibilidade de viver uma história completamente transformada. “Tudo novo Ele fez” resume a esperança que atravessa a canção.
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Ao integrar o álbum “Gratidão”, o lançamento também ganha uma dimensão de reconhecimento. A trajetória de Nilson Junior mostra relevância que sua música vem conquistando, consolidando um alcance cada vez maior junto ao público cristão. Esse crescimento reforça a presença de Nilson no cenário da música cristã e amplia a dimensão do álbum “Gratidão”, que chega como mais um capítulo importante de sua trajetória.
Com “Carpinteiro”, Nilson Junior convida o público a olhar novamente para a cruz — não apenas como o lugar onde Jesus morreu, mas como o lugar onde a distância acabou, a condenação foi substituída pela graça e a morte deu lugar à vida. Como Nilson Junior declara, “o carpinteiro que o mundo viu era, afinal, o Rei que veio para salvar!”.
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