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Música

Lenno Maia e sua história de vida até aqui – passos de trabalho, fé e obediência

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O cantor fala um pouco de si, dos 40 anos como músico profissional, dos 30 anos de ministério musical e do seu novo projeto “Lenno Maia – 40/30”.

Lançando de maneira muito especial o seu novo projeto, intitulado “Lenno Maia – 40/30”, o cantor abre o livro da sua vida e faz um resumo dos capítulos que “escreveu” até aqui. O projeto, que terá o selo da Gospel Music Brasil, será composto por um EP, com seis músicas e seus respectivos videoclipes. Lenno Maia é um cantor e compositor conhecidíssimo e muito amado no cenário cristão gospel, mas o fato é que nem todos conhecem a sua história de vida e sua vida na música. Para comemorar o seu aniversário de 30 anos de ministério e os 40 anos de carreira musical, ele compartilha um pouco do seu muito até aqui.

O início

Lenno Maia nasceu em uma casa muito simples, com a ajuda de uma parteira em um pequeno distrito chamado Divino do Traíra, município mineiro de Engenheiro Caldas, na região de Governador Valadares (MG). Morou pouco tempo nesse lugar com a família, pois, aos dois anos de idade aproximadamente, eles se mudaram para Belo Horizonte (MG). Desde muito criança, ele já cantava para a família e os amigos. Autodidata, Lenno aprendeu a tocar sanfona sozinho quando tinha apenas quatro anos de idade. Seu pai tinha uma pequena sanfona de oito baixos e o proibia até de “encostar” nela. O pai a guardava a sete chaves no guarda-roupas, mas quando ele saía para o trabalho, o pequeno Lenno se assentava na cama e sua mãe colocava a “charmosa” sanfona em seu colo: “Assim, fui aprendendo ouvindo músicas sertanejas da época.

Então, entre os 7 e 8 anos de idade, Lenno começou a cantar com um parceiro em bares, restaurantes e até boates de Belo Horizonte. Esse foi o começo da sua vida artística, porque desde a primeira apresentação, eles recebiam dinheiro para se apresentarem. Essa primeira dupla chamava-se “Railton e Nery”; Lenno (Railton) tocava sanfona e fazia a primeira voz, o Nery tocava violão e fazia a segunda voz. Na época, Lenno era apenas uma criança, então, Nery teve permissão dos seus pais para ser o responsável pelo “menino Lenno”. o fato de Lenno ter acesso àqueles lugares sem restrição se devia ao fato de Nery ser um sargento da PM-MG. Eles ficaram se apresentando por mais ou menos um ano. Juntos, participaram do seu 1º festival de música, realizado pela empresa multinacional SIANA, localizada em Contagem (MG), onde ganharam o 1º lugar, concorrendo com outros cantores solos e duplas. O prêmio foi um troféu e um valor em dinheiro.

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Todo o dinheiro que Lenno ganhava, ele entregava nas mãos de sua mãe, para ajudar nas despesas da casa, pois sua família era muito humilde: o pai era pedreiro e a mãe, dona de casa; o casal tinha oito filhos. Aos nove anos de idade, Lenno tirou sua carteira de músico na OMB – Belo Horizonte, tocando dois clássicos da música brasileira “Brasileirinho” e “Tico Tico no Fubá”.

Ainda aos nove anos, conheceu Márcio, de 11 anos, que tocava violão e fazia a 2ª voz. Ficou decidido que seria melhor que Lenno fizesse dupla com alguém da sua idade. Lenno e Márcio se apresentaram em dezenas de cidades nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, além de participarem de programas ao vivo de rádios como “Inconfidência” e “Itatiaia” também em BH; estiveram diversas vezes no programa da “Tia Dulce”, na antiga TV Alterosa, entre outros.

Eles fizeram mais de três meses de campanha política para um governador de Minas e guardaram aquele dinheiro e o de outras apresentações com o propósito de gravarem o próprio disco. Então, no ano de 1996, foram para São Paulo e gravaram um LP pela gravadora Araponga, disco produzido por Pinóchio, produtor famoso dos sertanejos atuais e da época. Mas a gravadora ficou com todo o dinheiro que eles pagaram; depois, ela faliu. Assim, o disco da dupla “Márcio e Railton” não foi lançado. Essa dupla existiu por aproximadamente três anos.

Uma nova vida

Nessa época, Lenno Maia recebeu Jesus em seu coração e entregou a Ele o controle total da sua vida. Isso aconteceu na Igreja Metodista Wesleyanna, em Contagem (MG). Entretanto, como sempre entendeu que da mesma fonte não pode jorrar água doce e salgada, ele não aceitava tocar músicas seculares e servir a Jesus ao mesmo tempo, adorando-o no púlpito. Infelizmente, por necessidades financeiras, precisou continuar fazendo shows por um tempo. Mas sempre antes de cada apresentação, Lenno dobrava os joelhos sozinho no camarim e dizia: “Senhor, só tu sabes da minha sinceridade. Tu sabes que o meu coração já não está mais nestas coisas, estou aqui porque preciso desse dinheiro, mas eu tenho a absoluta certeza de que, no momento certo, o Senhor vai fechar as portas do mundo para mim e vai escancarar as portas no meio evangélico, para que eu viva pelo resto dos meus dias louvando somente o Teu Santo nome.”

Nessa época, Lenno conheceu um adolescente de 15 anos chamado Roberto Carlos; com ele, montou uma dupla sertaneja de muito sucesso. Para um bom nome da dupla, Railton adotou o nome artístico de “Lenno” e Roberto, o de John. A dupla se chamava “Johny e Lenno”. Logo, eles começaram a ganhar destaque na mídia mineira por terem uma banda sensacional, ensaiada e com instrumentos importados de última geração, o que para a época era muito difícil e caro. A agenda de shows da dupla aumentava a cada mês: contratos com prefeituras, casas de shows importantes, participação em diversos festivais com música de própria autoria. Eles sempre conquistavam o 1º lugar. “Johny e Lenno” se apresentaram nas mais famosas casas noturnas de BH como “Canga e Candeia”, na Savassi, inauguração do “Camarim Night Club”, e foram a primeira atração musical do restaurante “Xapuri”, na lagoa da Pampulha”, entre outros.

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Eles tocaram diversas vezes no mesmo palco com grandes nomes da MPB, como Chitãozinho e Xororó, Kid Abelha, Jorge Ben, Leandro e Leonardo, Elba Ramalho etc. e outros, até serem contratados pela rede Bandeirantes Minas, como atração principal e acompanhar outros artistas convidados do programa “Paradão Sertanejo”, apresentado por Luiz Bonner. Esse programa era gravado às sextas-feiras em cidades diferentes, indo ao ar todos os domingos pela manhã, com o sorteio da Loteria Mineira. Ficaram nesse programa por mais de dois anos, sendo muito bem-sucedidos musical e financeiramente.

No dia 27 de abril de 1994, ao se apresentar no Parque de Exposições da Gameleira (BH) para uma multidão de pessoas, “fui maravilhosamente visitado pela doce presença do Espírito Santo de Deus que me chamou de volta para a Sua presença dizendo-me três coisas: ‘Se você voltar para a minha presença agora, de todos os teus pecados, Eu nunca mais me lembrarei. Tudo o que o mundo lhe tem dado até hoje, Eu, o Senhor, tenho coisas muito melhores para você aqui e na minha glória. Os talentos e os dons que Eu, o Senhor, confiei nas suas mãos, não foram para cantar essas músicas profanas aos meus ouvidos, mas foram somente para adorar o meu Santo e Poderoso Nome’.”

Ali mesmo, com lágrimas nos olhos, Lenno voltou para Jesus! Depois de pouco mais de um ano, cumprindo a agenda lotada de compromissos já assumidos, ele fez o seu último show secular, na cidade de Abre Campo (MG), no dia 25 de setembro de 1995.

Nesse mesmo ano, o cantor Mattos Nascimento o convidou para gravar seu primeiro CD ao vivo na casa Rio Sampa. Depois de ter ajudado nos arranjos e mixagem desse projeto, o cantor convidou Lenno para ser seu produtor musical, arranjador e tecladista exclusivo. Convite aceito, Lenno se mudou com sua esposa para o Rio de Janeiro, congregando, até 2002, na Igreja Batista do Comari, dirigida pelo pastor Saulo. “Nessa época, sentimos orientação de Deus para congregarmos na AD Campo Grande, pastor Daniel Malafaia. Pela misericórdia do Senhor, sou ministro do Evangelho pela convenção de Madureira e, como sempre seguindo a orientação de Deus, estamos vivendo nos USA desde 2017”, conta Lenno.

Comemorando

Hoje, aos 49 anos de idade, tendo se profissionalizado aos 9 anos, somam-se 40 anos como músico profissional. No 27 de abril de 2024, Lenno completará 30 anos de ministério, servindo a Cristo, cumprindo agendas, ministrando a Palavra de Deus e sendo o produtor musical e arranjador de dezenas de outros cantores e cantoras.

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Nesse período, Lenno teve a alegria de ter passado da marca dos 150 CDs produzidos por ele. Contratado por gravadoras, cantores independentes, bandas, ministérios de louvor de igrejas, corais etc., além de ter participado como músico acompanhante em outras dezenas de CDs e DVDs, como Rose Nascimento, Shirley Carvalhaes, Cassiane, Lauriete, Paulo César Baruk, Banda 4/1, Alex Gonzaga, Cristina Mel, Jamily, Mara Maravilha, Ron Kenoly, Mattos Nascimento entre outros.

Como compositor, são mais de 100 músicas autorais gravadas ou com parceiros(as) como Flávia Afonso, Marcus Salles, Moisés Freitas, Tuca Nascimento etc. “A mais importante de todas é a minha esposa, Aline Maia, a compositora com quem tenho o maior número de composições em parceria. Namorando com minha doce Aline há quase 33 anos, temos uma filha abençoada de 28 anos, que, além de ser psicóloga, canta extraordinariamente bem; seu nome é Clara Andrade.”

Sobre o projeto

O projeto “Lenno Maia – 40/30” terá o total de seis músicas escolhidas com muito carinho: “Estou certo de que surpreenderá a todos que apreciam minhas músicas e que acompanham meus lançamentos passados e os atuais, por conta da unção de Deus em cada letra, melodia, arranjo e sonoridade.” Como tem alguns CDs lançados no decorrer da sua história e esse projeto incluirá músicas inéditas e duas regravações de outros autores, ele teve de escolher somente duas das músicas que marcaram sua vida por onde passou, uma vez que as pessoas cantavam com ele em um lindo coro “e não poderiam jamais sair do meu repertório. Para todas as regravações, fiz uma nova roupagem de arranjos e elas vão surpreender a todos”.

Lenno conta que convidou uma pessoa muitíssimo especial e que teve a honra de ela aceitar o convite para cantar uma música com ele, uma canção “de nossa autoria, falo da participação mais que especial da minha esposa, Aline Maia, na música ‘Refez a Minha História’. Nesse primeiro EP regravarei, com uma nova roupagem de arranjos, uma música de autoria da minha esposa em parceria comigo, que foi e ainda é um grande sucesso na voz de Rose Nascimento, chamada ‘No Silêncio’”.

Também com uma nova roupagem, Lenno regravará a música “Dia de Sol”, outro grande sucesso que já foi gravado por outros nomes da música gospel como Gerson Rufino, a música é de autoria de Everaldo Gretter e Pracidio. Haverá também uma inédita chamada “Fala Comigo Agora”, duas regravações que estão nos seus CDs: “‘É Pela Palavra” e ‘Isso que é Poder’, “com novas caras de arranjos”.

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As fotos e vídeos foram feitos por Aline Maia. Os vídeos foram gravados em uma cabana particular nas Montanhas de Logan, Ohio (Usa). Arranjos, produção musical, teclados e acordeon: Lenno Maia. Mixado e masterizado no Maia Music Studios USA – por Lenno Maia. Músicos convidados. Bateria: Guilherme Santana – Gravou na Holanda. Baixo 1: Jasiel Xavier (músico dos DVDs de Zé Neto e Cristiano, Henrique e Juliano, dentre outros). Baixo 2: Beethovinho (músico acompanhante de grandes nomes do sertanejo). Guitarras e violões: Henrique Garcia (músico dos DVDs de Zé Neto e Cristiano, Henrique e Juliano, dentre outros). Percussão: Piolho (músico acompanhante de grandes nomes do sertanejo).

Discografia: CD “Somos Peregrinos” (1999). CD “Olhos da Fé” (2002). CD “O Sanfoneiro de Jesus” (2010). CD “Coletânea” (2013). CD “O Sanfoneiro de Jesus” Vol.2 (2014 – Sony Music). Singles: “O Mundo Parou” (2020), “Português e Espanhol”. “Amar é Fácil” (2020). Cabô (2021). “Te Estende a Mão” (2021). “Abençoado eu Sou” (2021). “Era Ele” (2021). “Tô Te Querendo Demais” (2022). “Esse é o Dia” (2022).

Crédito das Fotos: Aline Maia

Ouça nas plataformas digitais a canção “Dia de Sol”, do projeto “Lenno Maia – 40/30”. Adicione à sua playlist: https://orcd.co/diadesol

Assista ao videoclipe da canção “Dia de Sol”, “Lenno Maia – 40/30”: https://www.youtube.com/watch?v=UsCK_IGLuyw

Acompanhe o trabalho do cantor Lenno Maia nas Redes Sociais!
Instagram:
https://www.instagram.com/lennomaia
Facebook: https://www.facebook.com/LennoMaiaMusic
YouTube: https://www.youtube.com/LennoMaiaOficial

Por Ana Paula Costa
Jornalista – Assessoria de Imprensa Lenno Maia
anacostacomunicacao@gmail.com

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Música

Adelãyne lança releitura de “Água Viva”, clássico da banda Milad, com ponte musical inédita de sua autoria, 41 anos após o lançamento original

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A cantora catarinense Adelãyne lançou, no dia 27 de outubro, o single “Água Viva”, uma releitura de uma canção marcante da música cristã brasileira, lançada originalmente em 1985 pela banda Milad. Quarenta e um anos depois de seu lançamento original, a música ganha uma nova interpretação na voz de Adelãyne, que apresenta uma proposta musical contemporânea e acrescenta uma contribuição autoral especial à composição: uma nova ponte musical de sua autoria.

A obra original é de autoria de Donizete Alexandre Vieira. Nesta nova versão, Adelãyne preserva a essência da mensagem da canção e imprime sua identidade artística ao acrescentar uma ponte musical inédita, composta especialmente para integrar a releitura.

“Água Viva” é o segundo single lançado de seu novo projeto musical, que contará com sete canções. A produção musical está sob a direção do reconhecido produtor Josué Godói, responsável por desenvolver uma sonoridade mais pop e contemporânea, em comparação ao álbum anterior da cantora.

Cristã, cantora e dona de um timbre marcante e singular, Adelãyne iniciou sua trajetória de lançamentos musicais em 2020. Desde então, já disponibilizou 15 canções nas plataformas digitais, além de videoclipes no YouTube. Agora, a artista apresenta uma nova fase de sua carreira, com um projeto que une identidade cristã, personalidade artística e uma produção musical cuidadosamente construída.

Uma mensagem sobre a única fonte que sacia a sede da alma

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Mais do que uma releitura musical, “Água Viva” carrega uma mensagem atemporal de fé, esperança e transformação.

A canção aponta para Jesus Cristo como a única fonte capaz de saciar verdadeiramente a sede da alma, transformar vidas e oferecer salvação. Em um mundo marcado por tantas buscas e vazios, sua mensagem convida o ouvinte a reconhecer que somente Jesus é a Água Viva, a fonte inesgotável de vida e esperança.

Um álbum produzido em 432 Hz

Uma das particularidades do novo projeto de Adelãyne é que todas as sete canções estão sendo produzidas com afinação em 432 Hz, em vez da afinação de 440 Hz, padrão amplamente utilizado na música ocidental.

A escolha representa uma proposta artística e sonora da cantora, que busca explorar uma experiência musical diferenciada, com uma sonoridade que remete à harmonia e aos padrões encontrados na natureza. A afinação em 432 Hz também é associada, em algumas abordagens, a sensações de relaxamento e bem-estar, embora não existam evidências científicas conclusivas de que produza efeitos terapêuticos específicos.

Com essa proposta, Adelãyne une sua identidade cristã a uma sonoridade contemporânea, buscando proporcionar ao público uma experiência musical singular, sem abrir mão da essência de sua mensagem: glorificar Jesus Cristo.

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“Água Viva” já está disponível!

Lançado em 27 de outubro, o single está disponível nas principais plataformas de streaming.

https://onerpm.link/SingleAguaViva

O videoclipe oficial também pode ser assistido no YouTube, no canal Adelãyne Oficial.

https://www.youtube.com/watch?v=f8uo_lcDTPs

Ouça “Água Viva” e permita que essa mensagem de esperança e transformação alcance seu coração.

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Música

Após sucesso com o Discopraise, Marcos Rodrigues lança nova versão de “Ouvir o Teu Falar” e anuncia turnê pelo Nordeste

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Autor de “Ouvir o Teu Falar”, compositor com mais de 200 músicas no catálogo lança nova interpretação em 30 de outubro e retorna a Pernambuco para uma série de apresentações

O cantor e compositor Marcos Rodrigues lança nesta 30 de outubro de 2026 uma nova interpretação de “Ouvir o Teu Falar”, composição de sua autoria que ganhou projeção nacional na voz do grupo Discopraise. O lançamento marca um momento especial na trajetória do artista, que revisita uma música escrita durante uma fase de esgotamento ministerial e que, anos depois, ganha novo significado após seu retorno à música cristã.

Ouça aqui: https://ffm.to/marcos-rodrigues-ouvir-o-teu-falar

Com mais de duas décadas de experiência musical e um catálogo que ultrapassa 200 composições, Marcos tem obras gravadas por artistas como Aline Barros, Mariana Valadão, Ton Carfi, Rebeca Carvalho, Quatro por Um, Dany Grace e Gui Rebustini. Agora, além de apresentar sua própria versão de “Ouvir o Teu Falar”, o cantor prepara uma turnê pelo Nordeste, com quatro apresentações programadas em Pernambuco entre outubro e novembro.

A canção que nasceu quando o compositor pensava em desistir

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“Ouvir o Teu Falar” foi escrita em um período de dificuldades financeiras, desgaste ministerial e intensas orações. Na época, Marcos havia decidido abandonar o ministério e chegou a interpretar a canção em igrejas durante aproximadamente seis meses como uma espécie de despedida.

O que ele ainda não compreendia era que a própria letra trazia uma mensagem relacionada àquele momento, especialmente na ponte, que fala sobre esperar no Senhor e encontrar forças renovadas. Cerca de um ano depois de composta, a música foi gravada e lançada pelo Discopraise, alcançando projeção nacional.

Enquanto a canção chegava a milhares de ouvintes, Marcos havia se afastado da música cristã e passado a trabalhar no segmento secular, onde permaneceu por nove anos. Seu retorno ao ministério aconteceu em março de 2024, abrindo uma nova etapa profissional e pessoal.

Para o artista, interpretar novamente a composição é uma oportunidade de olhar para a própria história a partir de outra perspectiva. A música, que surgiu em meio à frustração e à vontade de desistir, tornou-se um lembrete sobre a importância de confiar na direção de Deus mesmo quando as circunstâncias parecem não fazer sentido.

Confira o videoclipe:
https://youtu.be/8Ix2w3mIC9U?si=dXewAGpdVoVogE5K

Mais de 200 composições e uma trajetória de duas décadas

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Natural de São José do Belmonte, no sertão pernambucano, e radicado há aproximadamente 20 anos na região de Campinas, em São Paulo, Marcos Rodrigues construiu uma trajetória que reúne composição, interpretação, ensino vocal e atuação ministerial. Além de cantor e compositor, é professor de canto, possui formação em Teologia e experiência pastoral.

Seu repertório autoral alcançou diferentes artistas e projetos da música cristã brasileira. Como intérprete, lançou os álbuns “Deus é por Mim” (2013) e “Impossível Imaginar” (2014), além de retomar sua produção musical após o retorno ao ministério.

Em agosto de 2026, apresentou uma nova versão de “Então é Só Clamar”, composição feita em parceria com Francisco Del Giudice e anteriormente gravada pelo grupo Quatro por Um. O lançamento de “Ouvir o Teu Falar” dá continuidade a essa fase, agora com uma canção que tem uma ligação direta com um dos períodos mais marcantes de sua história.

A nova gravação segue uma linha de música cristã contemporânea, com influências de worship e gospel. A produção musical e os arranjos são assinados por André Souza, que também toca guitarra e violão. A ficha técnica inclui Gabriel Santos na bateria, Jonathas Aquino nos teclados, Gerson Oliveira no contrabaixo e Du Campos na engenharia de áudio, edição, mixagem e masterização. As gravações foram realizadas na AudioMac e na Igreja do Nazareno Aeronave.

Turnê pelo Nordeste aproxima o cantor de suas origens

O lançamento também coincide com a ampliação da agenda de apresentações de Marcos Rodrigues, que retorna ao Nordeste para uma série de shows em Pernambuco. Nascido em São José do Belmonte, o cantor mantém uma ligação afetiva com a região, mesmo após duas décadas vivendo no interior paulista.

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“Voltar ao Nordeste é sempre especial, principalmente pela oportunidade de cantar na região onde nasci, reencontrar pessoas que fazem parte da minha história e compartilhar minha música com o povo da minha terra”, afirma.

A turnê começa em 31 de outubro, em Serra Talhada, e segue por outras três cidades pernambucanas ao longo de novembro. A programação inclui uma apresentação em sua cidade natal, São José do Belmonte, onde o reencontro com as próprias origens ganha um significado particular nesta nova fase da carreira.

Agenda — Turnê Nordeste 2026

31 de outubro (sábado): Serra Talhada (PE)
1º de novembro (domingo): São José do Belmonte (PE)
7 de novembro (sábado): Araripina (PE)
21 de novembro (sábado): Igreja Batista Missionária, em Orocó (PE)

Siga o cantor Marcos Rodrigues:
https://www.instagram.com/cantormarkoficial/

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Música

Após perder o pai, Carlinhos Falsetti lança “Começar Bem” com Iuri Dias e Juanjo Ferreira

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O cantor Carlinhos Falsetti. Foto: Divulgação.

Existem canções que nascem de uma ideia. Outras surgem de experiências que mudam uma vida para sempre. É o caso de “Começar Bem”, novo single de Carlinhos Falsetti, que chegou às plataformas digitais no dia 23 de outubro pela NVFASE. A composição nasceu durante um dos períodos mais difíceis da vida do cantor, a internação do pai na UTI, enquanto ele vivia na Espanha, longe da família.

 

Ouça aqui: https://ouca.nvfase.com/comecar-bem/

 

A distância tornou a situação ainda mais dolorosa. Sem poder acompanhar de perto a recuperação do pai, Carlinhos enfrentou dias de angústia, alternando momentos de esperança com notícias que voltavam a colocar a família diante da possibilidade de uma perda. Foi nesse cenário que a música começou a tomar forma, como uma oração em meio à incerteza.

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Uma canção escrita entre a esperança e a despedida

 

Depois de uma cirurgia cardíaca, o pai do cantor apresentou uma melhora que trouxe alívio à família. A notícia de que ele deixaria a UTI, porém, foi seguida por uma nova complicação, uma parada cardíaca que o levou de volta à unidade intensiva. Os dias seguintes foram marcados pela falta de perspectivas de recuperação.

 

Foi durante esse período que Carlinhos começou a orar e encontrou na composição uma maneira de expressar o que estava vivendo. A canção nasceu da necessidade de compreender como permanecer firme quando as circunstâncias parecem escapar completamente do controle.

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“Começar Bem” ganhou um significado ainda mais profundo quando o cantor conseguiu viajar da Espanha para o Brasil e visitar o pai. Ao entrar no quarto, falou com ele e recebeu como resposta apenas uma respiração profunda. No dia seguinte, seu pai faleceu.

 

Apesar da dor, Carlinhos guarda a viagem como um presente. Poder estar ao lado dele naquele momento e se despedir pessoalmente se tornou uma lembrança preciosa, que permanece ligada à história da música.

 

“Foi um presente de Deus ter conseguido me despedir pessoalmente. Essa canção ficou para me lembrar que, independentemente do que aconteça, Deus está sempre comigo. Mesmo no caos, Ele está presente”, compartilha o cantor.

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O consolo que permanece quando faltam respostas

 

A mensagem de “Começar Bem” está relacionada à presença de Deus nos momentos em que a dor não oferece explicações fáceis. Para Carlinhos, a experiência também remete à promessa de Jesus aos discípulos sobre o Consolador, que permaneceria com eles e os faria recordar tudo o que Ele havia ensinado.

 

A canção não nasce de uma tentativa de ignorar o sofrimento, mas da experiência de atravessá-lo sem perder a fé. É justamente essa sinceridade que torna a composição tão pessoal: antes de alcançar outros ouvintes, ela foi uma forma de Carlinhos lidar com a própria dor.

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O cantor e compositor Iuri Dias, um dos convidados do single ao lado de Juanjo Ferreira, se emocionou ao ouvir a música pela primeira vez. Conhecendo o momento delicado vivido por Carlinhos após a perda do pai, ele reconheceu na composição uma mensagem de esperança que não esconde a tristeza, mas encontra espaço para o consolo.

 

“Ela trouxe exatamente esse sentimento de esperança em meio à dor, de consolo em um momento difícil. É uma música muito bonita e poética”, afirma Iuri.

 

Iuri Dias destaca a vulnerabilidade da composição

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A participação de Iuri também carrega uma relação de amizade construída dentro da NVFASE. Desde que se conheceram, o cantor descreve Carlinhos como alguém que aproxima pessoas, compartilha experiências e se coloca à disposição para ajudar outros artistas. Os dois já haviam gravado juntos a música “A Gente É Um Só”, e o convite para participar de “Começar Bem” trouxe uma nova oportunidade de parceria.

 

Antes mesmo de receber a versão final, Iuri teve contato com uma gravação feita por Carlinhos ao violão, ainda no celular. A primeira impressão foi suficiente para perceber a força da composição e a verdade emocional que ela carregava.

 

Para o convidado, essa vulnerabilidade é justamente um dos aspectos mais importantes da música. “Ela tem uma força diferente, uma sinceridade, uma demonstração de extrema vulnerabilidade do compositor, que é o que mais aprecio em um artista: poder ouvir a verdade do coração”, destaca.

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Iuri acredita que a canção poderá alcançar pessoas que enfrentam seus próprios períodos de incerteza, luto e sofrimento. “Mesmo quando tudo parece apontar para o fim, ainda podemos ousar ter esperança, consolo e renovo no colo do nosso Pai”, conclui.

 

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