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Música

Lenno Maia e sua história de vida até aqui – passos de trabalho, fé e obediência

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O cantor fala um pouco de si, dos 40 anos como músico profissional, dos 30 anos de ministério musical e do seu novo projeto “Lenno Maia – 40/30”.

Lançando de maneira muito especial o seu novo projeto, intitulado “Lenno Maia – 40/30”, o cantor abre o livro da sua vida e faz um resumo dos capítulos que “escreveu” até aqui. O projeto, que terá o selo da Gospel Music Brasil, será composto por um EP, com seis músicas e seus respectivos videoclipes. Lenno Maia é um cantor e compositor conhecidíssimo e muito amado no cenário cristão gospel, mas o fato é que nem todos conhecem a sua história de vida e sua vida na música. Para comemorar o seu aniversário de 30 anos de ministério e os 40 anos de carreira musical, ele compartilha um pouco do seu muito até aqui.

O início

Lenno Maia nasceu em uma casa muito simples, com a ajuda de uma parteira em um pequeno distrito chamado Divino do Traíra, município mineiro de Engenheiro Caldas, na região de Governador Valadares (MG). Morou pouco tempo nesse lugar com a família, pois, aos dois anos de idade aproximadamente, eles se mudaram para Belo Horizonte (MG). Desde muito criança, ele já cantava para a família e os amigos. Autodidata, Lenno aprendeu a tocar sanfona sozinho quando tinha apenas quatro anos de idade. Seu pai tinha uma pequena sanfona de oito baixos e o proibia até de “encostar” nela. O pai a guardava a sete chaves no guarda-roupas, mas quando ele saía para o trabalho, o pequeno Lenno se assentava na cama e sua mãe colocava a “charmosa” sanfona em seu colo: “Assim, fui aprendendo ouvindo músicas sertanejas da época.

Então, entre os 7 e 8 anos de idade, Lenno começou a cantar com um parceiro em bares, restaurantes e até boates de Belo Horizonte. Esse foi o começo da sua vida artística, porque desde a primeira apresentação, eles recebiam dinheiro para se apresentarem. Essa primeira dupla chamava-se “Railton e Nery”; Lenno (Railton) tocava sanfona e fazia a primeira voz, o Nery tocava violão e fazia a segunda voz. Na época, Lenno era apenas uma criança, então, Nery teve permissão dos seus pais para ser o responsável pelo “menino Lenno”. o fato de Lenno ter acesso àqueles lugares sem restrição se devia ao fato de Nery ser um sargento da PM-MG. Eles ficaram se apresentando por mais ou menos um ano. Juntos, participaram do seu 1º festival de música, realizado pela empresa multinacional SIANA, localizada em Contagem (MG), onde ganharam o 1º lugar, concorrendo com outros cantores solos e duplas. O prêmio foi um troféu e um valor em dinheiro.

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Todo o dinheiro que Lenno ganhava, ele entregava nas mãos de sua mãe, para ajudar nas despesas da casa, pois sua família era muito humilde: o pai era pedreiro e a mãe, dona de casa; o casal tinha oito filhos. Aos nove anos de idade, Lenno tirou sua carteira de músico na OMB – Belo Horizonte, tocando dois clássicos da música brasileira “Brasileirinho” e “Tico Tico no Fubá”.

Ainda aos nove anos, conheceu Márcio, de 11 anos, que tocava violão e fazia a 2ª voz. Ficou decidido que seria melhor que Lenno fizesse dupla com alguém da sua idade. Lenno e Márcio se apresentaram em dezenas de cidades nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, além de participarem de programas ao vivo de rádios como “Inconfidência” e “Itatiaia” também em BH; estiveram diversas vezes no programa da “Tia Dulce”, na antiga TV Alterosa, entre outros.

Eles fizeram mais de três meses de campanha política para um governador de Minas e guardaram aquele dinheiro e o de outras apresentações com o propósito de gravarem o próprio disco. Então, no ano de 1996, foram para São Paulo e gravaram um LP pela gravadora Araponga, disco produzido por Pinóchio, produtor famoso dos sertanejos atuais e da época. Mas a gravadora ficou com todo o dinheiro que eles pagaram; depois, ela faliu. Assim, o disco da dupla “Márcio e Railton” não foi lançado. Essa dupla existiu por aproximadamente três anos.

Uma nova vida

Nessa época, Lenno Maia recebeu Jesus em seu coração e entregou a Ele o controle total da sua vida. Isso aconteceu na Igreja Metodista Wesleyanna, em Contagem (MG). Entretanto, como sempre entendeu que da mesma fonte não pode jorrar água doce e salgada, ele não aceitava tocar músicas seculares e servir a Jesus ao mesmo tempo, adorando-o no púlpito. Infelizmente, por necessidades financeiras, precisou continuar fazendo shows por um tempo. Mas sempre antes de cada apresentação, Lenno dobrava os joelhos sozinho no camarim e dizia: “Senhor, só tu sabes da minha sinceridade. Tu sabes que o meu coração já não está mais nestas coisas, estou aqui porque preciso desse dinheiro, mas eu tenho a absoluta certeza de que, no momento certo, o Senhor vai fechar as portas do mundo para mim e vai escancarar as portas no meio evangélico, para que eu viva pelo resto dos meus dias louvando somente o Teu Santo nome.”

Nessa época, Lenno conheceu um adolescente de 15 anos chamado Roberto Carlos; com ele, montou uma dupla sertaneja de muito sucesso. Para um bom nome da dupla, Railton adotou o nome artístico de “Lenno” e Roberto, o de John. A dupla se chamava “Johny e Lenno”. Logo, eles começaram a ganhar destaque na mídia mineira por terem uma banda sensacional, ensaiada e com instrumentos importados de última geração, o que para a época era muito difícil e caro. A agenda de shows da dupla aumentava a cada mês: contratos com prefeituras, casas de shows importantes, participação em diversos festivais com música de própria autoria. Eles sempre conquistavam o 1º lugar. “Johny e Lenno” se apresentaram nas mais famosas casas noturnas de BH como “Canga e Candeia”, na Savassi, inauguração do “Camarim Night Club”, e foram a primeira atração musical do restaurante “Xapuri”, na lagoa da Pampulha”, entre outros.

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Eles tocaram diversas vezes no mesmo palco com grandes nomes da MPB, como Chitãozinho e Xororó, Kid Abelha, Jorge Ben, Leandro e Leonardo, Elba Ramalho etc. e outros, até serem contratados pela rede Bandeirantes Minas, como atração principal e acompanhar outros artistas convidados do programa “Paradão Sertanejo”, apresentado por Luiz Bonner. Esse programa era gravado às sextas-feiras em cidades diferentes, indo ao ar todos os domingos pela manhã, com o sorteio da Loteria Mineira. Ficaram nesse programa por mais de dois anos, sendo muito bem-sucedidos musical e financeiramente.

No dia 27 de abril de 1994, ao se apresentar no Parque de Exposições da Gameleira (BH) para uma multidão de pessoas, “fui maravilhosamente visitado pela doce presença do Espírito Santo de Deus que me chamou de volta para a Sua presença dizendo-me três coisas: ‘Se você voltar para a minha presença agora, de todos os teus pecados, Eu nunca mais me lembrarei. Tudo o que o mundo lhe tem dado até hoje, Eu, o Senhor, tenho coisas muito melhores para você aqui e na minha glória. Os talentos e os dons que Eu, o Senhor, confiei nas suas mãos, não foram para cantar essas músicas profanas aos meus ouvidos, mas foram somente para adorar o meu Santo e Poderoso Nome’.”

Ali mesmo, com lágrimas nos olhos, Lenno voltou para Jesus! Depois de pouco mais de um ano, cumprindo a agenda lotada de compromissos já assumidos, ele fez o seu último show secular, na cidade de Abre Campo (MG), no dia 25 de setembro de 1995.

Nesse mesmo ano, o cantor Mattos Nascimento o convidou para gravar seu primeiro CD ao vivo na casa Rio Sampa. Depois de ter ajudado nos arranjos e mixagem desse projeto, o cantor convidou Lenno para ser seu produtor musical, arranjador e tecladista exclusivo. Convite aceito, Lenno se mudou com sua esposa para o Rio de Janeiro, congregando, até 2002, na Igreja Batista do Comari, dirigida pelo pastor Saulo. “Nessa época, sentimos orientação de Deus para congregarmos na AD Campo Grande, pastor Daniel Malafaia. Pela misericórdia do Senhor, sou ministro do Evangelho pela convenção de Madureira e, como sempre seguindo a orientação de Deus, estamos vivendo nos USA desde 2017”, conta Lenno.

Comemorando

Hoje, aos 49 anos de idade, tendo se profissionalizado aos 9 anos, somam-se 40 anos como músico profissional. No 27 de abril de 2024, Lenno completará 30 anos de ministério, servindo a Cristo, cumprindo agendas, ministrando a Palavra de Deus e sendo o produtor musical e arranjador de dezenas de outros cantores e cantoras.

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Nesse período, Lenno teve a alegria de ter passado da marca dos 150 CDs produzidos por ele. Contratado por gravadoras, cantores independentes, bandas, ministérios de louvor de igrejas, corais etc., além de ter participado como músico acompanhante em outras dezenas de CDs e DVDs, como Rose Nascimento, Shirley Carvalhaes, Cassiane, Lauriete, Paulo César Baruk, Banda 4/1, Alex Gonzaga, Cristina Mel, Jamily, Mara Maravilha, Ron Kenoly, Mattos Nascimento entre outros.

Como compositor, são mais de 100 músicas autorais gravadas ou com parceiros(as) como Flávia Afonso, Marcus Salles, Moisés Freitas, Tuca Nascimento etc. “A mais importante de todas é a minha esposa, Aline Maia, a compositora com quem tenho o maior número de composições em parceria. Namorando com minha doce Aline há quase 33 anos, temos uma filha abençoada de 28 anos, que, além de ser psicóloga, canta extraordinariamente bem; seu nome é Clara Andrade.”

Sobre o projeto

O projeto “Lenno Maia – 40/30” terá o total de seis músicas escolhidas com muito carinho: “Estou certo de que surpreenderá a todos que apreciam minhas músicas e que acompanham meus lançamentos passados e os atuais, por conta da unção de Deus em cada letra, melodia, arranjo e sonoridade.” Como tem alguns CDs lançados no decorrer da sua história e esse projeto incluirá músicas inéditas e duas regravações de outros autores, ele teve de escolher somente duas das músicas que marcaram sua vida por onde passou, uma vez que as pessoas cantavam com ele em um lindo coro “e não poderiam jamais sair do meu repertório. Para todas as regravações, fiz uma nova roupagem de arranjos e elas vão surpreender a todos”.

Lenno conta que convidou uma pessoa muitíssimo especial e que teve a honra de ela aceitar o convite para cantar uma música com ele, uma canção “de nossa autoria, falo da participação mais que especial da minha esposa, Aline Maia, na música ‘Refez a Minha História’. Nesse primeiro EP regravarei, com uma nova roupagem de arranjos, uma música de autoria da minha esposa em parceria comigo, que foi e ainda é um grande sucesso na voz de Rose Nascimento, chamada ‘No Silêncio’”.

Também com uma nova roupagem, Lenno regravará a música “Dia de Sol”, outro grande sucesso que já foi gravado por outros nomes da música gospel como Gerson Rufino, a música é de autoria de Everaldo Gretter e Pracidio. Haverá também uma inédita chamada “Fala Comigo Agora”, duas regravações que estão nos seus CDs: “‘É Pela Palavra” e ‘Isso que é Poder’, “com novas caras de arranjos”.

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As fotos e vídeos foram feitos por Aline Maia. Os vídeos foram gravados em uma cabana particular nas Montanhas de Logan, Ohio (Usa). Arranjos, produção musical, teclados e acordeon: Lenno Maia. Mixado e masterizado no Maia Music Studios USA – por Lenno Maia. Músicos convidados. Bateria: Guilherme Santana – Gravou na Holanda. Baixo 1: Jasiel Xavier (músico dos DVDs de Zé Neto e Cristiano, Henrique e Juliano, dentre outros). Baixo 2: Beethovinho (músico acompanhante de grandes nomes do sertanejo). Guitarras e violões: Henrique Garcia (músico dos DVDs de Zé Neto e Cristiano, Henrique e Juliano, dentre outros). Percussão: Piolho (músico acompanhante de grandes nomes do sertanejo).

Discografia: CD “Somos Peregrinos” (1999). CD “Olhos da Fé” (2002). CD “O Sanfoneiro de Jesus” (2010). CD “Coletânea” (2013). CD “O Sanfoneiro de Jesus” Vol.2 (2014 – Sony Music). Singles: “O Mundo Parou” (2020), “Português e Espanhol”. “Amar é Fácil” (2020). Cabô (2021). “Te Estende a Mão” (2021). “Abençoado eu Sou” (2021). “Era Ele” (2021). “Tô Te Querendo Demais” (2022). “Esse é o Dia” (2022).

Crédito das Fotos: Aline Maia

Ouça nas plataformas digitais a canção “Dia de Sol”, do projeto “Lenno Maia – 40/30”. Adicione à sua playlist: https://orcd.co/diadesol

Assista ao videoclipe da canção “Dia de Sol”, “Lenno Maia – 40/30”: https://www.youtube.com/watch?v=UsCK_IGLuyw

Acompanhe o trabalho do cantor Lenno Maia nas Redes Sociais!
Instagram:
https://www.instagram.com/lennomaia
Facebook: https://www.facebook.com/LennoMaiaMusic
YouTube: https://www.youtube.com/LennoMaiaOficial

Por Ana Paula Costa
Jornalista – Assessoria de Imprensa Lenno Maia
anacostacomunicacao@gmail.com

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Música

Fernandinho Siqueira revisita clássico “Desemborca o Vaso” e conecta tradição e nova geração gospel

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O cantor gospel Fernandinho Siqueira. Foto: Divulgação.

O cantor gospel Fernandinho Siqueira apresenta sua versão de “Desemborca o Vaso”, corinho de fogo que faz parte da memória musical de muitas igrejas pentecostais brasileiras. A gravação resgata um repertório marcado pela participação coletiva, pela espontaneidade e pela intensidade das ministrações, além de reafirmar a identificação do artista com a música pentecostal. Para ele, registrar a canção representa a oportunidade de manter viva uma composição que o acompanha desde a infância.

 

Ouça aqui:
https://open.spotify.com/intl-pt/album/5aF5chzpVJ9LtIVMhAl3Qh?si=rOAXYeUfSLm_KuVEZrKJ0w

 

A escolha não aconteceu por acaso. Fernandinho conta que cresceu ouvindo corinhos que permaneciam na memória e conquistavam espaço no coração dos fiéis. Ao longo de sua caminhada ministerial, esse repertório também se tornou parte de sua identidade artística, sendo frequentemente solicitado pelo público em igrejas e eventos. Por isso, o cantor considera uma honra apresentar sua própria interpretação de “Desemborca o Vaso”, com o propósito de continuar levando sua mensagem aos ouvintes.

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A força de uma tradição que atravessa gerações

 

Os corinhos de fogo ocupam um espaço particular na história das igrejas pentecostais. Com refrões de fácil assimilação, melodias marcantes e ritmos que favorecem a participação da congregação, essas canções se consolidaram como parte importante de cultos, vigílias e encontros de adoração. Mais do que acompanhar a celebração, muitas delas se tornaram referências afetivas para pessoas que cresceram frequentando esses ambientes religiosos.

 

Na avaliação de Fernandinho Siqueira, a permanência desse repertório está relacionada justamente à sua capacidade de alcançar diferentes públicos. Crianças, adolescentes, jovens e adultos podem compartilhar as mesmas canções, mesmo pertencendo a gerações distintas. Essa familiaridade ajuda a explicar por que os corinhos continuam presentes nas igrejas, apesar das transformações na produção musical gospel e do surgimento de novas tendências de adoração.

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O cantor também destaca o papel dessas músicas nas vigílias e nas celebrações de perfil pentecostal, ocasiões em que a interação entre quem ministra e a congregação costuma assumir um lugar central. Para ele, os corinhos de fogo encontram espaço em diferentes programações e contribuem para criar uma experiência coletiva de louvor. É essa capacidade de mobilização que, em sua visão, mantém o repertório relevante na dinâmica das igrejas brasileiras.

 

Confira a versão medley no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=-M4Gu6PMgPo

 

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“Desemborca o Vaso” e a mensagem de unção

 

Segundo Fernandinho Siqueira, “Desemborca o Vaso” carrega uma mensagem relacionada à unção divina e àquilo que Deus derrama sobre seu povo. Embora tenha uma sonoridade animada, a canção também apresenta um significado espiritual que, segundo o artista, ajuda a explicar sua permanência na memória dos fiéis. A combinação entre ritmo, mensagem e participação congregacional faz parte dos elementos que tornam o corinho tão significativo para o público pentecostal.

 

Ao gravar a música, o cantor busca preservar essa essência e, ao mesmo tempo, apresentar sua própria identidade interpretativa. A proposta não se limita a revisitar uma canção conhecida, mas também envolve dar continuidade a uma tradição musical que considera importante para sua formação. Em sua trajetória, os corinhos de fogo representam tanto uma referência de infância quanto um repertório que contribui para sua atuação como ministro de louvor.

 

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Uma carreira ligada à música pentecostal

 

Natural de Coronel Fabriciano, em Minas Gerais, Fernandinho Siqueira começou sua caminhada musical ainda na infância, em 1979, quando teve contato com a banda de uma igreja Assembleia de Deus. Antes de assumir a carreira como cantor, atuou como instrumentista, baterista, regente de coral, maestro da juventude e ministro de louvor. Essas experiências, desenvolvidas ao longo de décadas, ajudaram a construir sua relação com a música congregacional e com diferentes formas de expressão da fé cristã.

 

Sua discografia inclui os álbuns Fé e Casa de Jessé, além de singles e videoclipes lançados ao longo de sua trajetória. Com “Desemborca o Vaso”, Fernandinho volta os olhos para um repertório que considera essencial à identidade pentecostal e reforça seu compromisso com canções que continuam fazendo parte da experiência musical de diferentes gerações de cristãos.

 

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Música

Grupo Nova Dimensão realiza reencontro em Belo Horizonte com o show “A História Continua”

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Ronaldo André, Rosana e Ciney se reúnem no dia 31 de outubro para uma noite de música, adoração e memórias.

 

Depois de anos, Ronaldo André, Rosana e Ciney voltam a se reunir para uma noite especial que promete emocionar quem acompanhou a trajetória do Grupo Nova Dimensão, formado em 1989. Com o nome “A História Continua”, o encontro será realizado no dia 31 de outubro de 2026, na sede da Igreja Batista Getsêmani, em Belo Horizonte (MG). O repertório estará formado por canções que marcaram a história do grupo, além de novidades e músicas inéditas.

A ideia do reencontro começou a ganhar forma no final de 2025, quando os três integrantes voltaram a conversar sobre a possibilidade de se reunirem novamente. O nome “A História Continua”, sugerido por Ciney, traduz o espírito do projeto: mais do que revisitar o passado, a proposta é celebrar as memórias construídas ao longo dos anos e abrir espaço para novos capítulos.

O público poderá acompanhar músicas como “Presença” e “Viverei, Viverás”, em um repertório pensado para promover a interação e permitir que os presentes também sejam parte desse momento. Ronaldo André, Rosana e Ciney serão acompanhados por uma banda de apoio formada por músicos de Belo Horizonte (MG). O encontro ainda contará com uma participação especial, mantida em segredo até o dia do evento.

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Para Ronaldo André, cantor, compositor, produtor e pastor na Igreja Batista Getsêmani, o reencontro também representa uma oportunidade de alcançar pessoas que, ao longo da vida, se afastaram da igreja e da fé. Ele espera que a noite possa reunir antigos amigos, recuperar memórias e, principalmente, tocar novamente o coração dos chamados “soldados feridos”.

“A vida não acabou para quem se afastou. A história ainda pode continuar. Sempre existe tempo para voltar”, afirma Ronaldo.

 

Sobre o Grupo Nova Dimensão

Grupo Nova Dimensão: A História Continua

São três décadas de uma caminhada marcada por música, fé e transformação, com canções que atravessaram gerações e ultrapassaram um milhão de cópias vendidas. O grupo mantém viva uma trajetória de fé e desejo de levar pessoas a uma experiência transformadora com Deus.

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Há histórias que o tempo não apaga. Elas permanecem vivas nas canções, nas lembranças e no coração de quem, em algum momento, foi alcançado por sua mensagem. É assim que a trajetória do Grupo Nova Dimensão pode ser definida: uma história que começou em 1989, construída ao longo dos anos por meio da música e da adoração, por adoradores movidos pelo desejo de levar pessoas a uma experiência transformadora na presença de Deus. Com canções que marcaram gerações, como “Viverei, Viverás”, “Presença”, “Tão Linda”, “É Só Chamar Pelo Seu Nome”, “Eu Te Escolhi” e “Fala Comigo” o Nova Dimensão faz parte da vida de milhares de pessoas que já foram abençoadas pelas mensagens dessas e de outras músicas.

O grupo foi formado em Belo Horizonte (MG) por Batista e Rosana Kepler, que, além de fundadores, foram responsáveis pela escolha do nome Nova Dimensão. Desde o início, a proposta ia muito além de uma simples identificação. O nome traduzia o propósito de levar uma mensagem por meio da música e apontar para uma experiência mais profunda com Deus. Quando o cantor, compositor e pastor Ronaldo André ingressou no grupo, em 1989, o Nova Dimensão já existia há alguns anos. Naquele mesmo ano, a formação que contava com Batista Kepler (voz), Rosana Kepler (voz), Joe (baixo), Klinger (bateria), Ronaldo André (guitarra e voz) e Nel (violão e voz) lançou o primeiro disco, “Presença”.

Com forte identidade autoral, o Nova Dimensão encontrou em Nel e Ronaldo André seus principais compositores e construiu um repertório que atravessou diferentes momentos da música cristã brasileira. “Presença” (1989), “Fonte da Vida” (1992) e “Volta pra Deus” (1994) estão entre os trabalhos que marcaram essa primeira fase. Depois da saída de Ronaldo, em 1995, o grupo prosseguiu sua caminhada e lançou outros três trabalhos, mantendo sua atuação e alcançando reconhecimento em diferentes regiões do Brasil e entre públicos de diversos segmentos do meio evangélico.

Entre discos de vinil, fitas K7 e CDs, o Nova Dimensão ultrapassou a marca de um milhão de cópias vendidas. Mais do que um número expressivo para a indústria fonográfica daquele período, o resultado representa o alcance de canções que passaram a fazer parte da história de milhares de pessoas. Músicas que foram ouvidas em igrejas, casas e encontros de fé e que, décadas depois, continuam sendo lembradas por aqueles que viveram aquela época.

Com o passar dos anos, o grupo encerrou suas atividades, mas sua música não desapareceu. A chegada da era digital abriu novos caminhos para esse repertório e as antigas canções continuaram sendo procuradas por ouvintes nas plataformas digitais, nas redes sociais e no YouTube. Mensagens de pessoas relembrando os discos e perguntando sobre uma possível volta começaram a revelar que, apesar da passagem do tempo, havia algo daquela história que permanecia vivo.

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Foi nesse contexto que, no final de 2025, Ronaldo André, Rosana e Ciney voltaram a se reunir para conversar sobre a possibilidade de um reencontro. A ideia ganhou forma, força e recebeu de Ciney o nome de “A História Continua”, expressão que traduz não apenas o projeto, mas o sentimento de quem percebeu que aquelas canções ainda tinham algo a dizer. Foi assim que nasceu o desejo de um evento comemorativo pelos 30 anos do Grupo Nova Dimensão. Um reencontro para reunir diferentes momentos da trajetória do grupo e abrir espaço também para novos capítulos.

Ronaldo, Rosana e Ciney se preparam para revisitar parte do repertório que marcou a história do grupo e, ao mesmo tempo, apresentar novidades ao público. A proposta não é simplesmente voltar ao passado, mas reconhecer o valor de uma trajetória que continua produzindo significado no presente.

É nesse espírito que “A História Continua” também dá nome ao show que reunirá o grupo novamente no dia 31 de outubro de 2026, na Igreja Batista Getsêmani, em Belo Horizonte (MG). Com banda de apoio formada por músicos da cidade, o encontro pretende promover uma grande viagem pela história do Nova Dimensão, resgatando canções conhecidas e apresentando novidades e músicas inéditas.

Três décadas depois dos primeiros passos, o Grupo Nova Dimensão permanece como parte da memória afetiva de uma geração enquanto se abre para alcançar novos públicos. Afinal, algumas histórias não terminam quando os capítulos parecem terminar. Elas continuam nas canções, nas memórias e naquilo que Deus ainda pode fazer por meio delas.

 

Os ingressos têm valor simbólico e já estão disponíveis pela plataforma Sympla. Clique aqui: https://www.sympla.com.br/evento/nova-dimensao–a-historia-continua-/3545787

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SERVIÇO
Grupo Nova Dimensão – A História Continua
Data: 31 de outubro de 2026.
Local: Igreja Batista Getsêmani – Belo Horizonte (MG).
Endereço: Rua Cassiano Campolina, 360, Dona Clara, Belo Horizonte (MG).
Ingressos: valor R$ 50,00 (cinquenta reais) pela plataforma Sympla.

 

Interação!
Grupo Nova Dimensão:
https://www.instagram.com/gruponovadimensao
GA Produções: https://www.instagram.com/gaproducoes1

 

 

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Por Ana Paula Costa
Jornalista – Assessoria de Imprensa GA Produções

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Música

Milena lança “Não Mais Eu”: renúncia ao próprio “eu” para viver pela graça do Senhor

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A faixa do EP “Perto Estás” destaca a entrega a Cristo e a decisão de viver segundo a vontade de Deus.

Foto: Jorge Bianco.

A verdadeira entrega a Cristo muda o centro da nossa existência. Essa é a mensagem de “Não Mais Eu”, lançamento da cantora Milena pela DMG e quarta canção do EP “Perto Estás”, seu primeiro projeto solo, gravado em março de 2026, em Itu (SP). Composição de Guilherme Andrade, Lucas Caetano e Júlio César, a música expressa a renúncia ao próprio “eu” para viver pela graça do Senhor e seguir os Seus propósitos.

Com uma mensagem inspirada nos princípios bíblicos da renúncia e do discipulado, a canção nos lembra que seguir Jesus significa muito mais do que palavras: “É uma escolha diária de entregar a Ele o controle da vida.” A declaração “Não mais eu, mas Cristo em mim” sintetiza essa decisão e aponta para uma vida cuja fé ultrapassa os desejos pessoais, encontrando em Jesus seu verdadeiro sentido e direção.

A letra também destaca o valor incomparável de conhecer a Cristo, acima de qualquer conquista ou bem que o mundo possa oferecer. Ao reconhecer que nada se compara à verdadeira paz encontrada nEle, a canção reafirma a disposição de deixar tudo para trás e obedecer à voz do Senhor, seja qual for o caminho indicado por Ele.

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O projeto solo de Milena nasceu em um momento especial de sua caminhada ministerial. O trabalho reuniu amigos e familiares em um ambiente marcado pela comunhão e pela adoração. A cantora compartilhou a expectativa de apresentar esse novo tempo ao público, celebrando a oportunidade de registrar canções que refletem entrega, sinceridade e dependência de Deus. Uma grande alegria nesse processo foi a chegada da princesa Bella, que nasceu no dia 10 de agosto de 2026: “Bella nasceu e nós… renascemos!”, exclamou o casal exultante de felicidade.

“Não Mais Eu” convida cada ouvinte a refletir sobre quem ocupa o centro de sua vida. Em uma sociedade que frequentemente incentiva o individualismo e a busca pela própria vontade, a mensagem da canção aponta para outra direção: viver por Cristo, pela graça e para a glória dEle, confiando que, sempre, os caminhos do Senhor são maiores do que os nossos próprios planos.

“Essa canção é uma declaração de entrega. É reconhecer que, quando Cristo ocupa o centro da nossa vida, deixamos de viver para nós mesmos e passamos a viver pela graça, confiando nEle e dizendo: ‘Onde me enviar, eu vou’. Ouça ‘Não Mais Eu’, assista ao seu clipe e permita que essa mensagem fale ao seu coração! Que ela nos ajude a lembrar que a verdadeira vida está em pertencer inteiramente a Jesus. (Milena)

 

 

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Ouça “Não Mais Eu” nas plataformas digitais. Adicione à sua playlist: https://dmg-milena.lnk.to/naomaiseu

 

Interação!
Milena:
https://www.instagram.com/oficialdamilena
Digital Music Group: https://www.instagram.com/digitalmusicgroup

 

 

Por Ana Paula Costa
Jornalista – Assessoria de Imprensa Digital Music Group (DMG)

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