Composição autoral nasceu em um período de reflexão vivido pelo escritor e compositor e apresenta o Éden como símbolo do reencontro da alma com a simplicidade do amor de Deus A busca por um lugar onde o amor seja simples, a alma não precise permanecer em defesa e a relação com Deus seja vivida com a pureza da infância está no centro de “O Éden é Meu Lugar”, nova composição autoral de Boáz Nunes Machado. Escrita em 24 de agosto de 2026, a obra nasceu inicialmente como um poema e ganhou forma musical após o incentivo de sua esposa.
Mais do que uma referência bíblica, Boáz constrói a composição a partir da ideia de retorno à inocência original e restauração espiritual. Na obra, o Éden representa a comunhão plena com o Criador, anterior aos medos, defesas e pesos adquiridos ao longo da vida.
A inspiração surgiu enquanto o compositor estava em repouso médico em casa, após sentir dores na região do coração — onde havia sido submetido a uma angioplastia em outubro de 2025. Em meio a esse recolhimento, a escrita tornou-se um espaço para reflexão sobre fé, fragilidade e propósito. Ao ler o texto, sua esposa o incentivou a transformá-lo em música, marcando a canção com as marcas desse período de pausa e redescoberta.
Um convite para “Voltar para Casa”
A mensagem central da obra está na restauração espiritual por meio do retorno à pureza de uma criança. Para Boáz, o ser humano foi criado para viver próximo de Deus, encontrando Nele segurança, pertencimento e amor. “Essa música nos remete à ideia de que fomos feitos para a inocência, para o colo do Criador e para um lar onde o amor era simples, perfeito e sem medo. Ouvir essa canção é, no fundo, o desejo da alma de voltar para casa”, explica o compositor.
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Dessa forma, a composição transforma o Éden em uma metáfora espiritual para a presença divina no presente, propondo um contraste com o endurecimento emocional do cotidiano. A canção convida a desarmar a alma e voltar a confiar como um filho diante do Pai.
“Que, ao ouvir cada nota, você se permita ser filho. Permita-se ser essa criança no colo do Pai, lembrando que o Éden, o lugar da comunhão perfeita e do amor mais puro, é o seu verdadeiro lar”, compartilha Boáz.
Da poesia à música com auxílio da Inteligência Artificial
Embora a tecnologia faça parte do processo, a essência de “O Éden é Meu Lugar” é totalmente autoral. O texto e o conceito foram escritos por Boáz, enquanto a elaboração musical contou com o auxílio da plataforma de inteligência artificial Suno, conduzida estritamente a partir de suas orientações.
O processo dialoga com a trajetória do compositor, que começou a escrever letras aos 14 anos, transformando insights em poemas. Após um período afastado, ele retomou recentemente essa expressão artística dentro de uma proposta que se aproxima da MPB Gospel, buscando comunicar o amor e a justiça de Deus.
Sobre Boáz Nunes Machado
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Natural de Central (BA) e residente em Brasília (DF), Boáz é obreiro da Igreja Evangélica Casa de Oração (IECO). Fora do âmbito musical e literário, atua profissionalmente como agente de polícia e chefe de uma seção de repressão às drogas. Seus interesses incluem literatura, filosofia e pesca.
A família ocupa um lugar fundamental em sua caminhada, sendo sua esposa uma de suas principais incentivadoras. O compositor atualmente trabalha em um livro de poemas previsto para 2027, planeja novas composições ainda para 2026 e deseja dedicar-se a um projeto social voltado para pessoas em situação de vulnerabilidade.
Com “O Éden é Meu Lugar”, Boáz inicia uma nova etapa criativa, unindo poesia, espiritualidade e inovação tecnológica para lembrar que, diante de Deus, sempre é possível reencontrar a leveza e o caminho de volta para casa.
Ficha técnica
Título: O Éden é Meu Lugar Composição: Boáz Nunes Machado Composição escrita em: 24 de agosto de 2026 Produção/elaboração musical: Suno – Inteligência Artificial, a partir de direcionamentos do compositor Estilo: MPB Gospel Ouça a canção “O Éden é Meu Lugar”, de Boáz Nunes, no YouTube: https://youtu.be/qHIwlsHzhWQ?is=omySRFItI1WBeQ8r
Fonte: Gospel Channel Artistas | Assessoria de Imprensa Boáz Nunes
A Família BRAVE, igreja local estabelecida em Vinhedo, no interior de São Paulo, apresenta a canção “Até o Fim”, lançada pela gravadora Onimusic. O single marca o início de um novo capítulo na história da comunidade e é a primeira de sete canções autorais que integram um projeto musical nascido da vida congregacional da igreja.
O lançamento acontece por meio do BRAVE, selo e movimento artístico criado em 2020 pelo produtor musical e compositor Hananiel Eduardo, com o propósito de reunir artistas, compositores e ministros comprometidos em compartilhar a cultura do Reino por meio da arte.
Mais do que um novo projeto musical, “Até o Fim” representa o fruto de uma história construída ao longo dos últimos anos. A Família BRAVE nasceu há aproximadamente dois anos, dentro do próprio estúdio de Hananiel, a partir de encontros que deram origem a uma comunidade de fé, adoração e relacionamento.
Com o crescimento da igreja, músicos, compositores e ministros de diferentes lugares passaram a se aproximar do movimento. Alguns deles decidiram, inclusive, mudar-se para Vinhedo para fazer parte daquilo que estava sendo construído. Dessa convivência nasceu uma forte cultura de composição congregacional, na qual as canções passaram a expressar não apenas experiências individuais, mas aquilo que a comunidade tem vivido coletivamente.
“Até o Fim” é um dos primeiros frutos dessa caminhada. Composta por Anderson Feitosa, Eliaquim Alves de Oliveira Santos, Joaquim Francisco Neto, Lucas Roberto Rosa e Gabriel Agra, a música traz os vocais de Anderson Feitosa, Sara Feitosa, Hananiel Eduardo, Juliana Kontopp.
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– “Até o Fim” é uma canção que nasceu em meio a rompimentos, lágrimas e um derramar da alegria do Senhor. A alegria daqueles que sabem que Aquele que prometeu é fiel para cumprir – resumem os integrantes.
O registro audiovisual foi realizado no próprio espaço onde acontecem os cultos da Família BRAVE, em Vinhedo, reforçando a identidade congregacional do projeto. A gravação contou também com a participação de um coral, ampliando a atmosfera de celebração e adoração coletiva presente na música.
A produção musical e os arranjos são assinados por Hananiel Eduardo, profissional reconhecido por trabalhos com nomes como Gabriela Rocha, Júlia Vitória, Isadora Pompeo, Sarah Beatriz, Gabriel Guedes, Lukas Agustinho e Isaias Saad.
Com uma trajetória consolidada na produção musical cristã brasileira, Hananiel destaca que, embora o lançamento represente um novo momento, a construção desse projeto começou muito antes de sua chegada às plataformas digitais.
– Muita gente pensa que um projeto começa quando a canção é lançada, mas os projetos que realmente transformam e impactam começam muito antes. A história de “Até o Fim” começou a ser escrita há quase dois anos. Foram meses vivendo, chorando, orando, acreditando e carregando aquilo que agora finalmente ganha voz. É um projeto congregacional diferente de tudo o que já fizemos, com uma oração clara de abençoar a Igreja e a nossa nação – afirma o produtor.
Para Hananiel, o diferencial do projeto está justamente no fato de as músicas não terem surgido a partir de uma proposta comercial ou de uma reunião pontual de compositores, mas de uma comunidade que desenvolveu sua própria identidade de adoração.
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– O mais especial de tudo isso é que não estamos apenas lançando músicas. Estamos compartilhando aquilo que Deus tem gerado dentro da nossa casa. A Família BRAVE é uma igreja local, formada por pessoas que caminham juntas, servem juntas e adoram juntas. Essas canções nasceram desse ambiente, das nossas experiências com Deus e daquilo que temos vivido como família. Nossa oração é que o que nasceu dentro da nossa igreja possa servir e abençoar muitas outras igrejas pelo Brasil – compartilha Hananiel.
O single também abre caminho para os próximos lançamentos da Família BRAVE. Ao todo, sete canções autorais compõem essa primeira fase do projeto, revelando diferentes expressões da identidade musical e espiritual desenvolvida pela comunidade.
Junto com a chegada de “Até o Fim” aos aplicativos de música, o clipe oficial está disponível no canal do grupo no YouTube. O registro audiovisual foi dirigido por Flauzilino Jr., profissional experiente no mercado audiovisual, com projetos realizados para artistas como Priscilla Alcantara, Gabriel Guedes, Isaias Saad, Júlia Vitória, Morada, Gabriela Rocha e Paulo César Baruk.
Com esse lançamento, a Família BRAVE inicia sua trajetória musical autoral, levando para além das paredes da igreja canções que nasceram da comunhão, da oração e da adoração de uma comunidade local.
A cantora Nai Lopes apresenta o medley “Águas Purificadoras / Ao Cheiro das Águas”, lançado pela gravadora Onimusic. A faixa reúne duas composições marcantes de Ana Paula Valadão, gravadas originalmente no ano 2000 pelo ministério Diante do Trono, e chega acompanhada de um registro em vídeo no YouTube.
A produção musical da releitura é assinada por Junior Papalia, que tem trabalhos ao lado de nomes como Diante do Trono, Gabi Sampaio, Thamires Garcia e Jefferson & Suellen. A direção de vídeo ficou a cargo de Alex Passos, que já assinou produções de Diante do Trono, André Valadão, Thalles Roberto e Preto no Branco.
Para a intérprete, a escolha do repertório possui uma forte ligação com a sua história de fé e com a memória da igreja brasileira.
– Essas canções marcaram profundamente a minha vida e tenho certeza que fazem parte da história de uma multidão de pessoas que conheceram Jesus, foram tocadas por Sua presença e se renderam ao Seu amor através dessas músicas que atravessam gerações, carregam histórias, despertam memórias e continuam nos lembrando do poder transformador da presença e do amor de Deus. Creio, de todo o meu coração, que assim como Deus falou conosco através dessas canções no passado, Ele continuará falando e tocando profundamente os nossos corações – declara Nai Lopes.
Filha de pastores envolvida com a música desde a adolescência, Nai Lopes chamou a atenção do público em 2024 quando lançou o Projeto Marias, que trouxe a proposta de abordar temas referentes ao universo feminino, como violência doméstica, assédio, relacionamento abusivo, traição, autoaceitação, autoestima e depressão.
– O Projeto Marias acolhe mulheres em meio às suas dores e celebra a beleza de cada uma. Ver mulheres reconhecendo seu valor e encontrando um caminho de cura e restauração foi além do que eu poderia sonhar. Recebi relatos de pessoas que haviam perdido a vontade de viver e encontraram esperança através desse projeto – ressalta a cantora.
O lançamento do medley “Águas Purificadoras / Ao Cheiro das Águas” dá sequência à divulgação do novo EP de Nai Lopes, que reunirá mais cinco faixas gravadas ao vivo. O projeto sucede o single “Vencedor (Champion)”, lançado em colaboração com a cantora Ana Nóbrega.
Com mais de 30 anos dedicados à música, Marcus Salles apresenta o álbum “O Fogo Não Pode Apagar”, gravado ao vivo na igreja onde ele é pastor, o Projeto Vida Nova de Campo Grande (RJ). O projeto chega nas plataformas digitais pela Onimusic na mesma semana em que o artista completa 50 anos de idade.
– Eu estava praticamente há quatro anos sem gravar nada inédito. Então, tive tempo para preparar tudo com muito carinho. A maioria das canções nasceu daquilo que tenho pregado na igreja. É um trabalho muito congregacional, mas que tem a minha assinatura do pop-rock e um pouquinho de black music – afirma Salles.
A produção musical das sete faixas é de Rodrigo Cruz, com quem Marcus Salles trabalha desde 2020, quando lançou o álbum “Estamos de Pé”, que catapultou ainda mais a carreira do artista.
Antes do lançamento do álbum completo, o artista antecipou três faixas para o público: “Redenção”, com uma mensagem inspirada na Santa Ceia e no sacrifício de Cristo; a canção “O Fogo Não Pode Apagar”, que dá nome ao projeto; e “Ele Vai Fazer de Novo”, que traz a participação de Samuel Messias. As três músicas somam mais de 2 milhões de reproduções no Spotify e no YouTube.
– “O Fogo Não Pode Apagar” é um rock pentecostal, mas também tem um significado muito pessoal para mim porque completei 50 anos de idade e o fogo realmente não pode apagar! Continuo queimando pelo Senhor, fazendo música com alegria e buscando a presença do Espírito Santo. Essa canção tem tudo a ver comigo – explica o cantor.
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Completando o repertório, estão as canções “Justiça e Juízo”, que chega acompanhada de um videoclipe no canal de Marcus Salles no YouTube; “O Sangue”, que conta com a participação de dois filhos do cantor, Rebeca Salles nos vocais e Asaph Salles no violão; “Vamos à Casa do Senhor”; e a regravação de “Não Há Evangelho Sem Cruz”, lançada originalmente em 2012 no álbum “Ao Vivo na Igreja”.
Mas as surpresas com Marcus Salles não param por aí. Em novembro, o artista lança uma faixa-bônus do projeto que conta com a participação de Eli Soares.
– Eli Soares já é um amigo de longa data, e o talento dele é maravilhoso. Na verdade, ele participaria do meu álbum comemorativo de 30 anos, mas, por conta da agenda, não foi possível naquela ocasião. Agora, deu tudo certo, e o resultado ficou muito bonito. Tenho certeza de que vocês vão se surpreender! – adianta Marcus Salles.
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