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Música

Além do grande vencedor ganhar contrato de distribuição de cinco anos com a gravadora, Dom Reality será um selo da gravadora

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Por Carolina Leão

O Dom Reality, primeiro Talent Show Gospel do Brasil, realizado pela Unicesumar, promete transformar, ainda mais, carreiras de talentos até então ocultos; e fazê-lo de forma inovadora. Para a segunda temporada, que será gravada em novembro de 2023, o programa anunciou uma parceria com a gravadora Universal Music, uma das maiores do país.

“Nenhum outro festival tem um selo dentro de uma multinacional. Para o mercado, é um feito inédito”, destaca o Diretor Executivo e Artísitco do Reality, Paulo Alberto, na intenção de traduzir a significância deste passo não somente para o Dom, mas para o cenário gospel.

A parceria vai resultar em duas novidades: um contrato de distribuição de cinco anos para o vencedor da edição; e um Selo dentro da gravadora, que formará frequentemente novos artistas.

1) Contrato de Distribuição ao grande vencedor

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Com essa parceria firmada, o grande vencedor da temporada, que terá a grande final ao vivo em fevereiro de 2024, ganhará um contrato de distribuição de cinco anos com a multi-nacional. Essa parceria representa um marco para o Dom, que reforça uma posição estratégica do programa no cenário musical.

Essa parceria amplia as oportunidades do artista, que passa a ganhar visibilidade não apenas pela participação no Reality, mas pelos próximos cinco anos. O acompanhamento de carreira que garantirá uma estrutura para o cantor se consolidar no mercado.

2) O Dom agora lança artistas

A segunda novidade é que o Dom Reality passa a ser um selo dentro da Universal Music. Com isso, o programa vai prolongar a sua trajetória de curadoria de novos talentos. “A gente vai continuar, mesmo depois do programa, potencializando vozes, oportunizando novos artistas a mostrar sua arte e sua voz”, explica o diretor Paulo Alberto. Esse aspecto amplia o propósito do projeto não apenas para cada temporada do programa, mas de forma definitiva.

“É um ganho muito grande. Eu me sinto muito muito feliz de mostrar para a Universal o peso de um projeto como o Dom Reality. Espero que o grande vencedor possa ver suas canções veiculadas em todas as rádios, programas de TV, e também ter sua carreira e questões burocráticas cuidadas por uma empresa tão séria como a Universal Music”, comemora Paulo Alberto.

A Gerente A&R e Marketing da gravadora, Renata Cenizio, também comentou pela perspectiva da Universal Music: “Estou muito contente em assinar com o Selo Dom, porque eles têm como objetivo principal descobrir artistas que estão començando do zero e construir uma carreira alicerçada. Sabemos que hoje há muitos artistas talentosos que precisam apenas de uma estrutura e uma oportunidade, então eu creio muito nessa parceria e que juntos vamos aumentar o volume da música cristã”, avalia Renata Cenizio.

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Inscrições para o Dom Reality

As inscrições estão abertas para participar da segunda temporada do Dom Reality, desde o dia 27 de setembro. O período de inscrições se encerra no dia 20 de outubro. Para se inscrever, não há taxa, mas a viagem para a gravação no Rio de Janeiro caso o candidato for selecionado é por conta do participante. Clique aqui para se inscrever.

Por Carolina Leão

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Música

Jane Gomes pensou em desistir das gravações, mas uma direção de Deus deu origem ao EP “Graça”

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A cantora Jane Gomes. Foto: Walney Muniz.

Jane Gomes chegou a decidir que não gravaria mais. Depois de enfrentar decepções no meio musical, a cantora havia perdido o ânimo para investir em novos projetos fonográficos. A decisão, porém, mudou após uma experiência que ela descreve como um direcionamento de Deus para gravar “De Graça em Graça”, canção que se tornaria o ponto de partida do EP “Graça”, lançado pela Labidad Music Gospel, após um processo que atravessou nove anos de sua trajetória.

 

Ouça aqui: https://labidad.lnk.to/graca

 

A história começou em 2017, quando Jane recebeu uma mensagem de seu então líder de louvor informando que a música “De Graça em Graça”, originalmente gravada pela Hillsong Worship, em inglês, seria incluída no repertório da igreja. Enquanto dirigia para o trabalho e ouvia a canção no carro, ela conta que sentiu uma forte presença de Deus e ouviu a confirmação de que deveria gravá-la. Semanas depois, durante um culto de intercessão em Niterói, no Rio de Janeiro, a mesma orientação teria sido transmitida por três intercessores em momentos diferentes da reunião. Para a cantora, ficou claro que não se tratava apenas de uma escolha profissional, mas de uma decisão de obediência.

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Nove anos de uma história chamada “Graça”

 

O EP nasceu a partir dessa experiência e reúne canções que acompanharam diferentes momentos da vida e do ministério de Jane. A palavra “Graça”, segundo ela, permaneceu associada ao projeto desde a finalização do primeiro arranjo. A capa já estava pronta em 2018, mas a conclusão do trabalho precisou esperar. O plano inicial era lançar os singles e finalizar o EP naquele mesmo ano, porém a trajetória tomou outro rumo.

 

Entre as faixas, “De Graça em Graça” ocupa um lugar especial por ter dado origem ao projeto e alcançado números expressivos no YouTube, conforme relata a artista. Ainda assim, Jane ressalta que não pretende concentrar a divulgação exclusivamente nessa música. Cada composição carrega uma história e um significado próprios, e a proposta é apresentar o conjunto como um registro de experiências que atravessaram diferentes fases de sua caminhada cristã.

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A autenticidade das gravações também faz parte da identidade do EP. Três das canções foram registradas ao vivo em 13 de agosto de 2017. São elas “De Graça em Graça”, “Oh Quão Lindo Esse Nome É” (Hillsong Worship) e “Me Fez Livre” (Rodrigo Dutra). Jane recorda que a gravação foi marcada por manifestações de fé e pela expectativa de cumprimento de promessas. Sob a responsabilidade do técnico de gravação Higor Ferraz e produção musical de Hércules Valério, a cantora pediu que a equipe preservasse o que havia sido captado naquela noite, sem alterações na voz ou na atmosfera da ministração. A intenção era permitir que o público, mesmo anos depois, tivesse contato com a experiência vivida durante a gravação.

 

Um período de reconstrução além dos palcos

 

A conclusão do projeto foi atravessada por mudanças pessoais e profissionais. Entre 2018 e 2024, Jane passou por um período de menor exposição pública, marcado por questões pessoais e por um processo de reconstrução que a levou a repensar sua identidade e seu propósito. Ela explica que não deixou de exercer atividades ministeriais, mas diminuiu a participação em eventos e iniciativas voltados a públicos mais amplos. O intervalo também foi influenciado pelas dificuldades financeiras enfrentadas por artistas independentes, que precisam custear seus próprios projetos.

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Durante esse período, a cantora manteve o trabalho com a música e investiu na formação acadêmica e no desenvolvimento do Studio de Voz Cantada Jane Gomes, sua escola de técnica vocal, criada em 2017. A experiência ampliou sua compreensão sobre o próprio chamado: além de cantar e ministrar, ela passou a enxergar o ensino vocal como uma maneira de contribuir para a formação de outras pessoas. Segundo Jane, cuidar de uma voz também significa cuidar da geração que poderá ser alcançada por ela.

 

A retomada dos lançamentos aconteceu em 2024, com o single autoral “Creio em Ti”, que contou com a participação da pastora Ana Nóbrega. Ao olhar para o período anterior, Jane afirma que o processo de amadurecimento fortaleceu sua compreensão de que sua missão não se limita à música. Para ela, cantar é uma das ferramentas disponíveis para transmitir a mensagem que recebeu de Deus, ao lado da Palavra, das aulas e das ministrações. Essa percepção também ajuda a explicar por que o EP representa, em sua visão, o encerramento de uma etapa e não apenas a conclusão de um trabalho fonográfico.

 

Canções que atravessam fronteiras e preparam o futuro

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Entre as histórias que marcaram a trajetória das músicas está o relato de um casal de missionários que Jane conheceu durante uma ministração na Lagoinha Jundiaí, em São Paulo. Na ocasião, eles buscavam recursos para retornar à África e levaram os links das canções para compartilhar em seu trabalho missionário. Meses depois, a cantora recebeu uma mensagem contando que “De Graça em Graça” e “Me Fez Livre” estavam sendo ministradas em meio a uma guerra civil. O testemunho a fez recordar palavras que, segundo ela, havia recebido ainda na infância sobre o alcance de sua voz para além dos lugares aonde poderia ir pessoalmente.

 

O EP também inclui “Clamo Jesus”, versão de “I Speak Jesus”, mundialmente conhecida na voz de Charity Gayle,  gravação realizada no Studio de Voz Cantada Jane Gomes a partir de uma proposta de seu esposo, Edu Marques, que produziu a música com os recursos disponíveis. Jane relata que o trabalho foi considerado para o Grammy Latino de 2026, experiência que recebeu como um sinal importante para concluir o projeto. O repertório reúne, assim, gravações de diferentes fases, incluindo versões de estúdio e ao vivo de “Cubra Este Lugar”, composição de David Cerqueira que também ganhou uma interpretação ao vivo durante a pandemia de Covid-19.

 

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Lançamento 2026

Do forró nacional ao louvor: Júnior Ribeiro lança “Extraordinário”, sua estreia pela Siloé Music com distribuição da Universal Music

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Após 32 anos de estrada e projeção nacional com o Trio Chaparral, cantor capixaba inicia nova fase nesta quinta-feira (16) com canção composta por Rodney Santos

Chega às plataformas digitais nesta quinta-feira, 16 de outubro, “Extraordinário”, single que marca a estreia do cantor Júnior Ribeiro pela Siloé Music, selo gospel com distribuição da Universal Music. A canção, composta por Rodney Santos, abre oficialmente a nova fase de um artista com mais de três décadas de estrada e uma história de transformação que começou longe dos altares.

Natural de Nova Venécia, no extremo norte do Espírito Santo, e radicado há 26 anos em São Mateus, Júnior Ribeiro nasceu em uma família profundamente musical. Subiu ao palco ainda na infância ao lado do pai, tocando triângulo na primeira banda, e construiu carreira nas festas de comunidade e trios elétricos do interior capixaba até alcançar projeção nacional com o Trio Chaparral, grupo com o qual percorreu diversos estados brasileiros e realizou turnês internacionais, incluindo os Estados Unidos.

A virada aconteceu na estrada. Voltando de um show em Samambaia (DF) para Goiânia, pela rodovia GO-060, o cantor viveu o que descreve como um encontro genuíno com Jesus. “Ele me fez uma pergunta: quem é você? Aquela voz falou profundamente no meu íntimo e me fez tremer por inteiro”, lembra. “Jesus me encontrou, transformou a minha vida e me trouxe para um propósito maior. Hoje eu entendo que não é sobre música, é sobre a mensagem de vida eterna.”

A partir dali, a caminhada recomeçou no ministério de louvor da igreja local e ganhou corpo em gravações independentes, caso das canções “Mordomo” e “Juntos Somos Melhores”, disponíveis com clipe no canal do artista no YouTube. Agora, a assinatura com a Siloé Music confirma o chamado. “Siloé significa a voz que o céu envia. Isso só me faz reconhecer a confirmação dos projetos de Deus na minha vida”, afirma.

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“Extraordinário” fala sobre quem está sendo preparado por Deus para viver algo extraordinário: uma adoração genuína que olha para a soberania daquele que tem poder de fazer o céu se manifestar a favor de quem o busca. “Extraordinário é o que as mãos de Deus podem fazer”, resume o cantor, que já tem novas canções prontas e prevê participações com artistas do casting da Siloé e nomes consagrados da música gospel. A missão dessa nova fase ele define em uma frase: levar esperança, fé e adoração, fazendo de cada palco um altar.

SERVIÇO:
Single: “Extraordinário” | Júnior Ribeiro
Composição: Rodney Santos
Lançamento: quinta-feira, 16 de outubro de 2026, em todas as plataformas digitais
Selo: Siloé Music, com distribuição da Universal Music
Redes do artista:
Instagram: https://www.instagram.com/jrribeiroof/
Youtube: https://www.youtube.com/@jrribeiroof

 

 

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Música

Edu Gomes encontra no rap cristão uma forma de transformar dores da infância em mensagem de fé

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O cantor Edu Gomes. Foto: Divulgação.

A história de Edu Gomes, rapper cristão, compositor, guitarrista e líder de jovens, é atravessada por experiências que começaram ainda na infância. Antes de encontrar na música uma forma de comunicar sua fé e suas convicções, ele viveu períodos de instabilidade familiar, mudanças constantes e dificuldades que deixaram marcas profundas em sua trajetória.

 

Uma das experiências mais difíceis aconteceu quando Edu tinha cerca de seis anos. Ao lado da mãe, ele passou aproximadamente seis meses vivendo em situação de rua depois que a mãe deixou a casa onde sofria agressões do então companheiro. A saída aconteceu após um episódio de violência que, segundo o próprio artista, fez com que ela fugisse para preservar a própria vida.

 

Edu guarda lembranças daquele período, entre elas as caminhadas em busca de abrigo e comida. Sem um lugar fixo para permanecer, ele e a mãe chegaram a dormir no chão, do lado de fora da casa de familiares, e passaram dias circulando pelas ruas. Em algumas ocasiões, procuravam ajuda em lanchonetes para conseguir alimentação.

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O fim de um período nas ruas

 

A situação começou a mudar quando uma antiga vizinha da mãe encontrou os dois sentados em uma praça, em Comendador Soares. Surpresa ao vê-los naquela condição, ela perguntou o que havia acontecido e decidiu ajudá-los. A partir daquele encontro, a mãe de Edu conseguiu retomar o trabalho e reconstruir gradualmente a vida da família.

 

A lembrança daquele período permaneceu por muitos anos. Uma das cenas que mais marcou Edu foi justamente uma ocasião em que ele e a mãe passaram a noite na parte externa da casa de uma tia e, pela manhã, foram mandados embora. Segundo ele, aquela experiência provocou uma mágoa que demorou muito tempo para ser superada.

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O perdão, porém, tornou-se parte do processo de reconstrução pessoal de Edu. Já adulto e depois de se aproximar da igreja, ele passou a compreender que precisava liberar o perdão em relação às pessoas envolvidas naquela história. A decisão não apagou as lembranças da infância, mas mudou a maneira como passou a lidar com elas.

 

Da experiência de vida à música

 

A infância difícil foi apenas uma parte de uma trajetória marcada por mudanças. Filho de caminhoneiro, Edu passou por diferentes estados brasileiros e acompanhou o pai em viagens e trabalhos, conhecendo realidades diversas. Essa vivência ampliou seu contato com diferentes lugares e pessoas e contribuiu para a maneira como passou a observar e interpretar o mundo.

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A música também esteve presente desde cedo. Antes de encontrar no rap sua principal forma de expressão, Edu tinha no rock uma de suas grandes referências. Tocava guitarra e chegou a participar de bandas e eventos durante o período em que viveu no Nordeste. Na adolescência e juventude suas influências musicais eram grandes nomes do rap nacional, entre eles Racionais MC’s e Gabriel O Pensador.

 

A aproximação definitiva com o rap aconteceu quando Edu começou a experimentar a composição. Depois de criar uma música de forma descontraída com o filho e apresentá-la em uma igreja, percebeu que poderia desenvolver aquele caminho. A partir daí, passou a escrever cada vez mais e encontrou no rap uma linguagem capaz de unir sua experiência pessoal à mensagem cristã.

 

Um novo propósito

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Uma das primeiras composições dessa fase foi “Cego via a luz do dia”, música em que Edu aborda a própria conversão e a mudança de perspectiva provocada pela fé. Gravada inicialmente de maneira independente e com recursos simples, a faixa representa o começo de uma nova etapa em sua relação com a música.

 

Hoje, Edu Gomes entende suas letras como uma das principais ferramentas de seu trabalho. Sua proposta é transformar experiências reais, incluindo as dificuldades enfrentadas ao longo da vida, em músicas que abordem fé, arrependimento, esperança e transformação. O rap passou, assim, a ocupar um espaço que vai além da expressão artística.

 

A trajetória também levou Edu a estruturar o movimento Rap com Cristo, com o objetivo de utilizar o gênero como instrumento de evangelismo e alcançar públicos que nem sempre se identificam com formatos tradicionais de música cristã. Atualmente, o artista trabalha na construção de uma sonoridade que aproxima o rap de suas raízes no rock, retomando a guitarra e incorporando elementos das duas linguagens.

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Ao olhar para a própria história, Edu não esconde as dificuldades que enfrentou, mas procura atribuir a elas um novo significado. A experiência de ter vivido nas ruas durante a infância, a convivência com conflitos familiares, as mudanças de cidade e sua posterior aproximação com a fé passaram a fazer parte de uma trajetória que ele utiliza para falar sobre transformação. Para o rapper, que tem sua família como base para continuar trabalhando, sua história não termina nas circunstâncias que viveu, mas continua na possibilidade de ajudar outras pessoas a reconstruírem as próprias histórias.

 

Confira o trabalho musical de Edu Gomes:

https://www.instagram.com/edugomesrap/

 

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