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Música

Lenno Maia e sua história de vida até aqui – passos de trabalho, fé e obediência

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O cantor fala um pouco de si, dos 40 anos como músico profissional, dos 30 anos de ministério musical e do seu novo projeto “Lenno Maia – 40/30”.

Lançando de maneira muito especial o seu novo projeto, intitulado “Lenno Maia – 40/30”, o cantor abre o livro da sua vida e faz um resumo dos capítulos que “escreveu” até aqui. O projeto, que terá o selo da Gospel Music Brasil, será composto por um EP, com seis músicas e seus respectivos videoclipes. Lenno Maia é um cantor e compositor conhecidíssimo e muito amado no cenário cristão gospel, mas o fato é que nem todos conhecem a sua história de vida e sua vida na música. Para comemorar o seu aniversário de 30 anos de ministério e os 40 anos de carreira musical, ele compartilha um pouco do seu muito até aqui.

O início

Lenno Maia nasceu em uma casa muito simples, com a ajuda de uma parteira em um pequeno distrito chamado Divino do Traíra, município mineiro de Engenheiro Caldas, na região de Governador Valadares (MG). Morou pouco tempo nesse lugar com a família, pois, aos dois anos de idade aproximadamente, eles se mudaram para Belo Horizonte (MG). Desde muito criança, ele já cantava para a família e os amigos. Autodidata, Lenno aprendeu a tocar sanfona sozinho quando tinha apenas quatro anos de idade. Seu pai tinha uma pequena sanfona de oito baixos e o proibia até de “encostar” nela. O pai a guardava a sete chaves no guarda-roupas, mas quando ele saía para o trabalho, o pequeno Lenno se assentava na cama e sua mãe colocava a “charmosa” sanfona em seu colo: “Assim, fui aprendendo ouvindo músicas sertanejas da época.

Então, entre os 7 e 8 anos de idade, Lenno começou a cantar com um parceiro em bares, restaurantes e até boates de Belo Horizonte. Esse foi o começo da sua vida artística, porque desde a primeira apresentação, eles recebiam dinheiro para se apresentarem. Essa primeira dupla chamava-se “Railton e Nery”; Lenno (Railton) tocava sanfona e fazia a primeira voz, o Nery tocava violão e fazia a segunda voz. Na época, Lenno era apenas uma criança, então, Nery teve permissão dos seus pais para ser o responsável pelo “menino Lenno”. o fato de Lenno ter acesso àqueles lugares sem restrição se devia ao fato de Nery ser um sargento da PM-MG. Eles ficaram se apresentando por mais ou menos um ano. Juntos, participaram do seu 1º festival de música, realizado pela empresa multinacional SIANA, localizada em Contagem (MG), onde ganharam o 1º lugar, concorrendo com outros cantores solos e duplas. O prêmio foi um troféu e um valor em dinheiro.

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Todo o dinheiro que Lenno ganhava, ele entregava nas mãos de sua mãe, para ajudar nas despesas da casa, pois sua família era muito humilde: o pai era pedreiro e a mãe, dona de casa; o casal tinha oito filhos. Aos nove anos de idade, Lenno tirou sua carteira de músico na OMB – Belo Horizonte, tocando dois clássicos da música brasileira “Brasileirinho” e “Tico Tico no Fubá”.

Ainda aos nove anos, conheceu Márcio, de 11 anos, que tocava violão e fazia a 2ª voz. Ficou decidido que seria melhor que Lenno fizesse dupla com alguém da sua idade. Lenno e Márcio se apresentaram em dezenas de cidades nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, além de participarem de programas ao vivo de rádios como “Inconfidência” e “Itatiaia” também em BH; estiveram diversas vezes no programa da “Tia Dulce”, na antiga TV Alterosa, entre outros.

Eles fizeram mais de três meses de campanha política para um governador de Minas e guardaram aquele dinheiro e o de outras apresentações com o propósito de gravarem o próprio disco. Então, no ano de 1996, foram para São Paulo e gravaram um LP pela gravadora Araponga, disco produzido por Pinóchio, produtor famoso dos sertanejos atuais e da época. Mas a gravadora ficou com todo o dinheiro que eles pagaram; depois, ela faliu. Assim, o disco da dupla “Márcio e Railton” não foi lançado. Essa dupla existiu por aproximadamente três anos.

Uma nova vida

Nessa época, Lenno Maia recebeu Jesus em seu coração e entregou a Ele o controle total da sua vida. Isso aconteceu na Igreja Metodista Wesleyanna, em Contagem (MG). Entretanto, como sempre entendeu que da mesma fonte não pode jorrar água doce e salgada, ele não aceitava tocar músicas seculares e servir a Jesus ao mesmo tempo, adorando-o no púlpito. Infelizmente, por necessidades financeiras, precisou continuar fazendo shows por um tempo. Mas sempre antes de cada apresentação, Lenno dobrava os joelhos sozinho no camarim e dizia: “Senhor, só tu sabes da minha sinceridade. Tu sabes que o meu coração já não está mais nestas coisas, estou aqui porque preciso desse dinheiro, mas eu tenho a absoluta certeza de que, no momento certo, o Senhor vai fechar as portas do mundo para mim e vai escancarar as portas no meio evangélico, para que eu viva pelo resto dos meus dias louvando somente o Teu Santo nome.”

Nessa época, Lenno conheceu um adolescente de 15 anos chamado Roberto Carlos; com ele, montou uma dupla sertaneja de muito sucesso. Para um bom nome da dupla, Railton adotou o nome artístico de “Lenno” e Roberto, o de John. A dupla se chamava “Johny e Lenno”. Logo, eles começaram a ganhar destaque na mídia mineira por terem uma banda sensacional, ensaiada e com instrumentos importados de última geração, o que para a época era muito difícil e caro. A agenda de shows da dupla aumentava a cada mês: contratos com prefeituras, casas de shows importantes, participação em diversos festivais com música de própria autoria. Eles sempre conquistavam o 1º lugar. “Johny e Lenno” se apresentaram nas mais famosas casas noturnas de BH como “Canga e Candeia”, na Savassi, inauguração do “Camarim Night Club”, e foram a primeira atração musical do restaurante “Xapuri”, na lagoa da Pampulha”, entre outros.

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Eles tocaram diversas vezes no mesmo palco com grandes nomes da MPB, como Chitãozinho e Xororó, Kid Abelha, Jorge Ben, Leandro e Leonardo, Elba Ramalho etc. e outros, até serem contratados pela rede Bandeirantes Minas, como atração principal e acompanhar outros artistas convidados do programa “Paradão Sertanejo”, apresentado por Luiz Bonner. Esse programa era gravado às sextas-feiras em cidades diferentes, indo ao ar todos os domingos pela manhã, com o sorteio da Loteria Mineira. Ficaram nesse programa por mais de dois anos, sendo muito bem-sucedidos musical e financeiramente.

No dia 27 de abril de 1994, ao se apresentar no Parque de Exposições da Gameleira (BH) para uma multidão de pessoas, “fui maravilhosamente visitado pela doce presença do Espírito Santo de Deus que me chamou de volta para a Sua presença dizendo-me três coisas: ‘Se você voltar para a minha presença agora, de todos os teus pecados, Eu nunca mais me lembrarei. Tudo o que o mundo lhe tem dado até hoje, Eu, o Senhor, tenho coisas muito melhores para você aqui e na minha glória. Os talentos e os dons que Eu, o Senhor, confiei nas suas mãos, não foram para cantar essas músicas profanas aos meus ouvidos, mas foram somente para adorar o meu Santo e Poderoso Nome’.”

Ali mesmo, com lágrimas nos olhos, Lenno voltou para Jesus! Depois de pouco mais de um ano, cumprindo a agenda lotada de compromissos já assumidos, ele fez o seu último show secular, na cidade de Abre Campo (MG), no dia 25 de setembro de 1995.

Nesse mesmo ano, o cantor Mattos Nascimento o convidou para gravar seu primeiro CD ao vivo na casa Rio Sampa. Depois de ter ajudado nos arranjos e mixagem desse projeto, o cantor convidou Lenno para ser seu produtor musical, arranjador e tecladista exclusivo. Convite aceito, Lenno se mudou com sua esposa para o Rio de Janeiro, congregando, até 2002, na Igreja Batista do Comari, dirigida pelo pastor Saulo. “Nessa época, sentimos orientação de Deus para congregarmos na AD Campo Grande, pastor Daniel Malafaia. Pela misericórdia do Senhor, sou ministro do Evangelho pela convenção de Madureira e, como sempre seguindo a orientação de Deus, estamos vivendo nos USA desde 2017”, conta Lenno.

Comemorando

Hoje, aos 49 anos de idade, tendo se profissionalizado aos 9 anos, somam-se 40 anos como músico profissional. No 27 de abril de 2024, Lenno completará 30 anos de ministério, servindo a Cristo, cumprindo agendas, ministrando a Palavra de Deus e sendo o produtor musical e arranjador de dezenas de outros cantores e cantoras.

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Nesse período, Lenno teve a alegria de ter passado da marca dos 150 CDs produzidos por ele. Contratado por gravadoras, cantores independentes, bandas, ministérios de louvor de igrejas, corais etc., além de ter participado como músico acompanhante em outras dezenas de CDs e DVDs, como Rose Nascimento, Shirley Carvalhaes, Cassiane, Lauriete, Paulo César Baruk, Banda 4/1, Alex Gonzaga, Cristina Mel, Jamily, Mara Maravilha, Ron Kenoly, Mattos Nascimento entre outros.

Como compositor, são mais de 100 músicas autorais gravadas ou com parceiros(as) como Flávia Afonso, Marcus Salles, Moisés Freitas, Tuca Nascimento etc. “A mais importante de todas é a minha esposa, Aline Maia, a compositora com quem tenho o maior número de composições em parceria. Namorando com minha doce Aline há quase 33 anos, temos uma filha abençoada de 28 anos, que, além de ser psicóloga, canta extraordinariamente bem; seu nome é Clara Andrade.”

Sobre o projeto

O projeto “Lenno Maia – 40/30” terá o total de seis músicas escolhidas com muito carinho: “Estou certo de que surpreenderá a todos que apreciam minhas músicas e que acompanham meus lançamentos passados e os atuais, por conta da unção de Deus em cada letra, melodia, arranjo e sonoridade.” Como tem alguns CDs lançados no decorrer da sua história e esse projeto incluirá músicas inéditas e duas regravações de outros autores, ele teve de escolher somente duas das músicas que marcaram sua vida por onde passou, uma vez que as pessoas cantavam com ele em um lindo coro “e não poderiam jamais sair do meu repertório. Para todas as regravações, fiz uma nova roupagem de arranjos e elas vão surpreender a todos”.

Lenno conta que convidou uma pessoa muitíssimo especial e que teve a honra de ela aceitar o convite para cantar uma música com ele, uma canção “de nossa autoria, falo da participação mais que especial da minha esposa, Aline Maia, na música ‘Refez a Minha História’. Nesse primeiro EP regravarei, com uma nova roupagem de arranjos, uma música de autoria da minha esposa em parceria comigo, que foi e ainda é um grande sucesso na voz de Rose Nascimento, chamada ‘No Silêncio’”.

Também com uma nova roupagem, Lenno regravará a música “Dia de Sol”, outro grande sucesso que já foi gravado por outros nomes da música gospel como Gerson Rufino, a música é de autoria de Everaldo Gretter e Pracidio. Haverá também uma inédita chamada “Fala Comigo Agora”, duas regravações que estão nos seus CDs: “‘É Pela Palavra” e ‘Isso que é Poder’, “com novas caras de arranjos”.

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As fotos e vídeos foram feitos por Aline Maia. Os vídeos foram gravados em uma cabana particular nas Montanhas de Logan, Ohio (Usa). Arranjos, produção musical, teclados e acordeon: Lenno Maia. Mixado e masterizado no Maia Music Studios USA – por Lenno Maia. Músicos convidados. Bateria: Guilherme Santana – Gravou na Holanda. Baixo 1: Jasiel Xavier (músico dos DVDs de Zé Neto e Cristiano, Henrique e Juliano, dentre outros). Baixo 2: Beethovinho (músico acompanhante de grandes nomes do sertanejo). Guitarras e violões: Henrique Garcia (músico dos DVDs de Zé Neto e Cristiano, Henrique e Juliano, dentre outros). Percussão: Piolho (músico acompanhante de grandes nomes do sertanejo).

Discografia: CD “Somos Peregrinos” (1999). CD “Olhos da Fé” (2002). CD “O Sanfoneiro de Jesus” (2010). CD “Coletânea” (2013). CD “O Sanfoneiro de Jesus” Vol.2 (2014 – Sony Music). Singles: “O Mundo Parou” (2020), “Português e Espanhol”. “Amar é Fácil” (2020). Cabô (2021). “Te Estende a Mão” (2021). “Abençoado eu Sou” (2021). “Era Ele” (2021). “Tô Te Querendo Demais” (2022). “Esse é o Dia” (2022).

Crédito das Fotos: Aline Maia

Ouça nas plataformas digitais a canção “Dia de Sol”, do projeto “Lenno Maia – 40/30”. Adicione à sua playlist: https://orcd.co/diadesol

Assista ao videoclipe da canção “Dia de Sol”, “Lenno Maia – 40/30”: https://www.youtube.com/watch?v=UsCK_IGLuyw

Acompanhe o trabalho do cantor Lenno Maia nas Redes Sociais!
Instagram:
https://www.instagram.com/lennomaia
Facebook: https://www.facebook.com/LennoMaiaMusic
YouTube: https://www.youtube.com/LennoMaiaOficial

Por Ana Paula Costa
Jornalista – Assessoria de Imprensa Lenno Maia
anacostacomunicacao@gmail.com

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Música

Edu Gomes encontra no rap cristão uma forma de transformar dores da infância em mensagem de fé

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O cantor Edu Gomes. Foto: Divulgação.

A história de Edu Gomes, rapper cristão, compositor, guitarrista e líder de jovens, é atravessada por experiências que começaram ainda na infância. Antes de encontrar na música uma forma de comunicar sua fé e suas convicções, ele viveu períodos de instabilidade familiar, mudanças constantes e dificuldades que deixaram marcas profundas em sua trajetória.

 

Uma das experiências mais difíceis aconteceu quando Edu tinha cerca de seis anos. Ao lado da mãe, ele passou aproximadamente seis meses vivendo em situação de rua depois que a mãe deixou a casa onde sofria agressões do então companheiro. A saída aconteceu após um episódio de violência que, segundo o próprio artista, fez com que ela fugisse para preservar a própria vida.

 

Edu guarda lembranças daquele período, entre elas as caminhadas em busca de abrigo e comida. Sem um lugar fixo para permanecer, ele e a mãe chegaram a dormir no chão, do lado de fora da casa de familiares, e passaram dias circulando pelas ruas. Em algumas ocasiões, procuravam ajuda em lanchonetes para conseguir alimentação.

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O fim de um período nas ruas

 

A situação começou a mudar quando uma antiga vizinha da mãe encontrou os dois sentados em uma praça, em Comendador Soares. Surpresa ao vê-los naquela condição, ela perguntou o que havia acontecido e decidiu ajudá-los. A partir daquele encontro, a mãe de Edu conseguiu retomar o trabalho e reconstruir gradualmente a vida da família.

 

A lembrança daquele período permaneceu por muitos anos. Uma das cenas que mais marcou Edu foi justamente uma ocasião em que ele e a mãe passaram a noite na parte externa da casa de uma tia e, pela manhã, foram mandados embora. Segundo ele, aquela experiência provocou uma mágoa que demorou muito tempo para ser superada.

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O perdão, porém, tornou-se parte do processo de reconstrução pessoal de Edu. Já adulto e depois de se aproximar da igreja, ele passou a compreender que precisava liberar o perdão em relação às pessoas envolvidas naquela história. A decisão não apagou as lembranças da infância, mas mudou a maneira como passou a lidar com elas.

 

Da experiência de vida à música

 

A infância difícil foi apenas uma parte de uma trajetória marcada por mudanças. Filho de caminhoneiro, Edu passou por diferentes estados brasileiros e acompanhou o pai em viagens e trabalhos, conhecendo realidades diversas. Essa vivência ampliou seu contato com diferentes lugares e pessoas e contribuiu para a maneira como passou a observar e interpretar o mundo.

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A música também esteve presente desde cedo. Antes de encontrar no rap sua principal forma de expressão, Edu tinha no rock uma de suas grandes referências. Tocava guitarra e chegou a participar de bandas e eventos durante o período em que viveu no Nordeste. Na adolescência e juventude suas influências musicais eram grandes nomes do rap nacional, entre eles Racionais MC’s e Gabriel O Pensador.

 

A aproximação definitiva com o rap aconteceu quando Edu começou a experimentar a composição. Depois de criar uma música de forma descontraída com o filho e apresentá-la em uma igreja, percebeu que poderia desenvolver aquele caminho. A partir daí, passou a escrever cada vez mais e encontrou no rap uma linguagem capaz de unir sua experiência pessoal à mensagem cristã.

 

Um novo propósito

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Uma das primeiras composições dessa fase foi “Cego via a luz do dia”, música em que Edu aborda a própria conversão e a mudança de perspectiva provocada pela fé. Gravada inicialmente de maneira independente e com recursos simples, a faixa representa o começo de uma nova etapa em sua relação com a música.

 

Hoje, Edu Gomes entende suas letras como uma das principais ferramentas de seu trabalho. Sua proposta é transformar experiências reais, incluindo as dificuldades enfrentadas ao longo da vida, em músicas que abordem fé, arrependimento, esperança e transformação. O rap passou, assim, a ocupar um espaço que vai além da expressão artística.

 

A trajetória também levou Edu a estruturar o movimento Rap com Cristo, com o objetivo de utilizar o gênero como instrumento de evangelismo e alcançar públicos que nem sempre se identificam com formatos tradicionais de música cristã. Atualmente, o artista trabalha na construção de uma sonoridade que aproxima o rap de suas raízes no rock, retomando a guitarra e incorporando elementos das duas linguagens.

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Ao olhar para a própria história, Edu não esconde as dificuldades que enfrentou, mas procura atribuir a elas um novo significado. A experiência de ter vivido nas ruas durante a infância, a convivência com conflitos familiares, as mudanças de cidade e sua posterior aproximação com a fé passaram a fazer parte de uma trajetória que ele utiliza para falar sobre transformação. Para o rapper, que tem sua família como base para continuar trabalhando, sua história não termina nas circunstâncias que viveu, mas continua na possibilidade de ajudar outras pessoas a reconstruírem as próprias histórias.

 

Confira o trabalho musical de Edu Gomes:

https://www.instagram.com/edugomesrap/

 

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Música

Todah Experience lança “Me Gastarei em Teu Altar”, novo single do cantor Jorge Sepulcro

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O cantor Jorge Sepulcro. Foto: Todah Experience.

O cantor Jorge Sepulcro lança neste 13 de outubro o single “Me Gastarei em Teu Altar”, um projeto gravado pela Todah Experience que representa um momento importante em sua trajetória musical. Com composição de Felipe Costa, a canção apresenta uma mensagem de entrega, adoração e compromisso com Deus, reforçando o propósito do artista de utilizar a música para alcançar vidas.

 

Ouça aqui: https://onerpm.link/MeGastareiemTeuAltar

 

A faixa parte da ideia de dedicar o melhor de si àquele que vive e reina para sempre. Para Jorge Sepulcro, a mensagem de “Me Gastarei em Teu Altar” se conecta tanto às experiências que já viveu quanto aos caminhos que ainda pretende percorrer. A expectativa é que a música incentive o público a refletir sobre sua relação com Deus e desperte mudanças pessoais e espirituais.

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Um sonho cultivado desde a infância

 

A história de Jorge Sepulcro com a música começou aos nove anos, quando passou a cantar sozinho na igreja. Durante a adolescência, integrou o grupo de louvor e continuou desenvolvendo sua atuação musical, mantendo o desejo de ampliar seu alcance e, um dia, gravar por uma gravadora.

 

Ao longo dos anos, o cantor também participou de bandas e seguiu investindo na música. Em 2024, teve uma primeira experiência com a Todah ao gravar um cover, etapa que contribuiu para aproximá-lo do projeto que viria a realizar posteriormente.

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A gravação de “Me Gastarei em Teu Altar”, realizada em 12 de junho de 2026, representa a concretização de parte desse sonho. O lançamento dá continuidade a uma caminhada construída ao longo de anos de participação na música cristã e dedicação ao ministério.

 

Confira o videoclipe:

https://youtu.be/MAALf9fktVo?is=2WO_G3ezTXCdjePs

 

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“Me Gastarei em Teu Altar”: uma canção de entrega

 

Com uma sonoridade pop, estilo no qual encontrou sua identidade musical, Jorge Sepulcro apresenta uma interpretação voltada à adoração. A escolha acompanha sua trajetória artística e a maneira como deseja comunicar a mensagem da composição de Felipe Costa.

 

O título sintetiza a proposta da faixa: dedicar a própria vida à adoração a Deus. Mais do que uma declaração musical, a canção expressa o desejo de viver de maneira coerente com a fé e de fazer da música um instrumento para inspirar transformação.

 

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O cantor Jorge Sepulcro espera que o público encontre na faixa um convite à mudança. Seu objetivo é que a mensagem ultrapasse o momento da audição e leve as pessoas a refletirem sobre suas escolhas, sua caminhada espiritual e a importância de viver com propósito.

 

A experiência com a Todah Experience

 

Gravar pela Todah Experience é descrito pelo cantor como a realização de um sonho. Ele destaca a qualidade visual e sonora do projeto e a importância de participar de uma produção que considera especial para sua carreira.

 

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A experiência representa também uma oportunidade de apresentar seu trabalho a um público mais amplo, com uma estrutura profissional para transmitir a mensagem da canção. Para Jorge Sepulcro, o lançamento é parte de um caminho que começou ainda na infância e continua sendo construído com fé e dedicação.

 

Siga Jorge Sepulcro no Instagram:

https://www.instagram.com/jorgesepulcrooficial/

 

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Música

Novo single de Wellen Carvalho, “Vai Vendo” reforça mensagem de fé e confiança em Deus

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A cantora gospel Wellen Carvalho. Foto: Divulgação.

A cantora Wellen Carvalho lançou, em 12 de setembro de 2026, o single “Vai Vendo”, uma aposta no arrocha para transmitir uma mensagem de fé, esperança e confiança em Deus. Com composição assinada pela própria artista em parceria com João Paulo Santos, a música fala sobre continuar acreditando mesmo quando as circunstâncias parecem indicar que nada está acontecendo.

 

A proposta da faixa é lembrar que nem sempre é possível compreender os processos da vida ou enxergar os resultados das situações enfrentadas. A partir dessa perspectiva, Wellen transforma uma mensagem de perseverança espiritual em uma canção de sonoridade popular, buscando alcançar ouvintes que atravessam períodos de dúvidas, espera e incerteza.

 

Confira o videoclipe:

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https://youtu.be/wZMLb8iDk_o?si=vAmk4dxVLSRhTbAe

 

Uma mensagem sobre confiar no que ainda não se pode ver

 

“Vai Vendo” nasceu com o propósito de conversar com pessoas que, em algum momento, podem questionar se Deus continua agindo em suas vidas. A composição reforça a ideia de que, mesmo quando não há sinais visíveis de mudança, existe um processo em andamento e nem todas as respostas chegam no momento esperado.

 

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Para Wellen, a mensagem também reflete sua própria maneira de lidar com os desafios. A cantora afirma que a música representa a decisão de permanecer firme na fé mesmo quando não consegue compreender tudo o que acontece ao seu redor.

 

A letra convida o público a olhar para as dificuldades com esperança, confiando que os acontecimentos podem ganhar novos significados com o passar do tempo. A intenção é que cada ouvinte encontre na canção um incentivo para continuar caminhando, sem interpretar a ausência de resultados imediatos como sinal de abandono.

 

Arrocha como caminho para transmitir a fé

 

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Musicalmente, Wellen Carvalho escolheu o arrocha por sua sonoridade marcante, envolvente e acessível. A proposta é aproximar a mensagem cristã de um ritmo popular, mostrando como diferentes identidades musicais podem servir de caminho para expressar experiências de fé.

 

A combinação entre o ritmo e o conteúdo da letra também faz parte da identidade do lançamento. Em vez de limitar a abordagem a uma interpretação contemplativa, “Vai Vendo” aposta em uma sonoridade alegre para transmitir uma mensagem de encorajamento e confiança.

 

A gravação conta com Lucas Garcia no teclado, baixo e percussão; Baby Batera na bateria; Henrique Teixeira na sanfona; e Renato Dias e Sirlene nos vocais de apoio. A interpretação é conduzida por Wellen, que também assina a composição ao lado de João Paulo Santos.

 

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Uma canção para os períodos de espera

 

Ao falar sobre o impacto que espera provocar no público, Wellen destaca o desejo de alcançar pessoas que estejam passando por momentos difíceis ou enfrentando situações que ainda não conseguem compreender. Para a artista, a música pode funcionar como um lembrete de que a esperança não precisa depender apenas daquilo que se consegue enxergar no presente.

 

Com “Vai Vendo”, Wellen Carvalho reforça uma proposta musical que aproxima o arrocha de uma mensagem cristã, utilizando a música como instrumento de encorajamento. O single convida o público a manter a confiança durante os processos da vida e a acreditar que, mesmo quando o caminho ainda não está claro, novas perspectivas podem surgir.

 

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