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“Como assim Jesus morreu por mim?”, a primeira obra de Renata Duboc já sinaliza sucesso

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A resposta a esta pergunta pode mudar a sua vida!

“Como assim Jesus morreu por mim?” Você já se fez essa pergunta, mas ainda não conseguiu respondê-la por não compreender o real significado de todo o contexto que ela encerra? Assim como você, muitos estão confusos e até formulam outras perguntas a partir dessa primeira: “Salvar de quê? Por que Ele permitiu que o crucificassem? De que modo esse acontecimento afeta a minha vida?” De fato, racionalmente, pensar que alguém morreria para salvar a humanidade é, no mínimo, sem lógica.

Em seu livro intitulado “Como assim Jesus morreu por mim?”, com o subtítulo “Uma carta de amor”, a autora Renata Duboc conduz o leitor pelas verdades bíblicas com maestria e singeleza de vocabulário, tornando a leitura rica, agradável e de fácil entendimento. A cada página, ele vai conhecendo mais o amor de Deus e como, sendo Deus em forma humana, Jesus deu a própria vida em resgate de todos os seres humanos. O livro usa a ideia de uma carta, para trazer informalidade e aproximação com o leitor, e a autora escreve em primeira pessoa, como se estivesse conversando e trocando ideias, em uma linguagem informal. Por isso usou como subtítulo “Uma carta de amor”.

A autora conta uma história de amor muito famosa, mas pouco compreendida por muitos. “Deus, em sua vontade de cuidar da gente e de nos amar, enviou Seu filho para facilitar a ‘escuta’ e nos ajudar a compreender quem Ele é” (trecho do capítulo 2). Ela explica que o livro aborda “nosso afastamento do Pai e Seu esforço para nos trazer de volta”. Mostra por que Jesus precisou morrer e ressuscitar e o sentido espiritual do Seu sangue. Discorre sobre a postura de Deus mesmo diante das falhas dos Seus filhos e discute como lidamos com o Pai diante disso. Propõe uma resposta da nossa parte e mostra que, “apesar de parecer loucura, o significado da mensagem é profundo e eterno para nossa vida”.

Essa é a primeira obra literária de Renata Duboc, mas os caminhos da literatura a chamam para mais aventuras neste mundo da escrita. Ela afirma que pretende escrever mais livros com a temática, para responder outras perguntas que possam surgir das pessoas que querem buscar mais a Deus e desenvolver sua vida espiritual.

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Renata diz que, apesar da cultura religiosa do nosso país, dos vários feriados religiosos que temos, muitos não compreendem a essência de eventos como Natal e Páscoa e, principalmente, como toda a história de Jesus afeta nossa vida. Firmada em Deus desde pequena, ela sempre conseguiu ter empatia pelas pessoas que não conseguem assimilar a verdade contida em frases como “Jesus te ama”, “Jesus salva”. Ela sentia falta de uma explicação com uma linguagem simples para pessoas que não possuem vivência religiosa ou cristãos que querem entender melhor essa mensagem tão importante vinda de Deus.

A autora declara: “Acredito que escrever sobre isso foi uma missão que Deus me deu. O meu relacionamento com Ele me impulsionou. Associada à compreensão de que devo usar minha vida para um propósito maior, está a minha vontade de compartilhar Deus ao mundo! Apesar de o projeto de escrever esse livro tenha nascido há muito tempo, somente no último ano decidi mergulhar nessa jornada. E foi uma experiência maravilhosa!”

Depois do primeiro passo para a escrita do livro, o desafio foi conciliar as demandas do dia a dia com os momentos de concentração e criatividade necessários para o processo de escrita. Quando conheceu o canal do “Café do Escritor”, o trabalho já estava praticamente pronto, embora ainda sem revisão. “Eles chegaram na hora certa e me ajudaram a tornar aquelas páginas em Word e anotações em blocos de notas em um livro. O processo todo durou cerca de um ano, desde os rascunhos iniciais até a publicação”, conta Renata.

O lançamento virtual da obra foi promovido pelo “Café do Escritor”, em 23 de junho de 2023: https://youtube.com/live/v1C_aBatu_8. O livro está disponível na Amazon e pode, também, ser adquirido pelo e-mail: comoassimjesusmorreu@gmail.com.

SOBRE A AUTORA

Renata Duboc Mendonça Graciliano, carioca, engenheira de produção, é casada com Walmir. Eles são pais de Vitor, Mariana, Fernanda e Gabriel (filho de Walmir): “Temos o privilégio também de ter uma filha com ‘necessidades específicas’ (síndrome de down), que tanto tem nos ensinado e alegrado.”

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Mesmo tendo crescido em meio aos números, que fazem parte da rotina da sua profissão, Renata gosta de usar a criatividade, e a escrita faz parte do seu dia a dia. Ela tem o estudo como momento de lazer, e a escrita, como missão.

“O livro ‘Como assim Jesus morreu por mim?’ apresenta a natureza amorosa do Pai nos ajudando a entender quem nós somos, quem Deus é, e que o amor dEle não está condicionado a coisas boas ou ruins que tenhamos feito. Ele está sempre pronto a nos receber, perdoar e abraçar. Mas a conclusão é que não há nada melhor do que ficar na presença dEle e vivermos imersos nesse ambiente de amor e acolhimento de Deus. Que você possa conhecer um pouco melhor esse Pai e que termine o livro com vontade de se aproximar mais dEle e de ler a Bíblia, que é a verdadeira ‘carta de amor’.” (Renata Duboc)

INFORMAÇÕES
Como adquirir o livro:

Formato eletrônico e físico: https://a.co/d/hZaZ6Lu (Amazon)

Fale com a escritora Renata Duboc pelo e-mail: comoassimjesusmorreu@gmail.com

Acompanhe a autora pelo Instagram: https://www.instagram.com/renata_duboc

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* Caso queira presentear amigos da sua célula ou pequeno grupo, entre em contato com a autora pelo e-mail: comoassimjesusmorreu@gmail.com

Por Ana Paula Costa
Jornalista – Assessoria de Imprensa Frutificai Produções

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Com novo templo no Ceará, Comunidade Aljava avança em seu projeto de formação e envio

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O pastor Marcos Jr., da Comunidade Aljava. Foto: Divulgação.

A Comunidade Aljava inaugura, nos dias 30 e 31 de outubro, seu novo templo, marcando uma nova etapa na trajetória de uma igreja que nasceu de maneira simples e ganhou forma a partir da própria comunidade. Localizada em Caucaia, no Ceará, a igreja surgiu entre fevereiro e março de 2026, durante um período de transição ministerial, e hoje reúne cerca de 50 pessoas.

 

Mais do que a inauguração de uma estrutura física, a abertura do templo representa a consolidação de uma história construída coletivamente. A ideia de iniciar uma nova igreja não partiu inicialmente de um projeto pessoal, mas do desejo de irmãos que queriam continuar caminhando juntos, sendo cuidados e vivendo em comunidade. O espaço onde a igreja funciona foi disponibilizado pelo proprietário do Lava Jato Sai Bonito e, pouco a pouco, passou por um processo de transformação até se tornar o templo da Aljava.

 

Uma igreja que nasceu como comunidade

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A própria origem ajuda a explicar a identidade da Comunidade Aljava. Antes de existir um templo estruturado, já havia pessoas dispostas a permanecer juntas e construir uma caminhada de fé. Foi nesse contexto que ganhou forma a visão que hoje orienta a igreja: cuidar, formar, impulsionar e enviar pessoas para viverem o propósito de Deus.

 

O nome Aljava também traduz essa proposta. Na imagem bíblica utilizada pela comunidade, a aljava é o lugar onde as flechas são guardadas e preparadas antes de serem lançadas. A partir dessa metáfora, a igreja entende cada pessoa como alguém que possui história, identidade, dons e um chamado. “Cada pessoa, uma flecha. Cada flecha, um propósito” tornou-se uma síntese dessa visão.

 

Na prática, a proposta se desenvolve por meio dos cultos, do discipulado, da convivência, do cuidado com as famílias e da formação de novos líderes. A comunidade busca colocar o caráter antes da plataforma e a proximidade antes da lógica de multidão, entendendo que servir não deve significar apenas ocupar uma função, mas fazer parte de um processo de amadurecimento e transformação.

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A cultura de formação e envio, segundo a liderança da igreja, também não começou com a criação da Aljava. Antes mesmo da comunidade existir oficialmente, pessoas já haviam sido preparadas e enviadas para servir em diferentes lugares. A nova igreja surge, portanto, como continuidade de uma experiência ministerial construída ao longo dos anos.

 

Um novo templo para uma nova fase

 

O processo de construção do templo foi marcado pela participação dos próprios membros da comunidade. Desde os primeiros momentos, o espaço recebeu contribuições, trabalho voluntário e dedicação de pessoas que acompanharam cada etapa da transformação do local. A inauguração, por isso, representa para os membros a materialização de uma história que começou sem grandes recursos ou planejamento institucional, mas com disposição para construir juntos.

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A cerimônia dos dias 30 e 31 de outubro inaugura uma nova fase sem alterar a essência da igreja. O novo espaço deverá ampliar as possibilidades de realização de cultos, discipulado, comunhão, formação e desenvolvimento de novos líderes. Para a Aljava, porém, a estrutura permanece como ferramenta para uma missão que tem as pessoas como prioridade.

 

A expectativa da liderança é que o templo funcione como uma base de formação e envio. A comunidade pretende fortalecer famílias, desenvolver lideranças e ampliar sua presença na cidade, sem transformar o crescimento da estrutura em objetivo maior do que o amadurecimento das pessoas. A visão é que a Aljava possa, futuramente, alcançar outras cidades e participar da formação de novas comunidades.

 

A trajetória pastoral de Marcos Jr.

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À frente da Comunidade Aljava está o pastor Marcos Jr., fundador e presidente da igreja. Sua trajetória ministerial começou em Pernambuco, onde iniciou o pastoreio na Igreja Batista da Lagoinha e foi ordenado ao ministério pastoral pelo pastor Márcio Valadão. Ao longo da caminhada, também participou da plantação de igrejas e atuou como professor do Seminário Carisma, experiência ligada à formação de pessoas e líderes.

 

Sua atuação pastoral passou por diferentes contextos, especialmente em Pernambuco e, posteriormente, no Ceará. Nesse percurso, Marcos Jr. esteve envolvido na implantação e desenvolvimento de comunidades, no cuidado de pessoas e na formação de líderes. Entre as referências que contribuíram para sua visão ministerial, ele destaca os pastores Márcio Valadão e Douglas Gonçalves.

 

Essa trajetória ajuda a compreender os princípios que hoje estruturam a Comunidade Aljava. Para Marcos Jr., a igreja não deve enxergar pessoas apenas como números, público ou força de trabalho, mas como indivíduos que carregam uma história, um processo e um chamado. Daí nasce uma visão pastoral que prioriza cuidado, caráter, discipulado, formação e envio.

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Para os próximos anos, o sonho do pastor é que a Aljava não fique limitada a um endereço ou a um único templo. A expectativa é formar líderes maduros, fortalecer famílias, ajudar pessoas a encontrarem seu propósito e contribuir para que novas comunidades sejam plantadas em outras cidades. A lógica, segundo sua visão, é que uma igreja saudável não prepara pessoas apenas para permanecer dentro dela, mas também para alcançar lugares onde ela ainda não chegou.

 

A inauguração do templo, nesse sentido, representa menos um ponto de chegada do que o início de uma nova etapa. Nascida de um grupo de pessoas que decidiu continuar caminhando junto, a Comunidade Aljava agora amplia sua estrutura sem abandonar a ideia que deu origem à sua história: cuidar de pessoas, prepará-las e enviá-las para viver aquilo que Deus lhes confiou.

 

Para mais informações, siga a Comunidade Aljava no Instagram:

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https://www.instagram.com/aljavaceara/

 

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Maracanãzinho recebe evento histórico que celebra o Centenário das Assembleias de Deus do Ministério de Madureira (RJ)

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O Maracanãzinho será palco do Centenário das Assembleias de Deus do Ministério Madureira neste sábado (10), a partir das 14h, promovendo uma grande mobilização em favor da paz, da valorização da família, da cidadania, da solidariedade e da construção de vínculos sociais saudáveis.

Fundado pelo pastor Paulo Leivas Macalão, o Ministério de Madureira se consolidou por uma atuação voltada especialmente às comunidades e populações em situação de vulnerabilidade social com um trabalho que vai além da dimensão religiosa, alcançando pessoas e famílias que, muitas vezes, não encontram a assistência necessária por parte do poder público.

– A igreja se torna um espaço de acolhimento, apoio emocional, orientação e transformação de vidas. Esse alcance social, presente em diversas regiões do país, representa um dos maiores resultados dessa trajetória centenária. A visão do pastor Paulo Leivas Macalão estabeleceu as bases de um trabalho que ultrapassou fronteiras geográficas e alcançou todo o território nacional. O que permanece até hoje é justamente esse compromisso de levar a mensagem do Evangelho acompanhada de ações concretas de acolhimento, solidariedade e cuidado com as comunidades – afirma o pastor Paulo Ricardo, da Assembléia de Deus de Madureira.

A expectativa é que milhares de pessoas, com caravanas vindas de diferentes municípios do estado do Rio de Janeiro, lotem o Maracanãzinho no dia do evento, que irá até às 18h, com uma programação aberta para toda a família.

– A programação terá momentos de louvor, oração, mensagens e participação das igrejas. O principal destaque será o próprio público, formado por crianças, adolescentes, jovens, mulheres, homens e idosos que fazem parte dessa trajetória. Queremos valorizar as pessoas que construíram e continuam construindo essa história, reconhecendo a contribuição de diferentes gerações – declara o pastor Paulo Ricardo.

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De acordo com os organizadores, o protagonismo do Centenário será das igrejas, de seus membros e das diferentes gerações que representam esses 100 anos de história em uma celebração coletiva e institucional, na qual o principal destaque é a comunidade reunida.

O Centenário das Assembleias de Deus do Ministério de Madureira conta com o apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro. Para os organizadores, esse reconhecimento destaca a contribuição histórica, cultural e social das instituições religiosas para a cidade.

– Entendemos que a colaboração entre o poder público e organizações religiosas, respeitadas as competências de cada um, pode ampliar o alcance de iniciativas assistenciais e comunitárias. Esse apoio também contribui para a realização de um evento dessa dimensão, que reúne milhares de pessoas e gera movimentação para a cidade. Ao longo desses 100 anos, buscamos manter nossas portas abertas, oferecendo amparo, orientação e esperança a quem precisa, sem distinção. Essa fidelidade aos nossos princípios, associada ao compromisso permanente com as pessoas, explica a continuidade e o alcance dessa história – finaliza o pastor Paulo Ricardo.

SERVIÇO: Centenário das Assembleias de Deus do Ministério de Madureira (RJ)
Data: 10 de outubro de 2026 (sábado)
Horário: 14h às 18h
Local: Maracanãzinho – Rua Professor Eurico Rabelo, S/N – Maracanã – Rio de Janeiro – RJ – CEP: 20271-150
Apoio: Prefeitura do Rio de Janeiro
Evento gratuito

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Cria da Maré, Israel Fagundes, o “Rei do Matte”, rebate falas de Oruam e critica as bets

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Nascido e criado na comunidade da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro, o jovem empreendedor Israel Fagundes, mais conhecido na orla carioca como o Rei do Matte, é o convidado do 156º episódio do podcast PodCrê. Aos 25 anos, ele é evangélico, prega, é casado com Milana e pai das pequenas Hadassa e Rebeca.

Além da fama na praia, Israel começou a conquistar espaço na internet após fazer uma paródia de uma música do rapper Oruam. Ao PodCrê, o rapaz rebateu o artista que afirmou que a falta de oportunidades poderia levar jovens a buscar alternativas no crime.

– A favela produz muita riqueza nessa questão do empreendedorismo. Eu trabalho desde os meus 13 anos de idade e sempre fiz dinheiro. O Oruam está querendo desmerecer quem está trabalhando. O Oruam já trabalhou na vida? Ele já chapou uma parede ou virou uma massa? Ele foi um dia vender uma bala no ônibus? Então, ele não tem nem autoridade para falar isso – dispara o jovem pregador.

RECUSA DE R$ 50 MIL E CRÍTICAS ÀS CASAS DE APOSTAS
Com o crescimento de seu perfil nas redes, que reúne cerca de 400 mil seguidores, vieram as propostas comerciais. Israel revelou que recebeu ofertas de até R$ 50 mil por mês para divulgar casas de apostas e cassinos online, mas recusou os contratos por motivos éticos e religiosos.

– Eu sempre penso em como vou conseguir colocar minha cabeça no travesseiro e dormir sabendo que estou tirando o pão da boca de uma criança ou o patrimônio de um pai de família. Da mesma forma que eu acho que o roubo é errado, eu também penso das apostas; porque existe o cara que é multimilionário e existe o trouxa que vai entrar nessa furada. O milionário vai continuar ganhando dinheiro e o trouxa vai apostar e perder – aponta o Rei do Matte.

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Na entrevista, Israel também questionou a postura de influenciadores e atletas famosos que usam de sua visibilidade para promover plataformas de apostas, citando figuras como Neymar, Vini Jr e Virginia Fonseca.

– Assim que o Neymar foi convocado para a Copa do Mundo, a primeira coisa que ele fez foi colocar casa de aposta nos Stories. É preciso lembrar que o dinheiro não é meu, mas só está na minha vez de usar. Hoje eu tenho dinheiro, amanhã eu posso não ter. Eu observei que o dinheiro não é tudo, mas é só um detalhe. Eu sempre coloco na minha cabeça que o que não pode faltar na minha vida é Deus – finaliza.

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