O cantor Hélio Borges teve sua carreira reconhecida ao vencer na categoria “Melhor Cantor” no Prêmio Streaming Gospel 2023. A premiação acumulou um total de 65.816. Hélio Borges foi o mais votado em sua categoria, com 42,2% dos votos, competindo com 12 outros artistas indicados.
Ao abordar o motivo por trás da criação do single “Hora de Voltar”, Hélio Borges compartilhou a inspiração que levou à criação da música. “Um despertar doloroso nos instigou a questionar o que Jesus nos pediu em Marcos 16:15: ‘E disse-lhes: Vão pelo mundo todo e preguem o Evangelho a todas as pessoas’. A perda nos trouxe à letra inicial da canção, onde indagamos sobre o paradeiro das vozes daqueles que se dizem filhos de Jesus. Acreditamos que podemos fazer mais pelo reino que nos foi confiado, levando Sua palavra e amor incansavelmente”, explicou.
A mensagem da canção, que fala sobre um novo despertar para o ide de Jesus, impactou profundamente os corações, conquistando não apenas o reconhecimento na categoria “Melhor Cantor” mas também na categoria “Melhor Capa”. Esse reconhecimento reforça não apenas seu talento musical, mas também sua capacidade de transmitir mensagens profundas através de sua arte.
Gratidão
Em agradecimento, Hélio Borges expressou sua gratidão aos apoiadores que contribuíram para essa conquista. “Receber o prêmio de ‘Melhor Cantor’ é uma bênção que ultrapassa as palavras. Agradeço a todos que acreditam na mensagem que buscamos transmitir com ‘Hora de Voltar’ e em todo o meu trabalho. Que essa música e todas as outras continuem tocando e inspirando corações a voltarem aos braços daquele que primeiro nos amou”.
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A dupla vitória de Hélio Borges no Prêmio Streaming Gospel 2023 não só solidifica seu lugar como um destaque no cenário gospel, mas também ressalta a importância de artistas que não apenas encantam musicalmente, mas também tocam a alma de seus ouvintes com mensagens poderosas. Acompanhe o ministério do cantor Hélio Borges: https://www.instagram.com/helioborgesoficial/
A banda Ordonay lança neste 2 de outubro de 2026, o single “Não Subirá”, uma composição que propõe uma reflexão crítica sobre o uso de estruturas religiosas para promover projetos políticos de poder. A música chega ao público justamente durante o período eleitoral e ganha também uma versão em videoclipe. O trabalho conta ainda com a participação especial do pastor e teólogo Yago Martins, conhecido pelo canal Dois Dedos de Teologia.
A proposta de “Não Subirá” parte de uma inquietação recorrente na trajetória da Ordonay, tensionar questões consideradas problemáticas dentro do próprio ambiente cristão. Segundo Dedel Marx, vocalista da banda, a música questiona situações em que igrejas, ministérios e outras estruturas religiosas passam a ser utilizadas para favorecer determinados projetos políticos.
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A composição de Yago Martins nasceu inicialmente como uma poesia. O texto surgiu a partir da observação de situações em que pastores, na visão do teólogo, passam a associar seus ministérios a projetos de poder humano, abrindo espaços tradicionalmente religiosos para a atuação de políticos e transformando ambientes e plataformas de comunicação em espaços de discurso eleitoral.
Na letra, essa discussão é conduzida para uma perspectiva ligada à escatologia cristã. A ideia central é que muitas pessoas podem alcançar posições de destaque e poder na sociedade, mas isso não significa que estarão entre aqueles que participarão da volta de Jesus, apresentado na composição como aquele que está acima de reis, políticos e presidentes.
Yago Martins se une à Ordonay
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A participação de Yago Martins surgiu depois que o teólogo conheceu o trabalho da Ordonay por meio de vídeos recomendados em seu canal. De acordo com Dedel Marx, Yago afirmou ter escrito algo que considerava ter a identidade da banda. A partir daí, surgiu a possibilidade de transformar aquela composição em uma colaboração musical.
Para a Ordonay, a parceria representa também um encontro entre diferentes áreas de atuação dentro do universo cristão. Além da participação de Yago apresentar a banda a parte do público que acompanha seu trabalho na internet, a gravação proporcionou ao grupo a oportunidade de criar ao lado de um teólogo cuja produção alcançou grande circulação no ambiente digital brasileiro.
Musicalmente, “Não Subirá” transita pelo nu metal e pelo funkcore, estilos que, segundo Dedel, dialogam com a intensidade dos temas abordados. A escolha procura acompanhar a atmosfera de confronto e questionamento presente na composição, mantendo a identidade construída pela banda ao longo de sua trajetória no cenário independente.
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A produção foi assinada por toda a Ordonay. Fábio Augusto assume a bateria e também responde pela mixagem e masterização; Dedel Marx está nos vocais; Jimmy Bontempo toca baixo; e Thiago de Gouveia P.A. assume as guitarras. Yago Martins participa como compositor. O videoclipe foi dirigido por Zé Maurício, com edição de Juninho Vibration.
Confira o videoclipe:
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“Não Subirá” chega durante o período eleitoral
O lançamento em outubro coloca “Não Subirá” em um contexto particularmente relacionado ao tema abordado pela música. Em um momento em que o debate político ganha espaço na sociedade, a Ordonay apresenta uma obra que direciona sua crítica não a uma candidatura específica, mas à utilização de estruturas religiosas e da autoridade de lideranças para promover projetos políticos.
Para Dedel Marx, a expectativa é que a música provoque reflexão sobre aquilo que define como uma “perversão da fé em detrimento de projetos políticos de poder”. A proposta da banda é levar o ouvinte a pensar sobre os limites entre a expressão da fé e a utilização de sua estrutura, linguagem e influência para finalidades políticas.
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Com o videoclipe programado para 3 de outubro, “Não Subirá” amplia a discussão proposta pelo single para o campo audiovisual. A produção acompanha a identidade da música e reforça a intenção da Ordonay de utilizar sua produção artística para abordar questões que atravessam o cotidiano de sua comunidade de origem e do ambiente cristão.
Ordonay chega aos 15 anos de trajetória
A história da Ordonay começou em 2011, na periferia de Brasília, quando três amigos que estudavam na mesma escola e frequentavam a mesma igreja decidiram formar uma banda para participar de um festival de música promovido pelo colégio. Inicialmente chamada Newday, a formação passou a desenvolver composições próprias e a se apresentar em igrejas.
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Em 2014, o grupo lançou seu primeiro EP, gravado em um home studio em Valparaíso de Goiás. Entre 2014 e 2018, a banda ampliou sua circulação pelo cenário independente, passando por pubs, saraus, casas de show, campeonatos de skate, festas e outros eventos no Distrito Federal e entorno. Em 2018, lançou a primeira edição do “Ordonay Roots Sessions”, gravada na Igreja Assembleia de Deus no Céu Azul.
Após a saída do vocalista no final de 2019, a Ordonay entrou em hiato. As atividades foram retomadas em janeiro de 2023, com o retorno de Dedel Marx e a entrada de Fábio Augusto como baterista e membro oficial. Naquele mesmo ano, a banda lançou os EPs “Vanguarda Pacificadora” e “De nada serve a luz se não for pra iluminar”.
Em 2025, o grupo lançou “Não à toa o inferno é quente”, seu primeiro álbum completo, com uma proposta conceitual relacionada à experiência de situações associadas à ideia de um “inferno na Terra” e a temas como ira e justiça divina. Em 2026, a Ordonay apresentou a segunda edição do “Ordonay Roots Sessions” e oficializou Jimmy Bontempo e Thiago Gouveia P.A. como integrantes da formação.
Vindos do interior do Amazonas, do Paraná e do Pará, os três chegam ao escritório fundado por Jadson Aguiar dentro do movimento de revelar e desenvolver novos talentos da música cristã.
A Aguiar MultiMusic anuncia a chegada de três novos nomes ao seu casting: Jessé Brandão, Bruna Emilly e Lívia Maria. Em estágios diferentes de carreira, os três têm em comum o mesmo ponto de partida, o louvor nas igrejas, e agora passam a contar com a estrutura de um dos maiores escritórios do país no segmento gospel.
Jessé Brandão, a canção que veio antes da despedida
Nascido em Manaquiri, no interior do Amazonas, Jessé Brandão passou a cantar por volta dos oito anos, dentro da igreja. Hoje mora em Palmas, é membro da Assembleia de Deus Plenitude e reúne mais de 540 mil seguidores no Instagram. O trabalho que mais o aproximou do público carrega uma história que ele mesmo faz questão de contar: “Não Vivo Sem Tua Presença” foi escrita em novembro de 2023, depois de três dias de oração, jejum e adoração, e dias depois ele perdeu a mãe. A canção que havia nascido em um momento de busca acabou se tornando o amparo dele na maior dor que já viveu. Completam o repertório “Volta Pra Mim”, “Eis-me Aqui”, “Então Lute” e “Tudo Perda”, além do single “Imenso Amor”, lançado neste ano.
Bruna Emilly, a música que chegou antes do encontro
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A história de Bruna Emilly começa antes da conversão. Aos 10 anos, era a única da família a frequentar a igreja, e foi nesse período que a avó, já falecida, ouviu uma canção criada pela neta e reconheceu ali um dom que vinha de Deus. Bruna já compunha antes de conhecer a Jesus, e só depois entendeu que a música estava em sua história antes mesmo de ela compreender o chamado. O encontro veio com uma mudança de estado: saiu de São Paulo, foi morar no Paraná e foi lá que a vida dela mudou de direção. Hoje vive em Francisco Beltrão, é membro da Assembleia de Deus e atua como ministra de louvor, com trabalhos como “Carta Viva”, “Um Novo Dia”, “Santidade” e “Nada Além de Ti”. Na avaliação do escritório, o diferencial dela está na versatilidade vocal, transitando entre o congregacional, a linha pentecostal e até o sertanejo gospel.
Lívia Maria, do interior do Pará para a estrada
Natural de Jacundá, no sudeste do Pará, Lívia Maria foi a primeira a assinar dentro desse movimento. Antes de existir qualquer estrutura profissional, ela já cumpria agendas e ministrava em congregações e eventos cristãos. Sua identidade musical se aproxima do worship e do congregacional, com canções voltadas à adoração e à presença de Deus, e a potência vocal permite que transite também por elementos da linha pentecostal. O passo que começa agora é o de construir repertório próprio e projetos autorais. Uma frase que ela sempre cita resume o momento: “O chamado não espera você estar pronto, ele te molda no caminho”.
Três caminhadas, um mesmo propósito
Os três chegam em estágios diferentes, mas com a mesma origem: o louvor nas igrejas, longe dos holofotes. É nesse tipo de história que a Aguiar MultiMusic tem concentrado sua atenção ao investir em novos talentos, oferecendo estrutura de agenda, posicionamento e estratégia a quem já carrega ministério e mensagem.
“A gente olha para o chamado antes de olhar para o tamanho do nome. Jessé, Bruna e Lívia têm história, têm ministério e têm voz. Poder caminhar com eles nesse começo é motivo de muita gratidão a Deus”, diz Jadson Aguiar, fundador e CEO da Aguiar MultiMusic.
O primeiro single do álbum “O Salmista”, a canção fala sobre a volta de Jesus, a promessa da eternidade com Cristo e a esperança daqueles que aguardam a Nova Jerusalém.
Marquinhos Gomes apresenta “Nova Jerusalém”, primeira canção de seu novo álbum, “O Salmista”. Em collab com Samuel Messias, a canção, composta pelos dois artistas, conduz o ouvinte a uma reflexão sobre a volta de Jesus e a promessa de uma eternidade na presença de Deus.
A música surgiu a partir de uma experiência vivida por Marquinhos durante o período da pandemia. Em meio a um cenário marcado por perdas, incertezas e morte, o cantor compôs a canção em parceria com Samuel Messias, trazendo para a letra a expectativa pelo dia em que Cristo buscará Sua Igreja. A mensagem percorre temas como o encontro com Jesus, a preparação para Sua volta e a certeza de que, na eternidade, “a dor ali não haverá, todo choro cessará”. Assim, “Nova Jerusalém” transforma a expectativa pela eternidade em uma declaração de fé e esperança.
A parceria com Samuel Messias também carrega um significado especial para Marquinhos. Antes mesmo de o cantor conversar com Samuel sobre a participação no projeto, o artista havia contado que sonhara, durante a madrugada, com um álbum chamado “O Salmista”. Para Marquinhos, a experiência representou uma confirmação de Deus, já que o projeto com esse mesmo nome já estava sendo produzido em estúdio. “Foi uma resposta de Deus”, resume o cantor sobre a participação de Samuel no álbum.
“O Salmista” reúne canções inspiradas em passagens e verdades da Palavra de Deus, recebidas por Marquinhos durante um período especial vivido na Estância Paraíso, em Sabará (MG). Cercado por natureza e reservado para momentos de busca por Deus, cura e libertação, o local marcou uma fase de intensa experiência espiritual para o cantor. A partir desse período, novas composições começaram a ganhar forma e, agora, serão apresentadas ao público em uma sequência de lançamentos que contará também com participações especiais.
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Ao abrir o ciclo de lançamentos de “O Salmista”, “Nova Jerusalém” apresenta ao público uma das verdades centrais do projeto: a esperança de que a história não termina nas circunstâncias presentes, mas aponta para a eternidade com Cristo. Entre o clamor “Maranata! Ora vem, Senhor Jesus” e a expectativa de contemplar a cidade do Rei, Marquinhos Gomes e Samuel Messias convidam o público a voltar os olhos para a promessa e para o dia em que “‘a morte não terá poder, pois meu Cristo vivo… Ele Vivo está’.”
Com produção musical de Marquinhos Gomes e Tadeu Shuffs, “Nova Jerusalém” foi gravada no Estúdio Céu Music, com mixagem de Léo Simões. A produção executiva é de Sem Limites Music Produções e Labidad Music, por Márcio Moreira e Vanessa Bicalho. O videoclipe tem direção de Aquino Silva, com maquiagem de Mariana Mattos e styling de Marquinhos Gomes, assinado pela LM Custom (miloarte2022).
“‘Nova Jerusalém’ nasceu em um período marcante da minha vida e carrega uma mensagem que continua muito viva no meu coração: a esperança da volta de Jesus e da eternidade com Ele. Minha oração é que essa canção faça você olhar para essa promessa com fé e esperança e se lembrar de que, em breve, veremos a cidade do nosso Rei.” (Marquinhos Gomes)
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