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Jogador da MLS deixa futebol para se tornar padre

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A transação da semana passada no futebol não foi uma transferência multimilionária envolvendo Ronaldinho ou Cristiano Ronaldo, mas a decisão de Chase Hilgenbrinck de trocar o New England Revs pela Igreja Católica.

Ele acaba de deixar o time para iniciar os seis anos de aprendizado que o farão padre. O salário dele no futebol, reportado como US$ 36 mil por temporada, não interessaria aos talentosos futebolistas brasileiros que ganham quantia semelhante por dia.Mas, assim que a história de Hingelbrinck foi informada em um artigo da agência de notícias Associated Press, na última segunda-feira, rapidamente se tornou manchete, da América Latina à Ásia, da Europa ao Pacífico Sul. O zagueiro, 26 anos, de idade havia acabado de se transferir de volta ao futebol dos Estados Unidos, depois de quatro temporadas jogando no Chile, e anunciou sua decisão de trocar o futebol pelo estudo da teologia e da filosofia.Ele foi aceito no Seminário de Mount St. Mary, em Emmitsburg, Maryland, com o objetivo de um dia se tornar o padre de sua paróquia de origem, no Illinois. A preparação requerida é um pouco mais longa que a do futebol, esporte no qual jogadores se transformam em astros ocasionalmente ainda muito jovens.”Do ponto de vista do Revs, exclusivamente”, disse Michael Burns, vice-presidente de pessoal do New England Revolution, “isso não é nada bom”.”Mas muitos jogadores terminam abandonando o esporte sem que isso aconteça por escolha própria. Hilgenbrinck (foto) o fez claramente de acordo com suas convicções, e isso com certeza é bom para ele”, acrescentou.Hilgenbrinck afirma que não está desiludido com o futebol, mas que esperar o final natural de sua carreira antes de se dedicar ao sacerdócio já não era mais viável. “Podem confiar”, ele disse à AP. “Eu pensei nisso. Continuo muito apaixonado pelo esporte, e não o deixaria por nenhum outro emprego. Mas estou trocando o futebol pelo Senhor”.A Igreja e o futebol não são antagônicos. O Papa João Paulo II jogou como goleiro em sua Polônia natal, e continuou a acompanhar o esporte pelo resto da vida. O Vaticano tem uma equipe amadora, que joga de amarelo e branco, e o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado da Igreja, é torcedor dedicado da Juventus e entusiasta do futebol entre os jovens religiosos.De fato, os Estados Unidos foram um dos 50 países que enviaram 311 jogadores à Copa Clericus, o torneio interno de futebol da Igreja Católica, disputado na Itália no ano passado. O futebol chega a toda parte, como eu mesmo testemunhei ao ser convencido a participar de uma disputada partida improvisada com monges budistas sul-coreanos na ilha de Jeju, antes da Copa do Mundo de 2002.Devo confessar que jamais havia ouvido falar de Hingelbrinck antes de surgir a notícia de que ele trocaria o futebol pela Igreja, na última segunda-feira. Mas visitando sites e lendo entrevistas que ele concedeu, a impressão que surge é a de um jovem decente e determinado a seguir o caminho que lhe permita viver de acordo com seus princípios.Criado em uma família católica devota, em Bloomington, Illinois, ele se transferiu como profissional ao Chile depois de defender a Universidade Clemson e não ser selecionado por nenhuma equipe profissional da Major League Soccer, a liga profissional de futebol dos Estados Unidos, em 2004. Um técnico chileno, Claudio Aureas, abriu as portas para que Hingelbrinck tentasse a sorte no futebol e em meio a outra cultura, a 16 mil quilômetros de sua terra.Depois de passar por um período de testes no Huachipato e de ser emprestado a uma equipe da segunda divisão chilena, o Naval, ele se deixou atrair pelas igrejas católicas do país. Para ele, parecia tão natural quanto comparecer às aulas dominicais de catecismo na igreja da Santíssima Trindade, em sua infância. Por fim, ele encontrou vaga no Nublense, time que Hingelbrinck ajudou a levar à primeira divisão do futebol chileno. Ele rejeitou propostas que o levariam a times sediados mais perto da capital do país, Santiago, porque se sentia confortável no Nublense e bem integrado ao time.Em sua temporada final, jogando como lateral esquerdo e ocasionalmente como meia, devido às necessidades do time, ele fez 10 assistências e marcou três gols. Voltou a Illinois em dezembro, à espera de uma vaga na Major League Soccer.”No Chile, o futebol é bastante técnico”, ele disse. “Aqui, os jogadores são maiores, mais rápidos e mais fortes. É mais tático, como na tradição européia”. Sua primeira oportunidade de adaptação surgiu no Colorado Rapids, cujo técnico o contratou como lateral esquerdo titular. Mas em uma semana a equipe contratou dois outros jogadores para a posição e Hingelbrinck se tornou, em suas palavras, “o reserva do reserva”. Terminou dispensado pelo Colorado quando o clube teve de cortar seus gastos a fim de poder pagar a Christian Gomez, o armador argentino da equipe, o salário anual de US$ 400 mil que ele merece.”Infelizmente, é assim que os contratos da MLS funcionam”, disse Hilgenbrinck ao American Soccer News. “Eles podem dispensar você quando quiserem”. Mas ele acrescentou que a decisão, em retrospecto, tinha um significado maior do que era aparente em abril: “Acredito firmemente que Deus nos coloca no lugar em que devemos estar”.Ele em breve foi contratado pelo New England. O técnico do Revolution, Steve Nichol, fala com o mesmo vigor que usava como zagueiro da equipe inglesa Aston Villa. “Ele é um técnico rigoroso”, disse Hingelbrinck, em entrevista à American Soccer News. “Mas gosto disso”.O relacionamento entre eles foi curto, mas não há queixas, da parte do jogador. Ele conseguiu um contrato apenas alguns dias depois de passar pelos testes. Logo encontrou lugar no banco, e chegou a jogar quatro partidas pelo New England na MLS, duas delas a distância suficiente do Illinois para que seus pais pudessem vê-lo em campo.Ele estava o tempo todo se preparando para outro time. “Houve um momento, ele diz, “em que achei que minha vocação talvez fosse o futebol profissional. Mas descobri que minha alma anseia por outra coisa”.

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Jéssica Augusto | Soldado Ferido [Cover Junior]

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Grupo Frutificai expande no mercado com marca própria de camisetas

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Chega ao mercado cristão uma nova marca de roupas, “Frutificai”.

Esta novidade é a realização do sonho do casal pernambucano Roney Santos e Nailma Xavier. Roney nasceu na cidade de Palmares e Nailma na cidade de Sertânia. Atualmente, moram em Palmares (PE). Com muita alegria, eles lançam a primeira coleção de camisetas em parceria com o Grupo Frutificai – que conta com a Web Rádio Frutificai, a Frutificai Produções (assessoria artística, divulgação, impulsionamento e plano de carreira) e o portal de notícias Sal da Terra.

Estávamos pedindo a Deus mais uma forma de semear a Sua Palavra, visto que já temos a Web Rádio Frutificai lançando sementes 24 horas por dia. Deus nos deu, em outubro de 2021, a ideia de fazer essa semeadura por meio de camisetas com Sua Palavra estampada nelas. Depois disso, oramos e iniciamos as pesquisas de mercado e a melhor forma de produzi-las. Montamos a nossa produção e hoje lançamos um produto exclusivo e de altíssima qualidade. Temos certeza de que essa semente será resposta de oração, acalento e conforto para muitos corações. Nós, do Grupo Frutificai, entendemos que as camisetas são mais uma ferramenta de evangelização,” Roney Santos compartilha motivado.

A marca, cujo slogan é “Frutificai – coberto pela graça”, surgiu após o casal assimilar o propósito do Grupo Frutificai que é gerar frutos levando a Palavra de Deus ao máximo de pessoas possível. Diante disso, os empresários Roney e Nailma perceberam que também precisavam cumprir a missão do Grupo Frutificai levando a Palavra de Deus ao conhecimento de mais pessoas; assim, nada melhor do que estampá-la em camisetas: “Por meio das camisetas, não precisamos anunciar o que pensamos, mas, expressando a verdade de Cristo em uma estampa, estamos dizendo tudo”, ressalta Nailma.

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Roney enfatiza que o mote, “Vestindo-se com a Palavra de Deus”, define a ideia de vestir não apenas o corpo, mas o espírito e que a qualidade será um diferencial no qual a marca se firmará: “Na atualidade, sabemos que existem várias marcas de camisetas que também fazem um grande papel. Entretanto, a ‘Frutificai’ vai priorizar a excelência em todos os aspectos e processos que garantirão a qualidade das suas peças. Servimos a Deus e temos de fazer o nosso melhor para Ele, em primeiro lugar, e para todos que terão uma camiseta da Frutificai’. Seremos rigorosos com todo o nosso processo de produção, da concepção das peças às mensagens estampadas, visando a satisfação daqueles que serão mais do que nossos clientes, mas, acima de tudo, alvos do nosso amor em Cristo.

Os empresários pernambucanos reforçam o fato de que, atualmente, há uma grande procura por este produto e comentam a respeito: “Tivemos um grande crescimento de cristãos no país. Hoje, representamos 81% da população total do Brasil. Vendo toda essa tendência, unimos o nosso propósito, nossas ideias e ações para gerarem frutos. Todas as frases são exclusivas, todas nossas estampas são como cartas vivas anunciando Deus, Jesus e a Salvação em meio à multidão. Por meio das camisetas ‘Frutificai’, podemos expressar nos ônibus, nas ruas, no trabalho, em casa, festas, um pouco do que cremos e praticamos em nossa vida.

E a ‘Frutificai’ não para por aí. Roney e Nailma lançam esta primeira coleção chamada ‘Graça’, mas já antecipam que outras coleções virão no decorrer do ano: “Em breve, com a bênção de Deus, estaremos expandindo para mais acessórios.

Bruno Fonseca, diretor geral do Grupo Frutificai, fala da satisfação com esta parceria: “O Roney Santos é um amigo mais chegado que um irmão (Provérbios 18.21). Ele participou ativamente da fundação da Rádio Frutificai, no ano de 2018, quando eu e minha esposa, Janile Fonseca, recebemos o nosso chamado. Ver este projeto crescer por meio da vida dele é incrível! Quero levar esta parceria para a vida toda. Estamos vivendo o nome do Grupo, frutificando a cada dia.”

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Frutificai Produções: https://www.instagram.com/frutificai_producoes
WhatsApp: https://abre.ai/frutificaiproducoes

Gospel Channel com Ana Paula Costa
Jornalista – Assessoria de Imprensa Frutificai Produções

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Cassiane | Bastidores gravação do clipe “Jesus Está no Barco”

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